segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Facebook é mais popular no iPhone do que no Android, diz estudo

Google+, concorrente do Facebook, no entanto, é quase inexistente entre usuários de iPhone, mas já é popular no Android

O aplicativo da rede social Facebook é mais usado por quem tem iPhone do que pelos donos de Android, de acordo com novo estudo da consultoria Onavo. Segundo os dados, 90% dos usuários do iPhone utilizam o aplicativo do Facebook e o uso da rede social representar cerca de 10% do total de dados consumidos pelos aparelhos por meio de redes de dados celulares.

No caso do Android, cerca de 63% dos usuários de aparelhos realmente acessam a rede social por meio do aplicativo. O aplicativo, segundo o estudo, representa apenas 5% do total de dados consumidos por usuários de Android.
O estudo analisou 40 TB de dados enviados e recebidos por meio de redes móveis por mais de 100 mil usuários de smartphones - os dados foram coletados anônimamente, segundo a consultoria. Os dados foram coletados durante 30 dias apenas nos Estados Unidos.

"O Facebook, o vencedor entre os aplicativos não importa qual aparelho você tenha, é significativamente mais popular entre os usuários do iPhone. Enquanto isso, o Google+ fez alguns grandes movimentos entre os usuários de Android e está em um de cada três aparelhos, mas menos de 1 em cada 10 usuários de iPhone usa o aplicativo da rede social do Google", disse Guy Rosen, CEO da Onavo, ao site Mashable.

No caso do Twitter, o uso do aplicativo nos smartphones das duas plataformas é praticamente igual. No iPhone, 22% os usuários acessam o microblog por meio do aplicativo, enquanto no Android 25% dos usuários o fazem. O estudo também considerou outras redes sociais como LinkedIn e Foursquare.

 Fonte: IG

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Empresas têm dificuldade em avaliar eficácia de rede social


O uso corporativo de redes sociais para monitorar o mercado e divulgar produtos cresce globalmente, mas as companhias têm dificuldade em medir seus resultados.

Segundo pesquisa conduzida pela Hardware Business Review, encomendada pela empresa de software SAS Institute, com 2.100 companhias, 69% reconhecem o uso crescente de redes como Facebook e Twitter como estratégia de negócios.

Da mesma forma, 46% consideram esses meios fundamentais para as iniciativas de marketing e 42% declaram que as mídias sociais são essenciais para o futuro.

No entanto, 50% afirmam que a estratégia não será levada a sério entre os executivos de liderança até que seja possível medir os resultados.

A maioria (61%) diz que as próprias companhias precisarão passar por uma curva de aprendizado para melhorar o uso das redes.

Números de mercado mostram que não é por falta de investimentos que as empresas não conseguem obter resultados das redes sociais.

De acordo com a Deloitte, US$ 5 bilhões serão investidos mundialmente em publicidade em sites como Twitter, Facebook e Google+ neste ano, entregando 2 trilhões de anúncios publicitários.

Na mira está uma massa de 1 bilhão de usuários únicos que devem navegar no ano.

Além dos anúncios diretos, essas companhias deverão comprar empresas na intenção de melhor gerenciar o relacionamento nas redes.

O Walmart investiu US$ 300 milhões nos EUA na aquisição recente da Kosmix, companhia iniciante ("startup") de tecnologia para redes sociais, em uma tentativa de aumentar a presença e a interação com os usuários.

Segundo especialistas, uma das dificuldades está em medir quais resultados financeiros os esforços de marketing nas redes sociais trouxeram para as empresas e analisar qual impacto os comentários dos clientes terão nos negócios futuros.

FILÃO BILIONÁRIO

Apesar de empresas e agências de publicidade investirem no monitoramento manual das redes para acompanhar o retorno das campanhas e os comentários, a expectativa é que parte das respostas venha da indústria de software, que está de olho em um filão bilionário.

O volume de informação gerado pelas redes cresce a um ritmo maior que as equipes conseguem monitorar.

"As mídias sociais transformam a indústria da tecnologia. Hoje, praticamente todas as companhias tem como incorporar ferramentas capazes de analisar as redes aos seus softwares, que tendem a ser mais ágeis que o monitoramento manual", afirma Jim Davis, vice-presidentedo SAS Institute.

Além do SAS, que criou divisões específicas de software de análise, outras companhias tentam abocanhar esse bolo bilionário, entre elas IBM, Oracle e SAP.

Fonte: Jornal Floripa

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Rede social LinkedIn ganha 2 novos usuários a cada segundo

A cada segundo que passa, duas pessoas se tornam usuárias da rede social profissional LinkedIn, declarou nesta quarta-feira Ellen Levy, vice-presidente da divisão de Iniciativas Estratégicas da companhia, durante seu discurso no evento Nokia World, em Londres.

As redes sociais podem apresentar melhorias na eficiência dos trabalhadores e na competitividade das empresas, já que permitem a troca de informações entre ambas as partes.

"Fazem com que as coisas sejam feitas", segundo William Kennedy, vice-presidente da equipe de Comunicações em Escritório e Experiências Móveis da Microsoft.

"Há alguns casos nos quais uma plataforma móvel pode fornecer uma interface de usuário mais eficiente", frisou.

Por sua vez, Adam Warby, o executivo-chefe da Avanade, disse que as redes sociais como ferramenta de comunicação interna podem ajudar as companhias a aumentar o "compromisso" de seus empregados com a empresa.

O fundador da Seesmic, Loïc le Meur, considerou que as companhias têm que se dar conta que as redes sociais "não são mais coisas de adolescentes".

Fonte: Vírgula

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Crianças brasileiras são precoces nas redes sociais

Com apenas 9 anos, crianças brasileiras já possuem cadastro no Orkut, MSN, Facebook, Twitter e utilizam ativamente as redes sociais. Pelo menos é o que diz o estudo Internet Safety for Kids & Families (Segurança de Internet para Crianças & Famílias), feito pela empresa de segurança Trend Micro.  


Depois de ouvir  1.419 pais em sete países, a pesquisa  apontou que as crianças  brasileiras são as que mais cedo ingressam nos sites de relacionamento, destoando dos demais países participantes do estudo, onde a média é de 12 anos, e bem abaixo da média da Índia, onde o acesso às redes sociais ocorre por volta dos 14 anos. 

O estudo revelou também que  os pais brasileiros são os mais liberais. Sessenta por cento deles permitem que os filhos tenham perfis nas redes sociais, mas 50% afirmaram que se preocupam com a privacidade  dos filhos nos sites, já que temem relacionamentos indesejáveis,  o que lhes rendeu o posto de mais preocupados entre os países onde a pesquisa foi aplicada. 

Como estratégia para monitorar os rebentos, eles não pensam duas vezes: ficar ‘amigos’ virtuais dos filhos para acompanhar tudo o que acontece nas postagens é prática de 38% dos pais no Brasil. Eles confessam que todos os dias monitoram os perfis dos filhos, enquanto a prática  é seguida por 32% dos pais australianos, 31% dos americanos, 28% dos ingleses, 24% dos franceses e  apenas 9% dos japoneses.

A segurança das crianças é o grande  motivo da preocupação, e  somente 34% dos pais brasileiros afirmaram confiar nas ferramentas de privacidade. Mesmo assim, há aqueles ainda  mais preocupados, como os japoneses, que afirmaram ser totalmente descrentes de que as ferramentas de privacidade  sejam adequadas à segurança de seus filhos. 

Fonte: Correio

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Maioria de coordenadores, gerentes e diretores tem perfil em rede social

A maioria dos analistas, coordenadores, gerentes e diretores no Rio de Janeiro e em São Paulo possui um perfil em rede social. Ao menos é o que revela pesquisa realizada pela Hays Recruiting – empresa especializada no recrutamento de profissionais de média e alta gerência.

De acordo com o levantamento, neste locais, 87% dos profissionais possuem uma conta ativa nas mídias sociais, sendo que a mais acessada é o Linkedin, citada como preferida por 65% dos entrevistados.
Orkut e Facebook aparecem em seguida, com 52,5% e 47,5% das preferências, respectivamente. O Twitter aparece na última colocação, com apenas 26,5% das citações.



Boas oportunidades
Ainda de acordo com o estudo, 60% dos profissionais de média e alta gerência utilizam as redes sociais  quando querem identificar boas oportunidades, sendo que 40% deles já se inscreveram em uma vaga divulgada nestes canais.

Os profissionais não estão errados quando utilizam as redes sociais como ferramenta de busca para novas oportunidades no mercado de trabalho, pois, cada vez mais, os recrutadores recorrem a tais mídias em busca de novos talentos.

Pesquisa recente realizada pela Potentilalpark - consultoria especializada em recrutamento – mostra que, quando se trata de busca para cargos de liderança, por exemplo, as empresas recorrem ao Linkedin, enquanto que, para o recrutamento de novos talentos, o Facebook é mais utilizado.

Fonte: InfoMoney

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Simplicidade é o diferencial do Twitter

O grande diferencial do Twitter diante da grande quantidade de novos serviços sociais que estão surgindo é a simplicidade, segundo o designer Vitor Lourenço, 24, brasileiro que foi um dos primeiros 20 funcionários do Twitter e segue como designer na empresa. Lourenço falou com exclusividade ao G1 durante o Intercon 2011, que aconteceu no último sábado (22) em São Paulo.

Foto: Amanda Demetrio/G1

“Em um mundo com produtos tão complexos, como o Facebook e o Google+, acreditamos que o nosso diferencial é a simplicidade”, disse. “A plataforma evoluiu muito. Hoje o Twitter é uma rede de informações e um meio de comunicação de mão dupla. Isso permite que o uso da ferramenta vá mudando aos poucos e, por isso, vamos evoluindo o produto”, afirmou o designer, que, aos 18, fez parte do time que ajudou na concepção inicial do G1.

Lourenço foi o primeiro funcionário da área de design contratado pelo Twitter, ainda em 2008. “Fui contratado para fazer o primeiro redesign do Twitter. Desde a fundação, o design era uma característica importante do microblog, mas foi a partir desse momento que começamos a prestar mais atenção nos conceitos da área”, lembra. Segundo ele, a equipe de design do microblog hoje tem 20 profissionais da área e três pesquisadores, que conversam com os usuários.

A última grande mudança no desenho do Twitter foi feita em setembro de 2010, quando passou a ser possível ver imagens e vídeos por meio da própria plataforma do microblog. “No último redesign, pudemos escalar a interface para novas funções, mas a gente procura sempre manter a simplicidade. Para nós, uma interface simples é uma interface poderosa”, disse Lourenço.

Como um dos primeiros funcionários do Twitter, ele conta que muito mudou na rotina da empresa de 2008 pra cá. “Éramos 20 funcionários e hoje temos mais de 800. Agora estamos levando a empresa para uma próxima etapa, onde ela está mais preparada para evoluir o produto e atender outras necessidades.”

Apesar disso, ele conta que existe um time dedicado a manter alguns dos valores iniciais da empresa. “Queremos construir um negócio que dê lucro e nos deixe orgulhosos, queremos ter um impacto positivo no mundo e o usuário é a nossa principal preocupação”, disse.

Nesse processo de crescimento, o Brasil é um dos principais mercados do microblog, diz Lourenço. “O lançamento do Twittter em português [em junho de 2011] foi um dos nossos grandes marcos. A gente já observava o Brasil como um dos principais países em termos de usuários, mas lançar a versão em português era um dos pré-requisitos”, diz.

Fonte: G1

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Erros em redes sociais afetam imagem de executivos

O mundo virtual também tem suas particularidades, regras de etiqueta e comportamento adequado. Não seguí-las ou cometer erros pode prejudicar sua reputação, principalmente, no ambiente corporativo. O aumento de dispositivos móveis e acesso fácil a e-mail e redes sociais têm facilitado enganos e situações embaraçosas, fazendo com que as pessoas caiam em armadinhas, especialmente, no ambiente profissional. No Brasil, 70% dos executivos já enviaram e-mail errado ou copiaram algum destinatário por engano, segundo pesquisa da Robert Half.


Foto: ThinkPhoto

A pesquisa revelou também que 40% dos executivos brasileiros acreditam que a quebra de etiqueta no mundo digital prejudica “muito” a imagem do profissional e mais de 90% acreditam que afeta “pelo menos um pouco”. O estudo também apontou que 78,8% dos entrevistados entendem que a massificação do uso de aparelhos móveis contribuiu para o aumento da quebra de etiqueta no ambiente corporativo.

Já 92,4% dos entrevistados disseram que as redes sociais são “capazes de gerar negócios”, mas, em contrapartida, grande parte das pessoas não está preparada para utilizar essas ferramentas de forma profissional, sendo que um em cada três executivos já teve problemas com comportamento de funcionários nos sites de relacionamentos.

O estudo também apontou que mais 90% dos entrevistados possuem perfil na rede Linkedin, pelo viés profissional, e 85,5% deles utilizam a ferramenta para buscar emprego.

Fonte: Information Week Brasil

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Usuários frequentes do Facebook não se preocupam com privacidade

Pesquisa da Gallup nos EUA revelou que apenas 26% dos usuários mais ativos da rede realmente se preocupam com isso.

Jared Newman

Apesar da reputação do Facebook por levantar questões de privacidade, uma vez que adiciona novas maneiras de compartilhar informações online, a maioria dos usuários não está muito preocupada com isso, de acordo com uma nova pesquisa divulgada pela consultoria Gallup nos EUA.

A pesquisa com mais de 2.000 adultos descobriu que 26% dos entrevistados que usam o Facebook diariamente são "muito preocupados" com privacidade, em comparação a 35% dos semanais e 39% das pessoas menos frequêntes.

Em outras palavras, quanto mais você usa o Facebook, menor a probabilidade de você se preocupar com a privacidade na rede social.

O Facebook anunciou recentemente algumas grandes mudanças que permitem aos usuários a revelar mais sobre si mesmos: as "Timelines", que são uma nova forma de perfil que exibe a vida inteira dos usuários por meio de fotos, atualizações de status e aplicativos, e "Open Graph", que é um caminho para aplicativos do Facebook publicarem automaticamente a sua atividade, incluindo as músicas que os usuários estão escutando, os lugares onde vão e os artigos que estão lendo.

De acordo com a pesquisa do jornal USA Today/Gallup, 87% dos entrevistados que usam o Facebook diariamente perceberam os novos recursos, em comparação com 34% dos que utilizam o site menos de uma vez por semana.

As mudanças, até agora, são impopulares entre os usuários, com 56% dizendo que não gostaram das novidades, e 36% que aprovam o novo formato do site. Isso não é surpreendente, pois os usuários do Facebook têm uma história de odiar qualquer alteração feita na rede. Com o tempo, eles se adaptam.

Mas as conclusões do estudo sobre privacidade na rede social mostram que a visão de Mark Zuckerberg está funcionando. Como o Facebook expandiu as maneiras de compartilhar informações, os usuários passaram a estar confortáveis vivendo com a exposição. Zuckerberg disse que a quantidade de pessoas compartilhando informações online está aumentando a uma taxa crescente. A maioria dos usuários parece não criticar isso.

Fonte: Idgnow

 

 

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Número de tuítes mais que dobra e atinge marca de 250 milhões de mensagens por dia

O Twitter, rede social de microblog, teve um crescimento de 150% no número de mensagens em setembro deste ano, se comparado com janeiro. A empresa, que no início do ano contabilizava 100 milhões de tuítes por dia, chegou a média de 250 milhões de mensagens postadas na rede social diariamente. As informações foram dadas por Dick Costolo, diretor-executivo do Twitter, nesta segunda (17) durante o evento WebSummit 2.0 realizado nos Estados Unidos.

Dick Costolo, CEO do Twitter, no evento WebSummit 2.0, em San Francisco

Segundo Costolo, em setembro do ano passado, a rede social contabilizava cerca de 90 milhões de mensagens postadas por dia. Comparado com o número dado durante o evento do mês de setembro (250 mi de tuítes/dia), em um ano houve um crescimento de 177%. A cada quatro ou cinco dias, disse o diretor-executivo do Twitter, são postados 1 bilhão de tuítes.

O Twitter, no início do ano, tinha 30% de seus 100 milhões de usuários ativos, perfis que acessam e postam mensagens periodicamente. Atualmente, 50% dos perfis da rede social são ativos.

Um fator que ajudou no aumento do número de usuários ativos foi a integração com o iOS 5, sistema operacional móvel da Apple utilizado em aparelhos como iPod, iPad e iPhone. Liberado no dia 12 de outubro, o sistema fez com que aumentasse em três vezes o número de inscrições no Twitter.

Costolo ainda comentou as ambições de crescimento do Twitter “ Nós achamos que podemos chegar a 2 bilhões de dispositivos em todo o mundo, e alcançar cada pessoa do planeta. E a forma de fazer isso é através da simplificação.”

Fonte: UOL Tecnologia

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Como ouvir o cliente com inteligência

Uma combinação de dados dos consumidores obtidos por meio da voz do cliente (suas opiniões, comentários e reclamações) e informações dos sistemas de CRM (Gerenciamento de Relações com o Cliente) começa a ganhar força dentro das companhias – principalmente com aumento das redes sociais, onde as boas e más experiências com as marcas se espalham rapidamente. A estratégia é chamada de VOC ou "Voz do Cliente".

Uma das empresas que adotou a iniciativa foi rede de varejo norte-americano Charming Shoppes. Antes disso, o método da empresa para coletar informações dos clientes não era organizado, de acordo com o diretor de estratégia Jeffrey Liss, que liderou a iniciativa. Ele conta que o sistema anterior se baseava em e-mails, análise online de produtos e comentários verbais recebidos dos compradores nas lojas. "Tínhamos um monte de informações circulando. Os executivos não conseguiam distinguir o que eram dados importantes ou rumores", diz.

Liss decidiu implementar um sistema de VOC para coletar dados quantitativos e qualitativos a partir de vários canais de feedbacks dos consumidores. Essas informações passaram a ser analisadas por sentimento, significado e importância. Dados relevantes eram encaminhados para as pessoas certas tomarem medidas.

Este tipo de abordagem organizada torna-se ainda mais crítica quando a empresa adiciona novos canais de feedback, como uma ferramenta de pesquisa online que entrega cerca de 10 mil comentários de clientes por semana, de acordo com Liss.

Integração com redes sociais
Outro driver para os programas de VOC é a crescente influência das redes sociais como porta voz do consumidor. Em uma pesquisa de consumo, realizada no primeiro trimestre de 2011 pela Temkin Group, 20% dos entrevistados disseram que tinham usado o Facebook para relatar uma experiência ruim, enquanto 13% reportaram experiência boa.

Ao invés de tentar "ferver o oceano", como disse um analista, as empresas estão limitando a sua gama de fontes especificamente para os seus produtos e clientes. A Charming Shoppes, por exemplo, está fazendo o acompanhamento dos clientes do site Lane Bryant de suas páginas de fãs no Facebook. "Nossas consumidoras tendem a ter uma voz ativa nos blogs especializados em produtos king-size", acrescenta Liss.

Nos últimos anos, profissionais de marketing e gerentes de marca têm recorrido aos serviços de inteligência de mídia social como Radian6, Scout Labs (agora Lithium Technologies) e BuzzMetrics, para coletar o feedback dos clientes. Os prestadores de serviços, em seguida, analisam os dados de relevância e sentimentos e geram inteligência, resultando em relatórios, gráficos e "social dashboards."

O Dow Jones Insight, por exemplo, "seleciona as mídias sociais com base em seu grau de influência, se foi atualizado nos últimos 90 dias, e se são livres de spam e pornografia", diz o diretor-gerente para o serviço, Martin Murtland. Também pode adicionar redes conforme pedido do cliente, como o Twitter focado em temas específicos, observa.

Fonte: Computerworld

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Google+ perde 60% de seus usuários

Atrativos da rede social do Google parecem não terem sido suficientes para prender a atenção dos novos clientes

Foto: Getty Imagens

Depois da tormenta, a calmaria. Ou o êxodo. Assim pode ser definida a atual fase do Google+ após a explosão de visitas que o serviço experimentou quando abriu o acesso para todos os usuários, no mês passado.

Na ocasião, o acesso à nova rede social do Google cresceu 1200%, de acordo com a empresa de análises Hitwise. Vale lembrar que o número é resultado da multiplicação de uma base pequena de usuários.

Porém, os atrativos da rede social do Google parecem não terem sido suficientes para prender a atenção dos novos clientes. De acordo com um relatório da empresa Chitika Insights, o número de usuários ativos da plataforma caiu 60%. As contas ainda existem, porém, não são acessadas.

Segundo a Chitika Insights, apesar de ter dificuldade em fidelizar os usuários, o Google+ ainda pode se tornar uma alternativa ao Facebook, desde que continue adicionando novos recursos em um ritmo acelerado.

Por outro lado, o Facebook também tem incorporado uma série de novas funções, algumas delas copiadas do próprio Google+, como o recurso de videochamada e a opção de dividir os contatos em grupos.

Fonte: EXAME

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Redes sociais são mais ágeis que SAC como canal de reclamação

O problema de Allan Panossian, 26, começou em 3 de setembro. O empresário comprou um Motorola Xoom no site do Magazine Luiza e, após cinco dias, recebeu o produto com o lacre violado.

Resolveu trocar o aparelho e, depois de 19 dias, ainda não tinha conseguido. Panossian pôs a boca nas redes sociais: criou um blog e uma conta no Twitter para divulgar sua história. Em menos de nove horas, um motoboy entregou um Xoom com 3G (ele havia comprado uma versão mais barata, sem a tecnologia) na sua casa. Panossian é um exemplo de algo cada vez mais comum: clientes que usam a internet para reclamar de falhas de empresas são atendidos mais prontamente. 

"Quando só existiam os canais tradicionais de SAC [serviço de atendimento ao consumidor], muitos casos não eram resolvidos", diz Elizangela Grigoletti, 33, gerente de inteligência e marketing da Miti, empresa que faz monitoramento de redes sociais. 

Luiza Sigulem/Folhapress

TRANSPARÊNCIA E RAPIDEZ
A internet mudou completamente a forma como clientes e empresas se relacionam. Enquanto a interação no SAC ainda é unidirecional, as redes sociais deram poder aos usuários. "Antes você reclamava para seus amigos e nada acontecia. Nas redes sociais você escancara essa situação", afirma Renato Shirakashi, cofundador da Scup, empresa de monitoramento de redes sociais.
 
Juliana Rios, superintendente do SAC do Santander diz que "não existe mais a opção de não estar nas redes sociais. O efeito avassalador atinge todo mundo." Ela afirma que a expectativa de resposta é totalmente diferente nesse novo SAC: "A própria rede não permite responder no dia seguinte".

No Santander, há três metas: protestos que chegam via Twitter têm de ser atendidos em até duas horas; via Facebook, em 24 horas; via telefone, em até cinco dias úteis. Outras empresas trabalham com prazos similares.

Fonte: Folha de S. Paulo

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Oito em cada dez paulistanos estão nas redes sociais

Números comprovam necessidade da pequena empresa organizar uma estratégia virtual

De cada dez moradores de São Paulo, oito estão nas redes sociais. Esta é uma das conclusões da Pesquisa sobre Hábitos dos Paulistanos na Internet, realizada em maio com mil entrevistados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP).

Daniel Teixeira/AE

Segundo o levantamento, cerca de 9,35 milhões de pessoas, ou 82,73% dos moradores da capital paulista, fazem parte de ao menos uma rede social. Entre as pessoas com mais de 18 anos e menos de 35, o total é ainda maior, chegando a 89,54%. Aqueles com idades entre 35 e 70 anos, o total saltou de 61,05% em 2010 para 73,27% neste ano.

O Orkut segue como a rede social mais comum, com 74,91% de penetração, mas o site que pertence à empresa Google vem perdendo espaço, pois no ano passado sua popularidade chegava a 82,08%. Quem vem ganhando terreno é o Facebook, que registra 30,06 pontos porcentuais de aumento de uma pesquisa para outra, atingindo agora 54,04% da população paulistana. O Twitter é usado por 19,06% e o MSN, por 66,10%.

Os números comprovam a necessidade das pequenas e médias empresas organizarem - o quanto antes - uma estratégia para as redes sociais. Para ajudá-lo, o site do Estadão PME organizou abaixo informações importantes sobre cada mídia social e, principalmente, como tirar o melhor proveito delas.


Orkut e Facebook
O Orkut ainda é um importante canal de contato com o público das classes C e D. Portanto, não deve ser descartado como ferramenta pelas empresas que visam esse público-alvo.

Já o Facebook funciona como uma boa ferramenta de contato com universitários e as classes A e B. Os especialistas recomendam que as fan pages e as comunidades da empresa sejam um espaço de discussão, onde o empresário não apenas divulgue suas ações, mas também gere conteúdo e interação entre os usuários.

Além disso, as ferramentas podem ser utilizadas para realizar promoções e para a venda de produtos por meio do social commerce. “O Facebook divulgou que possui mais de 800 milhões de usuários ativos, um público enorme. E ainda pretende com seu redesenho manter  o usuário conectado por mais tempo na página, o que mostra a força que essa ferramenta tem”, afirma o consultor de marketing digital Cláudio Torres.

Twitter
“O twitter é surdo”, brinca o professor Alexandre Marquesi, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em referência ao fato de que a interação no microblog é menor do que a que acontece no Facebook, por exemplo. Para ele, o canal tem que ser utilizado para uma exposição positiva da empresa e como um canal de atendimento ao cliente.

Um exemplo de uso do twitter considerado positivo pelos especialistas é o da varejista norte-americana Best Buy, que criou um twitter exclusivo, o @twelpforce, para tirar dúvidas dos consumidores da loja sobre os produtos.

Quem responde às questões são os próprios vendedores da loja. “Essa é uma boa estratégia para a empresa que não consegue gerar conteúdo original na rede”, diz Torres. Já para as empresas que produzem informação em um blog, por exemplo, o twitter pode ser usado como meio de divulgação desse conteúdo.

Foursquare
A rede, que permite que usuários cadastrados informem por meio do seu smartphone o estabelecimento comercial onde está, realizando um check in online, ganhou popularidade nos últimos meses, mas ainda está longe de ser uma ferramenta considerada tão eficiente pelos especialistas em marketing digital quanto o Facebook. Ainda assim, pode ser uma forma interessante de pequenos estabelecimentos comerciais ganharem, sobretudo, status. “Como as pessoas só fazem check in em lugares bons, a empresa precisa trabalhar o posicionamento da sua marca”, diz Marquesi, da ESPM.


Uma das formas de chamar a atenção dos clientes mais utilizadas na rede e que pode ser adotada pelas pequenas empresas é oferecer prêmios para o mayor (prefeito) do estabelecimento - título dado ao consumidor que frequenta mais vezes o lugar - como um café gratuito ou uma diária grátis em um hotel, por exemplo. Outra boa estratégia é acompanhar o comportamento do cliente do foursquare em outras mídias sociais e ver como outras pessoas interagiram com o check in realizado pela pessoa no estabelecimento. No próprio site da ferramenta há uma página para empresas com dicas sobre como usar o Foursquare.

Youtube
Os especialistas recomendam que a ferramenta seja utilizada para produção de conteúdo informativo e como forma de demonstrar os usos de um produto. “Uma academia pode gravar um vídeo com os seus professores dando dicas de exercícios e de saúde”, exemplifica Torres. Segundo ele, esse conteúdo traz visibilidade e credibilidade para a marca.

Um caso famoso de uso do youtube é uma campanha da empresa americana Blendtec, que para demonstrar o poder de sua linha de liquidificadores, criou no You Tube o programa Will it blend?,  no qual o fundador da marca, Tom Dickson, tritura produtos diversos, como um iPad ou um par de tênis.

Fonte: Estadão

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Facebook terá tradução instantânea

São Paulo - O Facebook está colocando no ar uma nova ferramenta que vai permitir aos usuários traduzirem, de forma instantânea, mensagens publicadas por outros clientes da rede social.

Foto: Getty Imagens

O serviço vai funcionar da seguinte forma: se o usuário segue uma página em inglês, uma outra pessoa publica um comentário em espanhol nessa mesma página, o primeiro usuário poderá fazer a tradução da mensagem clicando em um novo botão, que irá aparecer ao lado do botão curtir.

O serviço será oferecido em parceria com o sistema de tradução do Bing, da Microsoft. Entretanto, usuários bilíngues poderão colaborar para tornar a tradução mais acurada, corrigindo os textos e fazendo sugestões. Se a alteração receber votos positivos, ela será incorporada pelo sistema do Bing. Inicialmente, a função não deve ser incorporada às contas pessoais.

Fonte: Revista EXAME

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Nativos e imigrantes digitais

Veja os principais trechos da entrevista de Mark Prensky, autor que cunhou as expressões "nativos" e "imigrantes digitais", para o jornal Folha de S. Paulo.

Foto: divulgação
Folha - Como o senhor define nativos e imigrantes digitais?
Marc Prensky - Nativos digitais são aqueles que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia analógica do século 20 ­--como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada-- é velha. Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso não têm medo dela, a veem como um aliado. Já os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.

Quais são as características dos imigrantes digitais?
Muitos têm dificuldade em deixar antigos métodos para trás. Exemplos disso são imprimir e-mails ou não usar a internet como primeira fonte de informação. A distinção é mais cultural e de atitude.

Um imigrante digital consegue ensinar um nativo digital?
Depende do que você entende por "ensinar". Se você quer saber se os mais velhos podem orientar os mais novos, fazendo as perguntas certas, a resposta é "sim". Se você quer saber se os jovens vão ouvir os mais velhos falar sobre coisas que não acham importantes, a resposta é "não". A educação precisa ser menos sobre o sentido de contar, e mais sobre partilhar, aprender junto.

O aprendizado está mudando?
Não. O que está mudando são as ferramentas que ajudam na aprendizagem. Gosto de distinguir os verbos e os substantivos nesse tema. Os verbos ligados ao aprendizado --comunicar, pensar, apresentar, persuadir etc.-- continuam os mesmos. Os substantivos que usamos com esses verbos mudam rapidamente.

O senhor pode dar exemplos?
As apresentações costumavam ser feitas em trabalhos normais. Hoje são feitas por Power Point e amanhã serão feitas de outro jeito. A comunicação era por cartas, hoje é por e-mail e amanhã pode ser feita por programas de computador. Você pode usar um programa para ajudar a pensar criticamente, mas o aprendizado continua o mesmo.

A tecnologia mudou as relações na sala de aula?
Em cada lugar há um efeito diferente. Em alguns casos, reforçou as relações, conectou professores e alunos isolados. Em outros, trouxe medo, desconfiança, desrespeito mútuo. Por exemplo, um professor pode pensar que os alunos têm a concentração de um inseto. Os alunos podem pensar que os professores são analfabetos digitais. É quase impossível o aprendizado ocorrer em circunstâncias assim. O que a gente precisa é de respeito mútuo entre professores e estudantes.

O papel dos professores mudou em comparação com o das décadas de 80 e 90?
Sim. O papel do professor está mudando gradualmente. Está deixando de ser apenas o de transmissor de conteúdo, disciplinador e juiz da sala de aula para se tornar o de treinador, guia, parceiro. A maioria dos professores está em algum lugar no meio; poucos são parceiros de verdade.

E continua mudando?
Sim. E precisa continuar mudando se os professores quiserem ajudar os alunos do século 21 a aprender. Alguns acham que a pedagogia vai mudar automaticamente, assim que os "nativos digitais" se tornarem professores. Eu discordo. Há pressões forçando os professores novos a adotar métodos antigos. Nós precisamos fazer um grande esforço de mudança. Primeiro, mudar a forma como nós ensinamos --nossas pedagogias. Depois, mudar a tecnologia que nos dá suporte. Finalmente, mudar o que nós ensinamos --nosso currículo-- para estarmos em acordo com o contexto e as necessidades do século 21.

Fonte: Folha de S. Paulo

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Editora Abril decifra o público feminino na web

Na última semana, o maior portal feminino do Brasil, o MdeMulher, em parceria com o Movimento Habla, a boutique de conhecimento do universo feminino da Editora Abril, apresentaram a primeira pesquisa brasileira sobre comportamento digital feminino.  A pesquisa realizada pelo instituto ComScore, esclarece sobre como a mulher brasileira está usando a internet hoje e estabelece comparações do comportamento das brasileiras em relação ao restante do mundo.

O Evento
A apresentação da pesquisa aconteceu durante a terceira edição do projeto etalks Abril. O evento, promovido pela ABRIL MÍDIA, reuniu vários especialistas da área de mídia digital para discutir tendências e disseminar o conhecimento entre profissionais do mercado publicitário, marketing e tecnologia.

A partir do conteúdo apresentado na pesquisa ComScore  podemos destacar:
Liderança
A brasileira é a maior consumidora de conteúdo de moda, beleza e estilo do mundo
Polêmica
Comparada com o resto do mundo, a brasileira não é tão viciada em jogos
Redes Sociais
Só 3% das brasileiras conectadas não acessam as redes sociais (vs. média mundial de 17%)
Fotos
As brasileiras são líderes absolutas no compartilhamento de fotos

Quer saber mais? Acesse a pesquisa na íntegra clicando aqui


Fonte: Blog Cherry Plus

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Danone vende 44% mais com concurso no Facebook

 

Promoção que teve Maguila, Sérgio Mallandro, Palmirinha e Supla impactou mais de 17 milhões de pessoas

São Paulo - A promoção da Danette, marca de sobremesas da Danone, que colocou o lutador Maguila, Sérgio Malandro, Palmirinha e Supla para encenar "missões impossíveis" em oito filmes foi responsável por um aumento de 44% nas vendas do produto durante o período da promoção - julho/agosto - se comparado ao período anterior - maio/junho.

Em pouco mais de dois meses, a ação “Impossível mesmo é resistir a Danette” impactou 17 milhões de pessoas. Na Fan Page da marca, foram mais de 1 milhão de page views durante agosto. Os números fazem da campanha a maior feita pela Danone nas mídias sociais em 2011.

Segundo a gerente de marketing da Danone, Cecília Bottai-Mondino, a empresa tem optado por campanhas focadas em ativação. "Isso inclui, por exemplo, a decisão de concentrar toda presença online de Danette na comunidade do Facebook, como forma de se aproximar e interagir ainda mais com seu público-alvo: jovem”, diz CeCília.

Pelo concurso, que encerra hoje, a Danone levará ao ganhador um caminhão cheio de Danette. Pela dinâmica do concurso cultural, o internauta entrava na página do Facebook e poderia se tornar fã. A seguir, aceitava um aplicativo que sugeria três missões - cada uma delas personalizada de acordo com o perfil do usuário na rede social. Por último, era respondida uma pergunta e, a partir daí, as participações foram para votação na própria rede social.

Fonte: Revista Exame

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Os planos de Mark Zuckerberg para o Facebook



Se fossem reunidos em uma só pátria, os 800 milhões de usuários do Facebook formariam o terceiro mais populoso país do planeta. Nessa nação, as regras são determinadas por Mark Zuckerberg, de apenas 27 anos, criador e CEO da maior rede social do planeta. Há poucos dias, ele veio a público para anunciar mudanças que vão tocar a vida de todas as pessoas que utilizam o site – o que inclui 28 milhões brasileiros, entusiastas de redes.

Para Zuckerberg e seu time, que comandam a rede a partir de Palo Alto, na Califórnia, as mudanças representam a tentativa de atingir um objetivo audacioso: transformar o Facebook em uma espécie de internet dentro da internet, um ambiente onde usuários podem realizar quase todas as suas atividades. É algo sem precedentes, como mostra reportagem de VEJA desta semana.

Do lado do usuário, o plano do Facebook permitirá assistir a filmes, ouvir músicas e ler notícias provenientes de serviços como Netflix e Spotify, que oferecem conteúdos por demanda. Além disso, haverá espaço ilimitado para que cada usuário construa, em uma Linha do Tempo, uma biografia virtual. Entender as mudanças é algo fundamental para a vida on-line – e também off-line – dos cadastrados.

Confira a seguir histórias de pessoas que estão dando à redes novos significados. Há gente utilizando o serviço com fins educativos, religiosos, comerciais, sociais, profissionais e também para mobilização social ou caridade. Grandes companhias e famosos também estão lá.

Conheça nove casos de sucesso no Facebook clicando aqui

Fonte: Revista Veja