quarta-feira, 31 de agosto de 2011

YellowA de casa nova

Hoje nosso post será um pouquinho diferente e o motivo é ótimo: estamos de casa nova!

Agora, situados na Av. Brigadeiro Faria Lima, esquina com a Av. Rebouças, estamos em uma das áreas mais nobres de São Paulo para receber nossos clientes e proporcionar melhor acomodação aos nossos funcionários.

Veja nossas fotos e agende uma visita. Nossa empresa também pode atendê-lo na Av. Pauslita, se for mais perto para você.





terça-feira, 30 de agosto de 2011

Novas mídias sociais: Instagram e Foursquare




Há alguns anos vimos uma explosão de milhares de mídias sociais. Apenas algumas vingaram e com extremo sucesso. Primeiro foi o Orkut, até chegarmos ao hit Facebook. Agora, a nova onda são o Instragram e o Foursquare e as empresas brasileiras estão descobrindo esse novo poder.

Instagram

Criado pelo brasileiro Mike Krieger, de 24 anos, em parceria com o americano Kevin Systrom, o aplicativo para iPhone é o álbum fotográfico dessa geração. Com ele compartilha-se fotos com pequenos textos e tags. Também é possível, com o GPS do celular, incluir a localização de onde a foto foi tirada.

O Instagram conquista 130 mil novos usuários por semana e já conta com 7 milhões de adeptos espalhados pelo mundo. Fazendo outra conta, são mais de 160 milhões de fotos: 15 novas fotos são carregadas a cada segundo, em um total de 54 mil por hora ou quase 1,3 milhão por dia.

A incorporadora Cyrela, por exemplo, lançou a promoção #DecoraMinhaCasa, que premiou com R$ 10 mil em móveis, além de um projeto de decoração assinado pelo Escritório de Arquitetura Quitete & Faria. Para participar, era necessário tirar uma foto de um cômodo da residência que precisasse de uma nova decoração, publicar no Instagram com a hashtag #decoraminhacasa e divulgá-la nas redes sociais. Venceu quem ganhou o maior número de likes até o final da promoção.

Outras empresas também aderiram e estão compartilhando seus produtos, lançamentos e eventos com essa nova fatia das mídias: Vichy, Levi's, Red Bull, a grife Kate Spade, entre muitas outras.

Amanhã falaremos sobre o Foursquare, fiquem ligados ;-)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Os objetivos das empresas brasileiras na gestão de redes sociais

Segundo pesquisa, 45,1% das organizações consideram a falta de um processo automatizado como obstáculo para apostar nas redes sociais.

A Orbium, empresa especializada no desenvolvimento e na comercialização de softwares para Contact Center, acaba de divulgar uma prévia da pesquisa “CRM e Redes Sociais”, realizada com 156 companhias no País com o objetivo de identificar seus anseios e metas em relação à gestão da marca/produtos nas mídias sociais.

O levantamento foi conduzido entre os dias 5 e 19 de agosto e abordou organizações de diversos segmentos, com representantes dos setores de serviços, financeiro, tecnologia, comunicação, varejo, benefícios, transportes, automotivo, seguros, imóveis, utilidades, indústria, call center  e telecom.

Do total de empresas consultadas pela Orbium, 70,4% disseram que pretendem investir em ações nas redes sociais imediatamente, enquanto 22,5% têm intenção de apostar nesse nicho, mas não a curto prazo. A minoria, representada por 7,1% dos entrevistados, garante que não tem interesse em investir nessas mídias.
Quando questionadas se já realizaram monitoramento de suas marcas nas redes sociais, 57,1% responderam que sim, de forma manual, e 22,9% já o fizeram de forma automatizada.

Nesse contexto, 52,1% das organizações entrevistadas consideram muito importante o monitoramento de sua imagem na internet, 43,7% classificam como importante e apenas 4,2% acreditam que esse trabalho seja irrelevante.

Além disso, 47,9% das empresas pesquisadas disseram que realizam ou já realizaram campanhas nas redes sociais e 42,3% afirmaram que nunca fizeram, mas possuem interesse. Somente 9,8% das companhias consultadas responderam que não promoveram ações nas redes sociais e que iniciativas dessa natureza não constam de seus planos. Sobre a possibilidade das redes sociais gerarem insights para as empresas, 53,5% das entrevistadas acreditam que elas podem sim contribuir com o negócio.

A Orbium também perguntou como as empresas percebem a interação de redes sociais com o CRM. Os dados mostram que 48,6% das organizações consultadas acreditam ser muito importante integrar o conteúdo das mídias sociais com o CRM. Outros 48,6% disseram que consideram importante, mas não a prioridade para seu negócio. Apenas 2,8% afirmaram ser irrelevante essa interação.

Benefícios

A pesquisa também questionou as empresas sobre os benefícios do investimento em redes sociais. A pergunta oferecia a possibilidade de marcar mais de uma alternativa. Os resultados apontam que 73,2% das companhias entrevistadas acreditam ser possível detectar e resolver problemas de consumidores por meio dessas ferramentas. Já 71,8% das organizações consultadas afirmaram que as mídias sociais possibilitam analisar de que forma a marca é percebida.

Outro objetivo, assinalado por 54,9% das companhias pesquisadas, é a de utilizar essas mídias para acompanhar ações da concorrência. Além disso, 52,1% dos respondentes disseram ser possível analisar a repercussão das publicações de imprensa sobre a empresa e 46,5% afirmaram que as redes sociais também permitem reconhecer promotores e detratores da marca.


Obstáculos

Por meio do levantamento, a Orbium ainda procurou identificar possíveis obstáculos para que as companhias apostem em monitoramento nas redes sociais. A questão permitia ao entrevistado assinalar mais de uma alternativa. A amostra aponta que 45,1% das organizações pesquisadas consideram a falta de um processo automatizado como empecilho. Já 32,4% das empresas alegaram falta de verba para investir nessa área.

Os resultados também indicam que 21,1% dos respondentes acreditam que haja falta de mão-de-obra especializada para exercer a função e 15,5% consideram que ainda há falta de conhecimento sobre o assunto. Curiosamente, 33,8% das empresas entrevistadas afirmaram que não enxergam nenhum obstáculo para que invistam nas mídias sociais.

“O fato de os entrevistados terem sido, na grande maioria dos casos, os presidentes e diretores das empresas pode explicar esse dado, já que profissionais destes cargos possuem a visão total do negócio e talvez por isso não enxerguem obstáculos. Quando a abordagem é com a equipe operacional, que tem visão parcial do negócio, é notável a preocupação com os obstáculos e com disponibilidade para investimento” diz Clarice Kobayashi, vice-presidente de marketing e estratégia de negócios da Orbium.


Fonte: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/index.php?option=com_content&view=article&id=5491:os-objetivos-das-empresas-brasileiras-na-gestao-de-redes-sociais&catid=5:analise-setorial&Itemid=356

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Compra de cosméticos pela internet cresce 22% em dois anos


Mais de 90% dos internautas brasileiros já compraram produtos no e-commerce. Entre os produtos mais procurados estão os cosméticos, cuja venda online cresceu 22 pontos percentuais nos últimos dois anos, saltando de 29% em 2009, para 51% em 2011.

De acordo com o coordenador do 2º Estudo Global do Neoconsumidor da GS&MD - Gouvêa de Souza Luiz Goes, “a consolidação do canal e-commerce está mudando o comportamento de consumo dos consumidores”, explica.

Online x offline

No setor de eletrônicos, enquanto as vendas online cresceram, de 56% para 76%, nas lojas físicas houve queda de seis pontos percentuais, caindo de 94% para 88% em 2011. “Apesar das lojas físicas ainda terem espaço, o consumidor está incorporando em sua vida a compra online”, afirma o coordenador.
Na categoria que reúne vestuário, calçados e acessórios, as compras pela internet cresceram, de 22% em 2009 para 43% em 2011. Nas lojas físicas, a busca pelos mesmos produtos teve redução de cinco pontos percentuais, caindo de 98% para 93%, em 2011.

Os alimentos também apareceram entre os produtos comprados pelos consumidores brasileiros no e-commerce. Em 2009, 28% dos brasileiros compravam esse tipo de produto pela internet; em 2011, foram 34% que afirmaram ter esse hábito. Nas lojas físicas houve queda de cinco pontos percentuais, passando de 97%, em 2009, para 92%, em 2011.

Perspectiva

No primeiro semestre de 2011, o e-commerce brasileiro teve crescimento de 24%, se comparado ao mesmo período de 2010. “Em 2011 esperamos um crescimento de 40% no e-commerce, em relação a 2010”, afirma Goes.

Apesar de esperar crescimento das lojas virtuais, o coordenador explica que esse cenário não deve influenciar negativamente nas lojas físicas. “Mesmo com o crescimento das lojas virtuais, não é previsto o desaquecimento nas lojas físicas”, completa.

Para Goes, mesmo sem risco de desaquecimento, a tendência é de que as lojas deverão trabalhar multicanais. “As lojas [físicas] terão de trabalhar com alguns outros caminhos, como comprar no e-commerce e retirar na loja física mais próxima”, aconselha.

Na perspectiva para 2012, “é esperado um crescimento de 30% no e-commerce, em cima de 2011”, afirma Goes.

Fonte: http://estilo.uol.com.br/beleza/ultimas-noticias/infomoney/2011/08/22/compra-de-cosmeticos-pela-internet-cresce-22-pontos-percentuais-em-dois-anos.htm

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Magazine Luiza amplia venda online para redes sociais


A rede varejista Magazine Luiza passará a atuar também em redes sociais na internet, no modelo de venda direta, onde os consultores são chamados "divulgadores".

A empresa apresentou na última segunda-feira, 22, o "Magazine Você", uma espécie de loja personalizada na web, que cada divulgador monta com até 60 produtos e espalha para seus amigos em sites de relacionamento como Orkut ou Facebook.

Esses divulgadores receberão uma comissão pelas vendas, que pode variar entre 2,5% e 4,5%, dependendo de cada produto.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios%20comercio,magazine-luiza-amplia-venda-online-para-redes-sociais-,81121,0.htm

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Facebook cresce no Brasil. Também nos negócios




O Facebook vem adotando uma estratégia agressiva para ganhar mercado no Brasil. Em fevereiro, tomou do Google seu principal executivo no país, Alexandre Hohagen, além de criar mecanismos para atrair usuários do Orkut, seu principal rival local. Agora, o plano de negócios começa a se delinear.

Nesta quinta-feira (dia 18/8), no primeiro evento oficial com presença de Hohagen, em São Paulo, a empresa apresentou seus planos no Brasil – que, com 25 milhões de usuários ativos, recebe o 15º escritório do Facebook no planeta.

O QG brasileiro será responsável por todas as operações na América Latina e vai apostar na operação de negócios, fundamentalmente. Na prática, isso significa manter contato com empresas que queiram usar a rede para se aproximar de consumidores em potencial. “O Facebook proporciona a combinação perfeita de alcance e engajamento para empresas locais e regionais interagirem com seus consumidores”, disse Hohagen.

“Até o fim do ano, teremos um espaço físico para concentrar todos os nossos profissionais (são 16). Enquanto isso, nós estamos trabalhando virtualmente”, afirmou o executivo. Esse time, portanto, irá tocar as atividades da empresa na área comercial.

Hohagen apresentou quatro razões para o rápido crescimento do serviço no país nos últimos doze meses: migração de usuários do Orkut, sucesso do filme A Rede Social e, curiosamente, as férias de verão, no início do ano. “Houve um aumento considerável de postagem de conteúdos por parte dos brasileiros”, disse Hohagen. Por fim, o fato de a rede já poder ser acessada praticamente por qualquer celular no país. O executivo, é claro, aposta que o serviço continuará em curva ascendente. A conferir.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/facebook/facebook-cresce-no-brasil-tambem-nos-negocios/

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Google+ X Facebook




Uma pesquisa recente apresentou declínio no uso de redes sociais. Nós, da YellowA Mkt e Comunicação, fizemos uma pequena pesquisa também e percebemos que o declínio não é no uso e, sim, na quantidade de redes.

Há até bem pouco tempo atrás, era comum um mesmo usuário atualizar o Orkut, o Facebook e o Twitter. Sem falar no MSN, no Flickr, no LinkedIn, etc, etc. Com a falta de tempo, os usuários escolheram uma mídia ou duas (no máximo) para compartilhar, com amigos e/ou seguidores, suas publicações.

Talvez por isso, apesar de ter atingido a marca de 20 milhões de usuários únicos em menos de 2 meses, o índice de atualizações no Google + ainda é muito tímido. Dessa forma, era de se esperar que a nova rede tentasse superar seu mais feroz inimigo, o Facebook, e inovasse de maneira agressiva.

Algumas novidades são os círculos (que garantem mais privacidade, pois o usuário compartilha apenas com os círculos desejados) e o videochat múltiplo (que permite videoconferências com várias pessoas ao mesmo tempo).

Mark Zuckerberg, criador do Facebook, foi um dos primeiros a se inscrever no Google +. Resta saber, agora, por quais caminhos as duas redes caminharão.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Beauty Fair, nosso case de sucesso


A Beauty Fair - Feira Internacional de Cosméticos e Beleza - é considerada o 3º maior evento do mundo no segmento de cosméticos e beleza. A feira acontece anualmente e está em sua 7ª edição (a acontecer entre os dias 10 e 13 de setembro de 2011).

O público alvo da Beauty Fair são os profissionais da beleza (salões e clínicas de estética), a indústria, os comerciantes, distribuidores, importadores e exportadores do setor.

Na última edição (2010), a feira atraiu 128 mil visitantes numa área expositiva de 76 mil m², organizada por setor: Estética, Profissional, Varejo e Negócios. O volume de negócios gerado por seus expositores foi de R$338 milhões. A Beauty Fair contou, também em 2010, com 450 expositores e mais de 900 marcas.

Assumimos a conta das mídias sociais da Beauty Fair em julho de 2010, antes de sua 6ª edição (realizada na última semana de agosto). A marca estava apenas no Twitter, com cerca de 500 seguidores, e no Orkut, com 83 amigos.

Nossa meta, além do aumento de seguidores e amigos, era manter toda a cadeia do segmento informada a respeito da programação e atrações da feira, bem como divulgar, em tempo real, o maior nº de curiosidades, fotos, dados sobre os participantes e palestrantes. O desafio era a linguagem, o conteúdo e o "atendimento" quanto as dúvidas e eventuais insatisfações. Era preciso conhecer bem o mercado e, particularmente, a filosofia da empresa.

Sabíamos, também, que passada a euforia do evento, nosso desafio seria manter nossos amigos interessados, cativos e participantes. Estávamos preparados (e avisamos a empresa) de que poderíamos ter um período sem aumento significativo nos números, talvez, até, uma leve declínio.

Entretanto, o que vimos foi um constante e significativo crescimento em todas as redes: o Facebook (conta criada por nós em julho de 2010) passou da casa dos 7 mil fãs; o Twitter tem, neste instante, 4.986 seguidores; e o Orkut passa dos 2.500 contatos.

Essa relação entre mídias sociais Beauty Fair e seu público registra excelentes índices de interatividade e gera, inclusive, novos negócios, como venda de estandes e maior visitação no site do evento. Nossos relatórios mensais permitem que os responsáveis pela comunicação da feira acompanhem todo o trabalho realizado, bem como tenha de nós o feedback a respeito das "conversas" nas redes.

Segundo Deborah Huff, da Beauty Fair, "o trabalho nas mídias sociais tem ajudado a feira a se aproximar do seu público, compartilhando informações e atendendo suas necessidades de forma eficiente e simpática, como se estivéssemos conversando entre amigos".

Acompanhe a Beauty Fair:

Twitter: http://twitter.com/feirabeautyfair
Facebook: http://www.facebook.com/beautyfairprofissional
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=mp&uid=7014485221140382765


Perfis dos profissionais
Perfis dos comerciantes

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Ranking das empresas com maior presença nas redes sociais


O Grupo ECC, em parceria com a E-Consulting, realizou um estudo realizado no Brasil de março a julho de 2011 sobre a presença das 121 maiores empresas do país nas redes sociais.

As mídias sociais utilizadas na pesquisa foram Facebook,Orkut, Twitter, YouTube,  resultados no Google, LinkedIn, reclamações no Reclame Aqui e menções no SocialMention.

Confira a lista das 15 maiores:


1Coca-cola
2Google
3Apple
4Fiat
5Natura
6Ford
7Volkswagen
8Nokia
9TV Record
10IBM
11Petrobras
12Microsoft
13Toyota Automóveis
14Motorola
15TAM

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Como escrever emails que não vão ser deletados


O site da Inc. publicou dicas, elaboradas pela especialista em estratégia de vendas Jill Konrath, para que um e-mail não só permaneça na caixa de entrada, mas também seja lido. Confira.

1. Simplifique a mensagem . O e-mail deve ter menos do que 90 palavras. Escreva parágrafos com duas frases, de modo que a leitura seja rápida. Use fontes comuns, em cor preta, e nunca inclua mais de um link ou anexo.

2. Alinhe-se aos objetivos do interlocutor. Pesquise a empresa, a indústria ou o cargo da pessoa que vai ler a mensagem. Você deve mencionar um objetivo de negócios importante, uma estratégia ou um desafio. A relevância é essencial.

3. Concentre-se nas prioridades imediatas. Identifique eventos que podem impactar as prioridades do seu interlocutor e utilize isso como gancho para a sua mensagem. Por exemplo: mudanças de local, fusões, troca de gerência ou legislação nova.

4. Seja uma fonte de valor. Seu produto ou serviço pode até ser uma commodity, mas você não é. Nos seus e-mails, concentre-se nas ideias, insights e informações que terão valor para o seu interlocutor.

5. Crie frases cativantes para o campo “assunto”. Aquilo que você coloca nessa parte do e-mail é determinante para a leitura da mensagem. Mantenha o foco em assuntos ligados ao negócio.

6. Crie uma campanha. Faça de oito a 12 contatos (por e-mail e telefone) em um período de quatro a seis semanas. Cada iniciativa deve retomar a anterior.

Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/como-escrever-e-mails-que-nao-vao-ser-deletados/

terça-feira, 16 de agosto de 2011

As mídias sociais precisam de profissionais de comunicação

Boa notícia: cada vez mais as empresas estão usando as mídias sociais para se comunicarem com seus clientes. Má notícia: cada vez mais as empresas estão contratando pessoas que não entendem nada de comunicação para comandarem essas mídias.

É a clássica diferença entre estar na internet e ser alguém dentro dela. Os gestores de empresas devem compreender que não basta reservar cadastros em mídias sociais e atualizá-los de tempos em tempos. E mesmo quando a atualização tem certa constância, isso não significa eficiência no trato com o cliente. É preciso se comunicar, não apenas falar.

Coisas que muitas empresas estreantes nas mídias sociais fazem de errado:

  • Falar somente o que se passa na empresa: isso interessa exclusivamente ao dono ou dona dela. Como cliente, não quero saber o que foi servido no refeitório na hora do almoço da empresa; quero sim saber o que ela pode fazer para melhorar minha vida;
  • Atualizar com grandes intervalos de tempo: como ter presença na Internet sem dar as caras todo dia, várias vezes? Postar uma ou duas vezes na semana é tão eficaz quanto não postar nada;
  • Misturar notícias e links que nada tem a ver com a empresa: esse é um erro muito comum. Ao contratar um pós-adolescente que é fissurado em mídias sociais, mas nada entende de comunicação, muitas vezes ele posta conteúdo que o interessa, mas que difere da missão e objetivos da empresa, provocando confusão na cabeça do cliente.
Antes de colocar qualquer pessoa para atualizar as mídias sociais da sua empresa, pense nas consequências de deixar de contratar um profissional de comunicação devidamente capacitado. Pode ser que o preço cobrado por eles seja maior, mas o resultado eu tenho certeza que será muito, muito maior e melhor.

Fonte: http://www.pontomarketing.com/midias-sociais/as-midias-sociais-precisam-de-profissionais-de-comunicacao/

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A internet é uma rede de pessoas, não de computadores, afirma autor de "Google Marketing"


Responsável pelo segundo livro mais vendido de marketing digital no Brasil, Conrado Adolpho explica por que simplesmente estar na web não é tudo e dá dicas sobre como as empresas devem se comportar no mundo digital

Em um ambiente tão volátil como é o virtual, ocupar um espaço é mais que demarcar território e colocar uma placa em frente dizendo "estamos aqui, vendemos o produto x". Interação é a palavra chave.

"A internet é orgânica. Não dá para criar um site e deixá-lo lá para a eternidade. Ele vai ficar antigo, vai dar bug, vai sair do ar, a conta de e-mail vai dar problema. Depois de colocar o site no ar, seu trabalho nunca termina. É preciso trabalhar palavras-chaves, ver o que o seu consumidor quer e colocar lá para ele ver. Se você não cuida de tudo, vai parar de vender", explica Conrado Adolpho, autor do best-seller "Google Marketing".

"A internet não é uma rede de computadores, é uma rede de pessoas", destaca o especialista. E pessoas que não se contentam mais em, simplesmente, perguntar o preço. Elas querem muito mais e estão atentas a tudo. Por isso, para qualquer empresa que pretende atuar na web, antes de colocar um site no ar e sair adicionando um monte de gente nas redes sociais, uma dica: planeje cada passo.

"A coisa que mais acontece na internet é o retrabalho. Você faz um site, aquele site não é exatamente aquilo que você queria e aí você tem que fazer alguma coisa de novo, porque alguma funcionalidade não deu certo ou o público alvo não está gostando. Ou seja, se você não planeja, vai ter retrabalho. E, para muitas empresas, isso é fatal", afirma Adolpho.

Nas redes sociais, então, o planejamento é ainda mais indispensável. Alguns casos que ganharam grandes proporções nos últimos meses com repercussões bem negativas para marcas conhecidas do mercado brasileiro são exemplos de como ações mal desenvolvidas podem ser perigosas.

Como afirma Conrado Adolpho, nas redes sociais, "é preciso cuidar. Você tem que monitorar sua marca e estar com uma equipe mais ou menos de prontidão para agir rápido diante de qualquer problema".

"Rede social é mais uma forma de você mensurar o mercado do que, realmente, fazer campanha. Depois que mensurar, aí sim, você vai fazer campanha, entendendo quem é o seu consumidor", ressalta o especialista.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/a-internet-e-uma-rede-de-pessoas-nao-de-computadores-afirma-autor-de-google-marketing/46695/

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Mídias Sociais: onde as empresas erram


A pesquisa foi realizada em julho de 2010 e teve como respondentes os assinantes da revista e newsletter da Harvard Business magazine.

Foi complementada com 12 entrevistas em profundidade.Acesse "More Than Talk: The Search for Impact and Analytics of Social Media Use"  para conhecer ainda indicadores como a percepção x a profundidade de informação e os benefícios que aparentam ser ainda maiores nas redes sociais.

Fonte: http://www.hsm.com.br/editorias/infografico-onde-empresas-erram-nas-midias-sociais

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Reinventando as Mídias Sociais




Neste vídeo, David Armano, da Edelman Digital, fala sobre porquê as mídias sociais tem apresentado tamanha expressão. Ele afirma que esse sucesso deve-se ao fato de, ao contrário do que muitos pensam, há vida por trás da "telinha". David ressalta que essa conexão pessoal é que estreita o relacionamento entre as empresas e seu público alvo.

O pulo do gato é cativar sua rede de amigos com conteúdo de valor, não apenas comercial. A idéia, aqui, é manter uma relação pessoal, garantindo o longo prazo  e o interesse na filosofia da empresa.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

"O que é meu é seu”



Lançado recentemente, o livro "O que é meu é seu" explica o consumo colaborativo, prática considerada, na semana passada, uma das 10 tendências mais importantes do futuro pela revista "Time".

Os autores, Rachel Botsman e Roo Rogers, falam sobre as novas tecnologias e como elas permitem que se façam mais trocas entre pessoas desconhecidas e como a preocupação com o meio ambiente interfere nessa relação (menos consumo, menos matéria prima, menos desgaste a natureza).

Segundo Rachel Botsman, formada em Harvard, "o que você está fazendo hoje não é nada comparado as crianças, que já nasceram num ambiente de rede social, quando virarem consumidoras".

Leitura obrigatória para quem precisa ficar antenado com o futuro do consumo e o novo caminho desenhado pelas mídias sociais e novas tecnologias.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Site monitora reclamações de consumidores e #fail das empresas




Usar as mídias sociais como canal para soltar o verbo contra as empresas já não é mais novidade. Provavelmente metade de todo conteúdo produzido em canais como Twitter e Facebook são reclamações contra falhas em produtos e serviços prestados pelas mais diversas marcas. E tudo isso é feito na esperança de que elas escutem as queixas e resolvam esses pepinos.

Três amigos da cidade de Bauru, no interior de São Paulo, decidiram dar uma força a esse tipo de reclamação. Ricardo Falasca (@ricardofalasca), Maurício Fodra (@fodra) e Fernando Cordeiro (@nandocordeiro) lançaram neste ano o #FezFail, site que compila todas essas reivindicações no mesmo lugar. A página mostra as empresas que mais foram vinculadas à hashtag #fail – que significa “fracasso”, mas que a página chama mesmo é de “cagada” – no Twitter. Diariamente, o #FezFail gera um gráfico mostrando quais são as empresas mais (mal) faladas.

Fonte: http://colunas.pegn.globo.com/sonasocial/2011/07/06/brasileiros-criam-site-para-monitorar-as-reclamacoes-de-consumidores-%e2%80%93-e-os-%e2%80%9cfails%e2%80%9d-das-empresas/

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

1 fã no Facebook = 20 visitas adicionais ao seu site


A Hitwise apresentou estudo onde compara o número de visitas a um site com o número de fãs no Facebook. Segundo o relatório, os dados mostraram que um fã no Facebook aparentemente é igual a 20 visitas adicionais para o site ao longo de um ano. Então, se você tem mil fãs no Facebook, isso significa um extra de 20 mil visitas ao seu site.
 
Para chegar ao cálculo de um fã = 20 visitas extras, foram analisados o top 100 varejistas classificados no Hitwise Shopping e comparado o número de fãs dessas marcas em sua página do Facebook e o número de visitas ao seu website através de uma metodologia criada pela Hitwise.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Boca a boca globalizado



Há até pouco tempo atrás, se dizia que 1 cliente satisfeito recomendaria sua empresa para 5 amigos; e que, um cliente insatisfeito falaria mal do seu fornecedor para 10 pessoas. Lembram disso?

Pois bem, na era das mídias sociais, o boca a boca glocabizou-se: agora, o alcance de um post no Twitter ou no Facebook é incalculável. Basta clicar em "share/compartilhar" para que 1, 3, 20, 1000 pessoas leiam o comentário de um consumidor.

E esse consumidor já sentiu esse poder. A princípio, foram as "blogueiras", que começaram a contar suas experiências com determinadas marcas. Elas ganharam espaço e hoje recebem brindes e são convidadas para participar de eventos, antes destinados apenas a imprensa.

Com o advento do Twitter e Facebook, por exemplo, e sem a necessidade de criar um blog, publicar resenhas com fotos e etc, tudo ficou mais fácil: cada um de nós precisa apenas escrever 140 caracteres para contar a sua história de agrado ou insatisfação.

Estamos vivendo a era das recomendações: uma pesquisa no Google a respeito da sua marca já conta bastante sobre seus serviços. Ao comprar no Mercado Livre, por exemplo, ou na Saraiva online, é possível ler os comentários de quem gostou do prazo de entrega, do estado em que o produto chegou, das facilidades, se a compra foi boa, e todo tipo de informação. E essas são recomendações de desconhecidos. Imagine a repercusão que tem essa mesma recomendação no Facebook ou no Foursquare, onde a rede é formada em sua maioria por conhecidos e amigos.

Sendo assim, a presença e o cuidado nas redes sociais precisa de constância e atenção: contratar uma empresa especializada, comprometida com o conteúdo do seu negócio é fundamental para atender esse público ávido em compartilhar.

O boca a boca globalizado veio para ficar. Seu consumidor, hoje, é seu sócio.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Estratégias nas mídias sociais



Algumas empresas ficam em dúvida quanto ao ingresso nas mídias sociais por preocuparem-se não só com o conteúdo, mas com o pós atendimento que será prestado a seus seguidores e consumidores em potencial.

Essa preocupação é bastante pertinente, pois uma mídia social mal trabalhada pode gerar mais problemas do que trazer benefícios. Além do conteúdo adequado, voltado tanto para relacionar-se com seu público, quanto para vender e informar, é fundamental que respostas rápidas e sinceras sejam oferecidas nas redes das marcas.

Somente com transparência, engajamento e compromisso é possível criar sólido e duradouro relacionamento nas mídias sociais. Diferente da era do SAC e do email, aqui o "amigo" e o "seguidor" desejam ser próximos e iguais.

Mais que vender, criar uma comunidade:*

A Disney Baby, uma iniciativa destinada a engajar pais de crianças, lançou a sua presença em mídia social em janeiro de 2011. Em menos de oito meses, a Disney bebê alcançou mais 363.000 “Likes” no Facebook, tornando-se uma das maiores marcas em seu segmento.

A mídia social é fundamental para a natureza e a forma como a Disney se comunica com os seus fãs. Com a Disney Baby, uma das marcas mais recentes, a própria comunidade é o foco, não o produto. O público da franquia é formado pelos pais (principalmente mães), e o tom da discussão é dirigida por membros da comunidade. Os Pais compartilham fotos de seus bebês vestindo roupas com personagens da Disney. Quando um novo produto é lançado, a comunidade se manifesta com informações sobre onde encontrá-lo, quem tem o melhor preço e o que eles pensam do produto. Pais e mães também usam a página no Facebook como uma forma de compartilhar histórias uns com os outros.

* trecho extraído de http://www.midiassociais.net/2011/08/a-estrategia-de-midia-social-da-disney/#more-7009

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Twitter: central de atendimento


Em 140 caracteres, é possível esclarecer dúvidas, responder a críticas e divulgar promoções

O Twitter é a melhor rede para trocar informações de forma rápida. Por isso mesmo, pode funcionar como uma ótima central de atendimento para uma empresa. Esclarecer dúvidas, responder a elogios e críticas e, dessa forma, construir a reputação da marca — é possível fazer tudo isso nos textos de no máximo 140 caracteres. “No Twitter, é preciso ter personalidade e naturalidade”, explica Nascimento. Vale usar emoticons (representações gráficas de expressões faciais), “internetês” (mas sem exageros ou erros graves de gramática) e referências à cultura on-line.

Se o consumidor for cativado pelo perfil da empresa, os links com promoções de desconto tornam-se mais eficientes. O processo de compra também parece mais natural, porque a relação com a marca passa segurança ao consumidor. Algumas empresas já usam a estratégia de postar links de produtos que direcionam o usuário diretamente para o carrinho de compras.

Vale lembrar que o Twitter apresenta o grande poder de transformar as ações em marketing viral. Se você tiver um número razoável de seguidores e uma boa relação com eles, a foto de um novo produto pode alcançar um número de consumidores em potencial ainda maior, já que a informação é compartilhada pelos usuários da rede. “A interação é uma porta de entrada para a compra. A partir dela é que as vendas acabam sendo feitas no mundo on-line”, diz Alvarenga.

A rede de lojas Imaginarium conta com uma equipe de três pessoas dedicadas exclusivamente a cuidar de todas as suas redes sociais. No Twitter, o bom humor e a criatividade são os pilares de sua estratégia de comunicação. “Mesmo com essa equipe exclusiva, todo o pessoal da área de marketing também acaba prestando atenção na rede, para acompanhar as reações dos seguidores”, diz Gilberto Carvalho, gerente de marketing das lojas. Atualmente, o perfil @sigaimaginarium tem mais de 36 mil seguidores — por enquanto, são realizadas promoções e divulgação de produtos. O objetivo é converter isso em vendas a longo prazo. “A conquista é gradual e demanda dedicação”, afirma Carvalho. “Trata-se de um sistema de troca, que precisa de monitoramento constante. Não queremos ter seguidores em quantidade, mas seguidores de qualidade, que endossem a marca.”

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI239284-17157-2,00-COMO+MONTAR+UMA+ESTRATEGIA+DE+VENDAS+NAS+REDES+SOCIAIS.html

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Marketing nas Mídias Sociais X Marketing Tradicional




A Pivot Conference é uma empresa que analisa o comportamento dos consumidores nas mídias sociais. Segundo relatório recente, que pesquisou a publicidade nas redes sociais junto a 230 gerentes de marca, executivos e profissionais de marketing, os consumidores passam mais tempo nas redes sociais do que acessando seus emails ou visitando sites tradicionais. 

A necessidade de interagir e ter contato rápido e direto com sua marca de preferência faz com que campanhas tradicionais de marketing estejam perdendo campo. As empresas, hoje, precisam criar um canal jovem para conquistar seu consumidor e contruir relacionamento com seu público a longo prazo.

Dessa forma, além do conteúdo adequado, voltado para sua marca, é preciso gerar valor e transformar seu consumidor em parceiro, contribuidor.

A YellowA promove estratégias em mídias sociais, produz conteúdo, monitora resultados e cria o novo marketing: o marketing das pessoas.

Agende uma visita e peça uma proposta. Você vai se surpreender com o custo/benefício.

Pivot Conference: Study Shows Future of Advertising will be Influenced by Consumer Behavior in Social Networks

84% of brands encourage user involvement with social advertising campaigns


NEW YORK, Aug. 1, 2011 — The Pivot Conference today released findings from its industry survey of 230 brand managers, executives, and marketing professionals. The research, mainly conducted to reveal the interest in and utilization of Social Advertising, provided high-level insights into the state and future of the industry.

Presented by Editorial Director and Conference Producer Brian Solis, the research revealed that the future of advertising will be largely influenced by consumer behavior in social networks. “Those brands that listen, measure and evolve programs as a result, will push advertising forward—to the benefit of consumers and ultimately the brand,”according to Solis. “Those brands that are ready to move the industry ahead will be at Pivot.”

Report Highlights
Social Advertising is mostly integrated into campaign planning, with 70% of brands stating that their social advertising planning is done at the same time as the rest of the campaign. In addition, 70% of brands state that they use traditional media to drive engagement in social advertising, by incorporating a social network address into a traditional advertisement.

Brands are turning to the social consumer for endorsement of products and services. Over 80% of brands encourage user involvement, with 58% seeking users to become involved with the brand, and an additional 16% hoping consumers will endorse products or the company within their social streams.

The research also revealed that in social media, engagement doesn’t operate with an on/off switch. Consumers are always-on and expect the same from those with whom they connect. 75% of brands agree, claiming that social advertising is an ongoing program.

“The Social Consumer is always-on, always-connected,” according to Mike Edelhart, Chief Revenue Officer for the Tomorrow Project, which owns Pivot. “At Pivot, brands and agencies will learn tactical methods to effectively market to the evolving social consumer.”

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Economia mesh

No futuro, palavras como “consumo” e “compra” serão substituídas por “compartilhamento” e “troca”. Conheça a tendência que está mudando o jeito de fazer negócios

Fernando Cymbaluk e Marisa Adán Gil

Mesh – Por que o Futuro dos Negócios é Compartilhar
Um site que permite alugar quartos em casas de moradores de outros países; uma loja virtual que vende brinquedos e roupas infantis enviadas pelos próprios usuários; agências que promovem o compartilhamento de bicicletas ou carros; escritórios ocupados por diferentes empresas. Esses são apenas alguns exemplos de uma nova tendência que está mudando a maneira como os negócios são feitos: a economia compartilhada, ou economia mesh.

Dois livros lançados recentemente traçam um retrato desse movimento. Publicado no Brasil pela editora Alta Books, Mesh – Por que o Futuro dos Negócios é Compartilhar, de Lisa Gansky, defende a tese de que a colaboração entre empreendedores, fornecedores e consumidores irá definir o futuro da economia — o termo “mesh”, cunhado por ela, significa malha, rede. “Estamos à beira de uma revolução que pode mudar o conceito de propriedade”, diz Rachel Botsman no livro What’s Mine is Yours: The Rise of Collaborative Consumption, ainda inédito no país. Rachel divide os negócios do futuro em três grupos: empresas que facilitam o compartilhamento de um produto (ela cita as agências de car sharing); sites que interligam sites, comprando e vendendo de tudo (a exemplo do Craigslist); negócios ligados ao estilo de vida colaborativo (como o Shareable, site que ensina a compartilhar desde comida de bebê até painéis solares).

Nos Estados Unidos, várias empresas adotaram o novo conceito. A Air BNB começou alugando quartos de moradores em outros países; hoje, disponibiliza até castelos, com clientes em oito mil cidades. Outro exemplo é o ThredUp, que promove o compartilhamento de brinquedos ou roupas infantis. No Brasil, há casos como a Beans!, um escritório de coworking aberto em 2008 em São Paulo. A empresa atua em duas frentes: uma rede social onde 1.400 empresários se ajudam virtualmente, e um espaço físico, compartilhado por empreendedores diversos.