quinta-feira, 28 de julho de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

Marketing digital: o Custo Por Fã




O crescimento vertiginoso do Facebook no Brasil trouxe mais uma sigla para os relatórios dos marketeiros digitais de plantão, o CPF ou Custo Por Fã. Temos discutido com frequencia o quanto a aquisição de fãs através de anúncios pagos no Facebook tem se mostrado uma estratégia interessante para as empresas, uma vez que depois que a pessoa clica no botão “Curtir” da página de fãs da empresa, passa a visualizar em seu mural, todas as postagens feitas pela empresa.

O cálculo do CPA é feito tendo por base o número de fãs adquiridos (FA) dividido pelo valor investido na campanha (VI), sendo:

CPF = FA ÷ VI

O CPF pode se tornar em breve um concorrente para o CPA, que é o Custo Por Aquisição. Como o CPA pode ser aquisição de vendas ou mailings, nesse artigo vou relacionar o CPA apenas à aquisição de mailing para a empresa, explico o porquê: quando investimos no CPA para aquisição de mailing de clientes, criamos uma base de e-mails que será posteriormente usada para receber disparos de peças em HTML com ofertas da empresa. Para se comunicar com essa base, a empresa terá que fazer disparos frequentes e relevantes. Disparos frequentes vão demandar investimentos numa boa ferramenta de disparos de e-mails, ou seja há custos envolvidos. Criação de conteúdos relevantes também vai demandar tempo de redação e design, o que também envolve custos.

Sendo assim, o Custo da Aquisição de mailing lists, não acaba quando adquirimos o email de alguém, esse custo perdura a cada campanha de e-mail marketing disparada. Por outro lado, o CPF tem uma vida menos custosa, uma vez que depois que alguém clicar em “Curtir”, não haverá mais custos para empresa impactar esse consumidor, pois as postagens que fizer no mural da página de fãs, não necessitam de ferramentas pagas e tampouco de designs sofisticados. Outra vantagem do CPF é que cada postagem feita, que aparecer no mural do consumidor, pode ser facilmente compartilhada com sua lista de amigos, coisa pouco freqüente nos disparos de e-mail marketing comerciais.

Com um simples clique no botão “Compartilhar”, essa postagem é publicada e visualizada por toda lista de amigos de uma pessoa. Para fazer o mesmo com um e-mail, essa pessoa teria que encaminhar a mensagem para todos os e-mails de sua lista de contatos. Pense. Você já fez isso alguma vez com uma mensagem comercial?

Aliado a isso está a vantagem da pulverização das mensagens. Ao invés de publicar todas as ofertas de uma vez num HTML de e-mail, a empresa pode publicar aos poucos em sua página de fãs. Isso faz com que a comunicação fique mais sutil e mais freqüente.

Não acho que o email marketing irá acabar, pelo contrário, acredito que essa poderosa ferramenta de vendas, responsável atualmente por cerca de 30% das vendas das lojas virtuais, tende a ser cada vez mais usada. Mas olhando pelo lado de relacionamento e fidelização, o CPF dá um banho.

O que devemos prestar atenção é no crescimento do CPF, diretamente proporcional ao aumento no número de usuários do Facebook aqui no Brasil. Investir numa boa página de fãs, com conteúdos bacanas e fáceis de serem compartilhados é um bom começo.

Sobre o autor:

Mauricio Salvador é Mestre em Comunicação e Administração, tem MBA em Gestão e Estratégias em Negócios, foi Executivo de Contas pelo Yahoo! Brasil, Professor nos cursos de MBA da Anhembi Morumbi, Impacta e da FIA/PROVAR/USP e Diretor de Marketing e Vendas para América Latina na e-bit, empresa de informações de comércio eletrônico do Grupo BuscaPé, atendendo clientes como Claro, Pernambucanas, Wal-Mart, Saraiva, Polishop, Ponto Frio e MasterCard, entre outros. Lecionou na Universidade da Califórnia – Berkeley e estruturou os departamentos de E-commerce e Online Marketing de empresas no Vale do Silício. Autor do Livro “Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso, atualmente é CEO da Ecommerce School e da iHouse eCommerce.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Como montar uma estratégia de vendas nas redes sociais?



Com a popularização da internet no começo da década de 2000, parecia que a última fronteira para qualquer empresa seria a criação de uma loja on-line e o início de uma estratégia de e-commerce. Só que outro fenômeno surgiu e conquistou a atenção dos usuários: as mídias sociais. Ficou provado que, mais que um instrumento, a internet é uma comunidade. E que, para conquistá-la, é preciso usar as ferramentas certas. “O conceito de mídias sociais precede a própria internet”, diz Ludovino Lopes, vice-presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). “Mas a web amplificou o seu significado, trazendo a possibilidade de interação e colaboração.”

Hoje, não basta apenas vender, é preciso vender socialmente, praticando o que ficou conhecido como social commerce. “Esse comércio é feito de usuário para usuário”, diz Thiago Nascimento, fundador do Bloompa, plataforma social de compras. “A venda é resultado dessa interação: a empresa entra apenas como estímulo.” Mídias como o Facebook e o Twitter funcionam não só para aumentar as vendas, mas também para cativar e fidelizar clientes. Segundo Lopes, o boom das redes levou muitos negócios a usarem esses canais de forma pragmática e fria, visando somente o incremento da receita. “É preciso ultrapassar essa primeira fase, agregar valor, passar um conteúdo de relevância. Essa é a mágica da mídia social. O discurso só de venda provoca uma resposta morna”, afirma.

Seja qual for o uso das redes, a verdade é que a relação mais humanizada com os usuários pode, sim, converter-se em retorno financeiro. Na opinião de Danilo Alvarenga, diretor técnico da empresa americana de soluções em e-commerce 3dcart, o uso sistemático do Twitter e do Facebook pode levar a um crescimento de até 34% no tráfego do site de vendas da empresa.

Mas não se engane com os números animadores: antes de colocar seu empreendimento nas mídias sociais, dedique algum tempo ao planejamento e à organização do conteúdo. “Quando se publica qualquer coisa nas redes sociais, a primeira impressão é a que fica. Então tenha certeza de que a casa está arrumada antes de abrir as portas”, afirma Alvarenga. Ou seja, pesquise quais mídias funcionam para seu negócio, conheça o público que você quer atingir e defina como vai interagir com ele. A seguir, boas ações de social commerce que podem ser postas em prática para aumentar as vendas.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI239284-17157,00-COMO+MONTAR+UMA+ESTRATEGIA+DE+VENDAS+NAS+REDES+SOCIAIS.html

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Redes sociais são a chave de futuros negócios, dizem especialistas


As redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter, entre outras - são ferramentas que precisam ser exploradas pelas empresas, incluindo o varejo. Mas, não basta publicar uma série de informações. Os empresários precisam orientar o cliente e chamar a sua atenção de maneira criativa. “Não é só para publicar ofertas. Isso todo mundo faz. O empreendedor precisa agregar valor”, afirma Ricardo Pastore, diretor da consultoria de planejamento estratégico Growbiz.

Se uma loja é voltada para o ramo musical, pode colocar clips, disponibilizar trechos de músicas, mostrar a capa de um cd novo. Se vende calçados, pode mostrar fotos dos pares exibindo cada detalhe do produto.

Segundo os especialistas, a palavra para utilizar bem esse tipo de ferramenta é a inovação. “É essencial formar e multiplicar fãs e seguidores da marca”, diz Pastore sobre o Twitter, Orkut e as outras redes sociais. Essa maneira de pensar faz com que essas plataformas sejam elevadas a redes de comunicação, pois permitem a fixação do nome da empresa, o conhecimento sobre a linha de produtos vendidos e despertam a curiosidade de saber mais sobre o assunto.

Essas informações, se transmitidas com coerência, valorizam a qualidade da venda. “As pessoas quando pensam em uma marca pensam no conjunto”, afirma Edmour Saiani, sócio-diretor da agência de gestão estratégica Ponto de Referência. O cliente se sente mais satisfeito pelo serviço prestado e mais seguro para uma nova compra. A utilização de mais recursos para apresentar o trabalho de uma companhia interessa o público final. “O consumidor é visto como o protagonista do processo”, afirma Francisco Alvarez, professor de Marketing da USP e responsável pela consultoria de marketing Trade Marketing.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI121417-17180,00-REDES+SOCIAIS+SAO+A+CHAVE+DE+FUTUROS+NEGOCIOS+DIZEM+ESPECIALISTAS.html

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Aproveite os recursos das mídias sociais para alavancar sua empresa



Falar que a internet facilita a vida de muita gente já é usual, a ponto de que pouco se reflete sobre isso. Afinal, você já parou para analisar como usa as mídias sociais para atrair seu público?

Uma das maneiras mais interessantes de fazer isso hoje em dia é através da geração de conteúdo relevante, seja nos blogs, sites corporativos ou mesmo nas redes sociais. Porém, para fazer isso é preciso lançar mão de boa dose de bom senso e também de alguns recursos que a própria web disponibiliza. Isso porque cada canal tem sua própria linguagem, o que pode favorecer ou prejudicar sua abordagem.

Usando o Twitter como exemplo, a ferramenta de microblogs pode ser uma forte aliada no relacionamento das empresas com o público se usada da forma correta. Reconhecendo seu valor, a rede inova a cada dia trazendo mais recursos para facilitar esse processo, entre eles o mais novo encurtador de URLs.

Com o recurso recém-lançado, você não precisa mais sair à caça de sites que prestam esse serviço. E de que forma isso pode ser bom para a sua empresa? Primeiro, você não perderá mais tempo para divulgar as informações que deseja. Também poderá fazer economia de caracteres, aproveitando o espaço ganho para fazer um comentário pertinente e atrair a atenção dos seus seguidores – a ferramenta do Twitter reduz qualquer endereço eletrônico a links com 19 caracteres.

Vale lembrar que, com o rápido crescimento do Twitter no Brasil, muitas empresas ainda não sabiam ao certo como utilizar a rede e, portanto, pecavam na divulgação de seus conteúdos. Portanto, a facilidade proporcionada pelo site pode inclusive trazer à tona outro elemento fundamental para obter sucesso na mídia social: o simples fato de que você falará como os outros – ou seja, usará a mesma linguagem.

Confira as novas funcionalidades que trazem também outras redes relevantes para o seu negócio, como os recursos da Fan Page do Facebook e as atualizações do Linked In.

Fonte: http://aceita.com.br/2011/07/aproveite-os-recursos-das-midias-sociais-para-alavancar-sua-empresa/

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Google+, Facebook e Twitter juntos? Aprenda como!


Na semana passada, a Google colocou mais uma rede social à disposição dos internautas - a Google+. Mas você já tem Facebook e Twitter, e tantos perfis e tantas abas abertas te deixam confuso, certo? Existem duas maneiras de disponibilizar todos eles no mesmo lugar, e ficar por dentro de tudo que seus amigos dizem ou fazem, independemente da rede social.

Dois aplicativos podem facilitar a sua vida online. O primeiro se chama Google+Twitter, que está disponível para Chrome, Firefox e Explorer. Ele coloca a timeline do microblog dentro de seu perfil no Google+. Ele ainda permite que você envie fotos e vídeos no seu tweet.

Outra extensão super bacana é o Google+Facebook, do mesmo criador. Ele faz basicamente a mesma coisa que o Google+Twitter, porém, é direcionado à rede social de Zuckerberg. Veja atualizações de seus amigos, poste em seu mural ou compartilhe fotos e vídeos de seu perfil no Google+.
Outra maneira de atualizar o seu Facebook através do Google+ é utilizando o seu email. Acesse a página do Facebook e copie seu endereço de e-mail exclusivo para a rede social. Cadastre esse email em algum dos seus círculos e pronto! Agora você pode compartilhar textos, vídeos e fotos no Google+ e no Facebook, somente clicando no "Compartilhar".

Para a atualização no Twitter, o processo é bem parecido, mas como o microblog não tem suporte para atualização via e-mail, é necessário o uso de uma ferramenta gratuita chamada Twittermail. Acessando o site, clique no botão "Sign in with Twitter", que fica em cima da página, no canto esquerdo. Uma verificação de permissão irá aparecer, e basta inserir seu login de usuário e senha ou apenas clicar em "Entrar", caso já esteja logado.

Acesse o Twitermail e clique no botão "Set up your TwitterMail account now". Uma página de configurações irá aparecer. Anote seu endereço exclusivo de e-mail ou crie um endereço personalizado no campo "TwitterMail address". Em "What to tweet", marque a opção "Subject". Salve as modificações clicando em "Save settings".

O último passo é fazer o mesmo que foi feito para o Facebook. Adicione o e-mail aos contatos do Google+.
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/tutoriais_e_dicas/noticias/google_facebook_e_twitter_juntos_aprenda_como

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Perigo nas redes: Deportado por causa do Twitter



Fáceis de rastrear, serviços como Twitter, Facebook, Orkut e até a inofensiva rede corporativa LinkedIn reúnem milhões de pessoas que, ávidas por expressar sua opinião, o fazem muitas vezes sem pensar nas consequências. “Como se trata de um fenômeno novo, as pessoas ainda não sabem como levar suas vidas online”, diz a psicóloga Luciana Ruffo. Terão de aprender bem rápido, ou podem se encrencar.

É o que mostram o redator-chefe Gustavo Poloni e os jornalistas Aline Monteiro e Victor Caputo. Eles mergulharam num lado pouco visível das redes sociais e nos contam casos como o de Alberto Azevedo, o jovem que foi impedido de entrar na Austrália porque os oficiais da imigração acessaram, pelo Twitter, uma conversa em que combinava com um amigo australiano sua participação, como DJ, em uma festa.

Entenderam tratar-se de trabalho ilegal. Resultado: sem tirar os pés do aeroporto, o rapaz foi mandado de volta ao Brasil. Ou ainda o caso da carioca que descobriu um perfil secreto do marido no Orkut, povoado por mulheres, e pediu o divórcio.


Nas empresas, as demissões por opiniões divergentes postadas na web também já acontecem, assim como a prática das áreas de RH de fuçar a vida virtual de futuros contratados (ou recusados, dependendo do calor dos últimos comentários e das fotos postadas). E nossos aguerridos repórteres? Teriam problemas se seus perfis fossem vasculhados? A julgar pelas páginas de Gustavo, Aline e Victor no Facebook, que reúnem fotos de viagens, de amigos em baladas certinhas e retratos de família, com certeza passariam ilesos pelos testes de qualquer RH.

Essa matéria pertence à Revista Info, edição 305, Julho/2011. A revista continua o texto contando dicas de como se proteger nas mídias sociais. Não perca ;-)