sexta-feira, 30 de setembro de 2011

YouTube se prepara para competir com canais de televisão online


Empresa estaria se reestruturando para criar 20 canais de assuntos diversos com conteúdos originais

De acordo com o site português Tek Sapo, o YouTube está se preparando para estrear canais temáticos em 2012. A medida faz parte de uma reestruturação para transformar o site em um concorrente direto dos canais de televisão online e da TV por assinatura. O boato já havia sido publicado em abril de 2011.

A princípio o YouTube começaria o projeto com 12 canais e chegaria até 20. Os canais abordariam assuntos como arte, cultura, esporte, entre outros. A estratégia não inclui somente a remodelação do site para dar maior destaque aos novos canais, mas também a criação de conteúdos originais, produzidos semanalmente, além de canais adicionais criados a partir do conteúdo já existente no site.

A empresa planeja gastar cerca de US$ 100 milhões na produção de conteúdos de baixo custo, concebidos exclusivamente para a web e canais com conteúdos já existentes. Em fevereiro de 2011,  uma notícia divulgada pela revista norte-americana New York Magazine também apontava que a empresa deveria gastar US$ 100 milhões para estimular celebridades a criar vídeos para o YouTube. Segundo a notícia da época, a companhia iria atrair as celebridades pagando US$ 5 milhões de dólares para cada canal no YouTube que elas desenvolverem.

Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Foursquare ultrapassa um bilhão de check-ins


Que o Foursquare é um sucesso mundial atualmente, provavelmente todo internauta já deve saber. No entanto, ainda assim, um número divulgado pela empresa nesta semana assusta. O aplicativo que registra o local onde o usuário se encontra no momento, via smartphone, já chegou a um bilhão de check-ins feitos.

Para comemorar a marca, o Foursquare divulgou um vídeo em seu site oficial com uma espécie de gráfico ilustrando, no mapa-mundi, os locais e horários dos check-ins ao redor do mundo. A iniciativa é bem interessante e vale a pena prestar atenção nos horários e como há uma variação entre hemisfério norte e hemisfério sul devido a isso.

Criada em 2009, a rede social, que permite compartilhar não só a sua localização, como também dar dicas sobre locais e exibir fotos aos seus amigos, já tem mais de cinco milhões de usuários registrados em todo o planeta. Fazer check-in virou uma das manias favoritas de quem está sempre conectado.

Animados com o rumo que o site está tomando, os responsáveis pela página deixaram uma mensagem bem otimista no final do post comemorativo, em relação ao bilhão de check-ins em seu site oficial: “Obrigado e esperamos ansiosamente pelo próximo quadrilhão.

Fonte: TechTudo

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

18,9% de todos os acessos à web no Brasil são direcionados a redes sociais



Relatório da Experian Hitwise afirma, ainda, que cada acesso dos brasileiros ao Facebook dura, em média, 18 minutos e 19 segundos

Acha que passa muito tempo no Facebook? É porque não conhece os cingapurianos. De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de análises de mercado Experian Hitwise, os moradores de lá ficam duas vezes mais tempo na rede social, em média, se compararmos com o tempo gasto pelos brasileiros.

Segundo a pesquisa, os cigapurianos passam 38 minutos e 46 segundos por sessão na rede social, seguidos da Nova Zelândia, com 30 minutos; Austrália, com 26 minutos; Reino Unido, com 25; e EUA, com 20 minutos.

Os brasileiros ficam, em média, 18 minutos e 19 segundos por sessão navegada no Facebook, que é relativamente pouco se comparado ao líder.

Mas o Brasil aparece em primeiro lugar em um outro ítem da pesquisa. De todos os acessos à internet aqui no Brasil, 18,9% são direcionados a redes sociais, seguido de Cingapura, com 16,4%, EUA, com 15,4% e Índia e Nova Zelândia, com 14% e 13,9% respectivamente.

"Em alguns aspectos, as redes sociais não têm limites em fazer do mundo um lugar menor. Saber o market share que as redes sociais têm em cada país e o nível de uso é a chave para o sucesso de atuação nestes ambientes", explica Ankur Shah, CEO e co-fundador da Techlightenment, empresa do grupo Experian.

"Entender quanto tempo é gasto pelas pessoas no Facebook, em diferentes países, é vital para qualquer marca atuando em redes sociais. Com o market share do Facebook tendo aumentado 88% na Índia na comparação anual e 16% no Brasil no mesmo período, sua influência e dominância tendem a crescer", explica Juliano Marcílio, presidente de Marketing da Experian na América Latina.

Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Redes sociais ajudam o consumidor a reclamar e defender seus direitos


Com as novas tecnologias, elogios e reclamações sobre estabalecimentos e serviços se multiplicam, e a eficiência da propaganda boca a boca aumenta.

"A comida não é boa", "O prato é pequeno, mas saboroso", “O preço é alto, pelo que oferecem". Opiniões como essas estão cada mais presentes nas redes sociais. São avaliações sobre diferentes serviços como bar, hotel, balada e lojas de todo o Brasil.

“O usuário acessa o site e procura, por exemplo, por restaurantes próximos. Ele já consegue saber quais pratos destes restaurantes que os usuários mais gostaram”, explica Bruno Yoshimora, criador do site. Esse boca a boca virtual ganha cada vez mais espaço. Há um ano e meio, os amigos Bruno Yoshimora e Allan Kajimoto aproveitaram a ideia para montar uma página na internet, que já tem seis milhões de visitantes por mês.

Allan comenta que indicação de uma pessoa próxima tem mais valor do que o marketing do próprio estabelecimento. “Se você tem um amigo que fala que tal restaurante é legal, você vai dar muito mais valor do que se o próprio restaurante mandasse um e-mail para os clientes”, comenta.

Fernanda Lempek visitou a página e reclamou do gengibre nos bolinhos. E não sai de casa sem dar uma ‘espiadinha’. “A gente já sai de casa sabendo o que vai encontrar” diz a técnica em segurança trabalho. Outra página na internet tem mais de quatro milhões de acessos por mês. A maioria dos comentários são de reclamações de consumidores insatisfeitos com os atendimentos que receberam.

Os comerciantes e empresários querem saber o que o consumidor pensa. Alguns empresários chegam a contratar empresas de monitoramento que acompanham todos os comentários dos clientes. Depois de analisar e reunir as informações eles repassam para as empresas que estão sendo criticadas ou elogiadas.

“Uma coisa que você fala para um amigo, e se multiplica para dois ou três, nas redes sociais isso replica pra 300, e de forma muito mais rápida. Isso pode derrubar uma marca se for um problema grave e também pode levantar uma marca se for uma coisa boa”, declara Pedro Bannura, diretor de empresa de monitoramento.

Durante 15 dias o publicitário, Rafael Daibs, tentou de tudo para resolver o problema da conta da internet. Sem sucesso, acabou colocando a reclamação na rede, e a resposta foi rápida. “Como consumidor a gente ganha poder, voz. O que eu falo pra um pode alcançar 100 mil pessoas”, afirma.

Fonte: G1 / Jornal Hoje

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O peso das redes sociais na carreira


Marcelo Assunção, presidente da Monster, maior agência de recrutamento online do mundo fala sobre o novo cenário da contratação de talentos

O Brasil se transformou em alvo de profissionais estrangeiros que brigam por oportunidades de trabalho por aqui. De outro lado, a qualificação exigida - especialmente para quem atua no segmento de tecnologia - aumentou. As oportunidades existem, o mercado está aquecido, mas como aproveitar essas possibilidades e conseguir um bom emprego? Como usar as redes sociais a seu favor? Confira as ideias de Marcelo Assunção, que responsável no Brasil por uma das principais agências de contratação de profissionais de tecnologia.

Clique aqui para assistir

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

As marcas de maior participação nas redes sociais

 

20% das marcas no país, cerca de 60, são responsáveis por concentrar 80% de toda a audiência das redes sociais

O Facebook é a rede social que tem mais representatividade no Brasil quando o assunto é publicidade. De acordo com o indicador Index Social, lançado ontem pela Espalhe no Social Media Week SP, 68% das marcas estão na plataforma com as chamadas Fan Pages.

Os dados apontam que em abril deste ano 177 empresas se conectavam com 7,9 milhões de pessoas. Nesta época, o Twitter tinha 54% da participação, enquanto o Facebook possuía 45%. Agora, em setembro, já são 309 conectadas. O Facebook passou a ter uma representação de 68% e o Twitter caiu para 31%. O YouTube se manteve com 1%. Em cinco meses, o crescimento total foi de 182%. Neste período, o Facebook saltou 311%, o Twitter 68% e o YouTube 84%. As marcas, segundo a ferramenta, estão conectadas a 22,2 milhões de pessoas.

Foi constatado ainda que menos de 20% das marcas no país, cerca de 60, são responsáveis por concentrar 80% de toda a audiência. E este número em abril era menor, apenas 30. Os setores de alimentação, e-commerce, bebidas, veículos e higiene/limpeza são responsáveis por 58% delas.

As marcas que têm mais consumidores em média em seus canais proprietários são as de telecomunicações e aviação. Telecom está disparado em primeiro lugar; vale lembrar que Ronaldo contribui para a causa. A conta do Twitter do ex-jogador é patrocinada pela Claro (@ClaroRonaldo). Desde abril, bebidas, produtos de uso pessoal, higiene e limpeza foram os que mais cresceram no Index.

E para provar que o número não é necessariamente sinônimo de sucesso. De acordo com o indicador, quanto menor a audiência, maior a média de engajamento, com exceção do Guaraná, Smirnoff e Brahma Futebol RJ. Para verificar o engajamento, são medidos os “curtir” e comentários no Facebook, além das menções e RTs no Twitter.

Em agosto, as 22 milhões de pessoas que acompanham as 309 marcas se engajaram 3,1 milhões de vezes. O Index Social tem no sistema as 309 marcas mais representativas. Pouco mais da metade, 164, marcam presença nos 3 canais.

Veja a classificação de branding por setor:

Bebidas alcoólicas

Crescimento de 196%
Smirnoff
Brahma
Johnnie Walker

Bebidas não-alcoólicas
Crescimento de 929%
Guaraná Antartica
Gatorade
Ades

Produtos de uso pessoal
L’orealNaturaNivea

Higiene Pessoal e Limpeza
Oral-B
Axe
Johnson’s baby

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/as-marcas-de-maior-participacao-no-facebook

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A (quase) resumida história das mídias sociais

Facebook, Twitter, Orkut, YouTube: como surgiram esses sites interativos que proporcionam a criação de redes sociais? Vamos contar um pouco dessa história.

Os primórdios


BBS: antes mesmo da internet, entre o final da década de 1970 e começo da década de 1990, os geeks da época utilizam um sistema chamado BBS – Bulletin Board System. Esses sistemas rodavam num servidor que recebia algumas conexões via linha telefônica. Quem acessava podia fazer download e upload de arquivos, trocar mensagens com os outros usuários, participar de fóruns, ler notícias e utilizar os jogos disponíveis. Entretanto, esses sistemas não tinham modelo de negócio sustentável e não eram fáceis de usar como são as mídias sociais de hoje.  Seu formato de interação entre os usuários coloca o BBS nos primórdios dessa história.

Usenet: sistemas Usenet surgiram no final da década de 1970 e permitiam que seus usuários compartilhassem artigos ou posts em grupos de notícias. Ao contrário dos BBSs e fóruns, os Usenets não utilizavam servidores centralizados. Eles deram origem aos primeiros leitores de notícias, precursores dos feeds RSS atuais.

Na sequência, diversos outros “serviços online” surgiram, como o Prodigy, o CompuServe e o Genie. Eles popularizaram os espaços para discussão, para conhecer pessoas, apresentaram o chat e baratearam custos.

Outros influenciadores

No começo dos anos 1990, o BBS e a Usenet perderam espaço para os fóruns; IRC e ICQ inovaram com a possibilidade de troca de mensagens instantâneas, criando grandes comunidades de usuários, principalmente no IRC, que tinha heavy users compartilhando links, notícias e arquivos com pessoas de todo o mundo – como acontece no Twitter hoje.

Os compartilhadores de arquivos (peer-to-peer), como o Napster, também nasceram com características sociais e, além de permitir a multiplicação de arquivos e gerar um grande debate sobre direitos autorais, refletiram a tendência de sociabilização pela internet. Nos últimos anos, o The Pirate Bay ganhou uma grande comunidade mundial e sua influência chegou a criar partidos políticos em alguns países.

As primeiras mídias sociais como conhecemos hoje

ClassmatesClassmates: surgiu em 1995 com público bastante específico, tem o objetivo de permitir o reencontro de antigos conhecidos de escola. Existe até hoje com penetração em alguns países europeus como Alemanha e Suécia.

SixdegreesSix Degrees: surgiu em 1997 e foi a primeira mídia social generalista que permitia a criação de perfis e manutenção de rede de contatos, chegando quase a um milhão de usuários. Foi retirada do ar em 2001.

SlashdotSlashdot: o pai dos social bookmarks (links favoritos compartilhados socialmente) surgiu em 1997 como um diretório de notícias nerds enviadas pelos usuários, que podiam votar positivamente (+1) ou negativamente (-1) nas notícias, destacando o conteúdo mais recomendado.

Asian Ave.AsianAve: surgiu em 1997, dirigida aos descendentes de asiáticos nos Estados Unidos.

BlackPlanetBlackPlanet: surgiu em 1999, dirigida aos negros dos Estados Unidos.

MiGenteMiGente: surgiu em 2000, dirigida aos latinos dos Estados Unidos.

LivejournalLiveJournal: surgiu em 1999 como uma rede social de blogs, com diversos recursos de interação entre seus usuários.

BloggerBlogger: surgiu em agosto de 1999 ajudando a popularizar os blogs pessoais por todo o mundo, foi comprado pelo Google em 2003.

DeviantArtDeviantArt: surgiu em 2000 como uma comunidade para artistas gráficos e fotógrafos interagir e compartilhar suas obras.

MixiMixi: mídia social japonesa que surgiu em 2000 e é a mais popular no Japão até hoje. Além de perfis, os usuários também contam com diários virtuais, mensagens e comunidades.

Mídias sociais do novo milênio

WikipediaWikipedia: em janeiro de 2001 nascia o maior projeto colaborativo de todos os tempos, a enciclopédia digital em que qualquer pessoa pode colaborar. Este projeto definiu o modelo wiki – base digital de conhecimento criado e mantido coletivamente, com páginas fáceis de editar e interligadas.

FriendsterFriendster: frequentemente mencionada como a primeira mídia social, surgiu apenas em março de 2002, mas com uma plataforma moderna e inovadora em recursos sociais. Existe até hoje, mas cerca de 90% dos 90 milhões de usuários registrados atualmente são da Ásia. Seu objetivo inicial era aumentar a rede de contatos das pessoas por meio de amigos conhecidos na vida real – os amigos dos seus amigos.

FotologFotolog: surgiu em abril de 2002 gerando um grande movimento mundial de compartilhamento de fotos por meio dos flogs (blogs de fotos) pessoais.

MetacafeMetacafe: fundado em julho de 2002, é provavelmente o primeiro site a permitir o compartilhamento social de vídeos, onde qualquer pessoa pode distribuir seus vídeos para o mundo.

Last.fmLast.fm: em 2002 surgiu também o Last.fm, que permite aos usuários personalizar suas rádios, conhecer novas músicas, interagir e comparar seus gostos musicais.

LinkedInLinkedIn: surgiu em maio de 2003 com foco na criação e manutenção de redes sociais profissionais e de negócios, onde o perfil do usuário assemelha-se a um currículo.

hi5Hi5: surgiu em junho de 2003 e foi o precursor dos recursos de privacidade atualmente encontrados no Facebook, com a possibilidade de escolher compartilhar seu conteúdo com amigos, amigos dos amigos e um terceiro nível, amigos dos amigos dos amigos (!).

MySpaceMyspace: surgiu em agosto de 2003 e chegou a ser a mídia social mais popular dos EUA em 2006, mas tem perdido popularidade nos últimos anos. Com players de música e vídeo integrados, sustenta perfis oficiais de celebridades do mundo da música e ainda é popular entre fãs e artistas independentes.

DeliciousDelicious: em setembro de 2003 surgia esse serviço que, além de permitir o social bookmarking de notícias, como no Slashdot, também recebia links de páginas estáticas.

orkutOrkut: um mês antes de o Facebook aparecer surgia o Orkut, criado por um funcionário turco do Google – Orkut Büyükkökten. Essa mídia social nunca se tornou popular nos EUA, mas conquistou grande parte do público no Oriente Médio e é, até hoje, a mais popular no Brasil.

FacebookFacebook: em fevereiro de 2004 surgia a mídia social que viria a se tornar a maior do mundo em poucos anos. Criada por Mark Zuckerberg e amigos na Universidade de Harvard, o Facebook nasceu com o objetivo de conectar amigos da faculdade, mas acabou se tornando um grande fenômeno da internet.

flickrFlickr: surgido no mesmo mês do Facebook, o Flickr tem o objetivo de ser uma gigantesca comunidade para compartilhamento de fotos organizados em álbuns e coleções.

MultiplyMultiply: surgiu em março de 2004 com foco no compartilhamento de fotos e vídeos com a rede de contatos dos usuários e conexões de primeiro grau. Com bastante recursos, como módulos para músicas, opiniões, receitas, links, calendário, entre outros, o Multiply conta com mais de 11 milhões de usuários e tráfego mensal estimado em 3,5 milhões visitantes únicos.

TaggedTagged: surgiu em outubro de 2004, tendo como foco o entretenimento social (jogos, presentes virtuais).

VimeoVimeo: surgiu em novembro de 2004 como canal para compartilhamento de vídeos mais limpo, apenas com conteúdo original e produzido por sua comunidade.

DiggDigg: surgiu em dezembro de 2004 solidificando a cultura do social bookmarking nos EUA com seu recurso de votação (similar ao Slashdot), com seus famosos botões Digg (cavar, que leva o link compartilhado para cima) ou Bury (enterrar, que leva o link para baixo).

BeboBebo: em janeiro de 2005 surgiu essa mídia social generalista, mas com foco na manutenção de blogs pelos usuários. Comprada pela AOL em 2008, quase sumiu do mapa em 2010 por causa de sua baixa popularidade.

YouTubeYouTube: em fevereiro de 2005 o compartilhamento social de vídeos se popularizou de vez pela internet com o YouTube, comprado pelo Google em 2006.

NingNing: surgiu em outubro de 2005 como uma plataforma para a criação de mídias sociais personalizadas por usuários ou empresas em geral, possibilitando o surgimento de milhares de mídias sociais menores e segmentadas.

JaikuJaiku: foi o primeiro serviço de microblogging, surgido em fevereiro de 2006. Permite a criação de um perfil simples para o envio de atualizações de status com até 140 caracteres. Criado na Finlândia, foi comprado pelo Google no final de 2007.

TwitterTwitter: alguns meses depois do Jaiku, em julho de 2006 surgiu o Twitter – que se tornou o principal microblog do mundo e um dos mais relevantes canais de comunicação da internet.

ShelfariShelfari: em outubro de 2006 surgiu essa mídia social com foco em literatura, onde os usuários compartilham livros que estão lendo, montam suas bibliotecas e conversam a respeito dos livros. Mais tarde, surgiria no Brasil o similar Skoob (recomendado!).

Os mais recentes

DodgeballDodgeball: foi o primeiro serviço, lançado em 2005, a permitir que usuários compartilhassem onde estão por meio do celular. Comprado pelo Google, encerrou suas atividades em 2009.

Justin.tvUstream.tvJustin.tv e Ustream.tv: ambos de março de 2007, são canais que possibilitam aos usuários transmitir vídeo em tempo real pela internet.

GowallaBrightkiteGowalla e Brightkite: surgiram em 2007 com o mesmo objetivo do Dodgeball, o compartilhamento de geolocalização, nas quais os usuários utilizam o navegador do celular ou mensagens de texto para fazer “check-ins”, ou seja, publicar onde estão.

TumblrTumblr: serviço de blog mais ágil e simples, o Tumblr surgiu em 2007 e rapidamente ganhou popularidade pela facilidade de uso e recursos sociais nativos.

FoursquareFoursquare: do mesmo criador de Dodgeball, o Foursquare surgiu em março de 2009 e disparou como a mais popular mídia social de geolocalização, mesmo tendo poucas diferenças em relação ao Gowalla e o Brightkite.

ChatrouletteChatroulette: surgiu em novembro de 2009 e não é exatamente uma mídia social, mas se tornou um fenômeno da internet por causa da repercussão nas mídias sociais. É um serviço que simplesmente ativa sua webcam e seleciona outra pessoa de qualquer lugar do mundo, com a webcam ativada também, colocando-os frente a frente com vídeo, áudio e chat.

Formspring.meFormspring.me: também de novembro de 2009, o serviço permite criar um perfil para receber perguntas e respondê-las. O usuário escolhe se quer receber perguntas anônimas ou apenas de membros cadastrados. Acabou servindo como caderno de enquete digital para as pessoas e como uma espécie de SAC social para as empresas.

Brasileiros ilustres

1grau1grau: criado na mesma época em que surgiam os gigantes (julho de 2004) Facebook, Orkut e Multiply, o 1grau foi a primeira experiência com mídia social de muitos brasileiros. Ele permitia a criação de um perfil com blog, fotolog, recados e outros recursos sociais, além de grupos de interesse. Infelizmente, não conseguiu competir mais e desapareceu em 2006.

iVoxiVox: surgiu aproximadamente em 2002 e possibilitava o compartilhamento de opiniões sobre produtos, serviços, entretenimento (filmes, livros, etc.) e muitas outras coisas. Teve uma comunidade muito forte, mas hoje não demonstra grande relevância.

Fonte: http://campanhadigital.net.br/2010/12/15/a-historia-das-midias-sociais/

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Orkut e Facebook iniciam duelo pela sobrevivência

Após 7 anos de domínio da rede do Google no Brasil, o segmento passa a ser disputado clique a clique. Resta saber se haverá espaço para os dois serviços

Há poucos dias, o instituto Ibope Nielsen Online divulgou estudo que revelou que o número de pessoas que navegam pelas páginas do Facebook no Brasil já supera o do Orkut.

O Facebook subiu como um foguete no mercado brasileiro, um comportamento sem precedentes na história do serviço. Em abril de 2009, os acessos ao endereço eram tão raros que o Ibope não conseguia medi-los. Dois anos e quatro meses depois, o site alcançou a marca de 30,9 milhões de visitantes únicos, registrada em agosto pelo Ibope. O Orkut, que agora tem 29 milhões, demorou seis anos e dez meses para chegar ao mesmo patamar.

A briga no segmento de redes tem beneficiado o usuário, favorecido com melhorias e mais atrações nos serviços. Mas o embate traz consigo uma questão sobre o futuro: haverá espaço no mercado brasileiro para dois serviços que, embora não idênticos – sim, eles mantêm diferenças marcantes –, guardam semelhanças?

"A tendência é que um dos sites se torne dominante, com o outro passando a atender um nicho", afirma Marcelo Coutinho, professor da Fundação Getúlio Vargas e pesquisador do mercado digital. É um fato. No mundo, são poucas as nações que comportam duas redes sociais de grande peso por longo período. O exemplo clássico vem da mãe das redes sociais, o mercado americano. Lá, a ascensão do Facebook em meados da década passada fez ao menos uma vítima: o MySpace, que reinava no segmento até então.

O Facebook acumula mais informações sobre os usuários: além de gênero, idade e interesse, comum ao Orkut, ele analisa localidade, grau de instrução e local de trabalho. Isso permite aos anunciantes dirigir sua mensagem ao público-alvo. "A rede de Mark Zuckerberg possibilita uma segmentação maior de seu público e, consequentemente, campanhas mais eficientes", diz Abel Reis, presidente da AgênciaClick Isobar.

É impossível esquecer o terceiro elemento que deve fazer parte dessa disputa: o Google+, rede social com que o gigante quer ganhar o mundo – o Orkut, vale lembrar, só não é uma jabuticaba virtual porque foi criado por um turco e sobrevive também na Índia, além do Brasil. Para atores do mercado como Reis, é certo que o velho será substituído pelo novo. "Em um prazo de dois anos ou pouco mais, o Google+ poderá ser a principal atração do Google no país", diz.

A empresa descarta a hipótese de substituição: "Orkut e Google+ são dois produtos sociais dentro da mesma empresa, mas com objetivos diferentes", diz James Withaker, diretor mundial de engenharia do Google. "Acompanhamos os dois com a mesma atenção." Resta esperar para ver se usuários e mercado verão o assunto da mesma forma.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/orkut-e-facebook-sobrevivem-juntos-no-pais-%E2%80%93-por-certo-tempo