quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Mark Zuckerberg diz que ‘Facebook cometeu um monte de erros’

O mundo inteiro sabe que as políticas de privacidade do Facebook são obscuras. Vão desde práticas como mudar repentinamente as configurações sem avisar os usuários até rastreá-los mesmo fora da rede social.


E, agora, os erros foram assumidos por Mark Zuckerberg. Ele disse que o Facebook “cometeu um monte de erros”, em um post em seu blog sobre o acordo. Porém, isso pode mudar. Ou ficar mais claro. O Facebook assinou um acordo com Federal Trade Comission, agência regulatória de comunicações nos EUA, sobre suas políticas de privacidade. A principal acusação contra o site é que ele é mentiroso – ou não cumpre suas próprias promessas.

O Facebook se comprometeu a adotar uma política mais clara sobre a maneira como lida com os dados dos usuário e a submeter-se a uma auditoria independente pelos próxmos 20 anos. A partir de agora, o Facebook terá de ter a permissão expressa dos usuários antes de fazer qualquer mudança. Há vários pontos no acordo – se o Facebook violá-los, terá de pagar uma multa de US$ 16 mil por dia.

A rede social terá dois novos cargos para cuidar dos problemas: Eric Egan será o novo executivo responsável pela área de política e privacidade, cuidando de questões governamentais e questionamentos públicos, e Michael Richner cuidará da área de privacidade e produtos, garantindo que os princípios sejam cumpridos.


Representantes do FTC disseram que o Facebook adota práticas enganosas repetidamente. Entre elas:


- Mudou repentinamente seu site no final de 2009 sem avisar os usuários. As mudanças tornaram públicas informações que originalmente restritas pelos usuários (visíveis, por exemplo, apenas para seus amigos).


- O Facebook tem aplicativos criados por terceiros que dizem ter acesso apenas à algumas informações dos usuários. Mas, na verdade, podem acessar praticamente todos os dados pessoais dos usuários – mesmo os que não são necessários para a atividade do app


- Os usuários teoricamente podem optar por compartilhar informações apenas com os amigos. A restrição, porém, não impede que os dados sejam utilizados por apps usados pelos amigos


- O Facebook garante certifica a segurança dos os apps que rodam em sua plataforma, mas não faz isso


- O Facebook disse não compartilharar informações pessoais dos usuários com anunciantes, mas esse é seu modelo de negócios


- A rede garantiu apagar as informações quando os usuários deletam suas contas. Mas tudo fica armazenado.

Fonte: Estadão

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Unilever usa rede social para testar produto

Desde o início desta semana (28), o purificador de água da Unilever Pureit irá enfrentar uma série de desafios na sua fan page do Facebook. A websérie será protagonizada pelo Dr. Bactéria, na séria ‘Desafio Pureit’, que irá testar ao máximo o produto, com experiências inusitadas.


A gerente de marketing da Unilever, Bianca Shen explica que “o desafio visa evidenciar a superioridade e a qualidade do produto de uma forma divertida e leve, além de estimular a intereatividade com o público”. Este aparelho deve ser o único a remover 99,9% das bactérias da água.


A mesma ideia será introduzida no Twitter da marca, com a ajuda do Dr. Bactéra, que irá postar diariamente diversas dicas sobre a água, novidades sobre os desafios, além de aproveitar o espaço para responder dúvidas sobre o aparelho. “Vamos aproveitar isso para promover a interação do consumidor que busca saber quais os diferenciais de Pureit em relação à concorrência”.


Fonte: Notícias BR

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Obama entra no Google+ de olho nas presidenciais de 2012

O presidente americano, Barack Obama, adicionou esta quarta-feira o Google+ à já extensa lista de redes sociais (Facebook e Twitter, entre outras) nas quais fará campanha para promover sua reeleição nas presidenciais de 2012.


"Estamos tentando nos situar, portanto não hesitem em nos dizer o que gostariam de ver aqui e nos dar ideias da forma como poderíamos usar este espaço para ajudá-los a permanecer em contato com a campanha", diz a primeira mensagem da conta oficial de Obama no site.

Desde o mês passado, a equipe da campanha de reeleição do presidente, 'Obama for America', abriu contas em sites populares, como o microblog Tumblr, que completa o atual arsenal formado por Facebook, YouTube, Twitter, Flickr e Foursquare.

Em sua bem sucedida campanha de 2008, Barack Obama se valeu da internet para arrecadar fundos, obter apoio e difundir mensagens.

Fonte: EXAME

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Quer mais Likes na sua página do Facebook?

A solução é oferecer cupons de desconto. Uma pesquisa realizada pelo AdAge em parceria com o Ipsos Observer mostra que a principal razão para usuários curtirem uma página no Facebook são cupons de descontos ou amostras grátis.

A lógica é velha conhecida - as pessoas geralmente não estão dispostas a compartilhar informações com qualquer um, mas a chance aumenta se ganharem algo em troca. A Energizer, por exemplo, testou a hipótese do cupom e ganhou 60 mil likes em dois dias.

A pesquisa ainda apontou que, em 2010, foram distribuídos nos Estados Unidos mais de 332 bilhões de cupons. E quem mais compra? Mulheres entre 18 e 34 anos.

Leia mais no Social Times


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

79% dos internautas estão nas redes sociais

O tempo médio diário de navegação nas plataformas é de 2h43 min
A maioria dos internautas ativos, cerca de 79%, está nas redes sociais e tem idade média de 32 anos de todas as classes sociais e idades, revela o TG.net. Ao todo, são 35 milhões de pessoas conectadas.

Os mais visitados pelos usuários das redes sociais são os sites de música. As preferências variam de acordo com a idade. Veja:

Perfil Internautas Redes sociais
AB 56% 57%
C 40% 39%
DE 4% 4%
15 a 24 anos 34% 35%
25 a 34 anos 27% 28%
35 a 44 anos 18% 18%
45 ou mais 21% 20%

Entre os jovens de 15 a 24 citam mais páginas de música, filmes e jogos. Os de 25 a 44 anos acessam mais as de comparação de preço, música e jornais nacionais. Com idade superior a 45 anos, sites de jornais nacionais/locais e comparação de preços.

O desktop/laptop é o campeão de equipamento utilizado para a conexão, corresponde a 88%. Entre os jovens de 15 a 24 anos que acessam as redes de relacionamento, a maior afinidade é com os games. Entre os de 35 a 44 anos, os tablets.

O tempo médio diário de navegação nas plataformas mais modernas é mais elevado. A média geral é de 2h43 min. Veja a classificação por aparelhos:

Média total 2h43min
Via smartphone 3h28min
Via tablet 3h18min
Via console de games 3h

TV e internet tem o maior percentual de sobreposição, independente de faixa etária. Veja o índice de afinidade:

15 a 34 anos Televisão + internet 164
35 a 44 anos Rádio + internet0 132
45 ou mais Televisão + jornal 140

No caso de sites de mídias off-line, o valor é superior ao consumo simultâneo dos meios. 78% dos usuários das redes visitou um ou mais sites de meios off-line.

Das crianças que navegam na internet, 11,5% das crianças nos domicílios do universo TG.net não são usuárias, 54% é das classes CDE. As atividades mais comuns são jogar, fazer lição de casa, músicas e vídeos. O tempo médio é de 10 horas semanais.

O TG.net é uma pesquisa online, realizada com 2.900 internautas brasileiros de 15 a 75 anos em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Distrito Federal, Goiânia, Nordeste, São Paulo interior e interior do Sul e Sudeste.

Fonte: EXAME

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quase metade dos jovens priorizam liberdade na web a salário ao aceitar emprego



Um total de 44% dos jovens profissionais brasileiros afirmam que priorizariam a liberdade das mídias sociais, a flexibilidade de dispositivos móveis e a mobilidade do trabalho em detrimento do salário ao aceitar uma proposta de emprego.

A informação é da Cisco Connected World Tecnology, que entrevistou 2800 estudantes universitários e jovens profissionais de 14 países, incluindo o Brasil.

De acordo com o levantamento, a média mundial para a mesma situação foi de 33%.


Mídias sociais
No geral, afirma o estudo, mais da metade dos universitários de todo o mundo, 56%, afirmou que se encontrassem uma empresa que proibisse o acesso a mídias sociais, eles prefeririam não aceitar a proposta de emprego ou aceitariam e buscariam uma forma de contornar a política corporativa. No Brasil, este percentual foi muito maior, de 74%.


Na opinião da Cisco, os números apontam a importância da relação entre a internet, a cultura da mão de obra e as vantagens competitivas das empresas, indicando que os métodos tradicionais de atrair e reter jovens profissionais podem ser menos importantes, uma vez que a geração “milênio” abrange a maior parte da força de trabalho.


Conectados
Ainda conforme o estudo, no Brasil, 90% dos jovens profissionais planejam fazer perguntas sobre as políticas de uso de mídias sociais durante as entrevistas de emprego, sendo que para 53% esse será um fator fundamental em sua decisão de aceitar ou não a proposta. Neste caso, a média mundial é de 64% e 24%, respectivamente.


Neste sentido, 41% dos jovens profissionais de todo o mundo afirmaram que suas empresas divulgaram a política referente a dispositivos flexíveis e mídias sociais para recrutá-los, com 31% dos entrevistados acreditando que o seu nível de conforto com as redes foi um fator de peso para sua contratação. No Brasil, este percentual é de 63%.


Fonte: InfoMoney

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Facebook abre escritório no Brasil e investe como ferramenta de negócios

Não é de hoje que o Facebook é considerado como a melhor forma para as pessoas se conectarem. Mas mais que isso, ele é também uma ótima ferramenta de negócios. De acordo com a empresa, um usuário se conecta com 80 páginas, em média. O Brasil está na mira do site: é o primeiro país da América Latina a receber um escritório da empresa.

Um dos grandes atrativos do Facebook é ser totalmente gratuito. Porém, como uma empresa que não cobra nada pelo serviço vale 50 bilhões de dólares? A Mundo S/A foi até Palo Alto, na Califórnia, conhecer a sede do maior site de relacionamentos para responder essa e outras perguntas.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Revolução das Redes Sociais

Todo mundo já sabe que as redes sociais estão revolucionando o mundo. Facebook, Twitter, Linkedin - e outras mídias - invadiram a vida pessoal e profissional de muita gente. O vídeo Social Media Revolution 2011 revela números impressionantes desse mundo virtual, que a cada dia influencia mais o real:


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Salão Jacques Janine passa a marcar horários de atendimento pelo Facebook

A rede de salões de beleza Jacques Janine acaba de lançar um serviço para que os clientes possam marcar um horário de atendimento pelo Facebook.

Desenvolvido pela Full Squad, o aplicativo entra no ar seguindo a tendência de bares e restaurantes que começam a usar a rede social como canal de reservas.

Para realizar uma reserva no Jacques Janine, o cliente só precisa entrar na fan page oficial da grife, JacquesJanineOficial, clicar no botão “curtir”, seguir o passo a passo do menu, escolher o serviço, dia e horário que deseja. O aplicativo permite, inclusive, que o cliente aponte que profissionais devem atendê-lo.

Por enquanto, o serviço está disponível na Unidade Jacques Janine Augusta e se pretende expandir para outras unidades em breve.

Fonte: IG

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Microsoft prepara sua própria rede social

Rede social da Microsoft

A Microsoft deu nesta quarta-feira os primeiros passos para desbravar o terreno social na internet, área ainda não explorada pela gigante de software. Pela primeira vez, foram divulgadas as imagens do Socl, rede da companhia que permite compartilhamento de conteúdos e mensagens a partir da integração com outras plataformas, como Twitter e Facebook. Sem data para estrear oficialmente, o Socl já deixou uma certeza: inspirou-se claramente no visual de serviços como Diaspora e Google+.


Segundo integrantes do site The Verge – um dos poucos a obter um convite para acessar o serviço –, o Socl é testado pelo Fuse Labs, laboratório de projetos da Microsoft, e permite aos usuários receber atualizações de seus amigos (imagem acima) – recurso similar ao feed de notícias do Facebook –, além de integrar a ferramenta de pesquisa oficial da empresa, o Bing.

A estratégia da Microsoft é evidente: seguir a tática do Google com o Google+. As informações postadas na rede poderão reforçar seu mecanismo de busca, hoje alimentado por ferramentas tecnológicas, fazendo-o, em tese, ainda mais poderoso.


Vale a pena refletir ainda sobre a linhagem visual do projeto da Microsoft. Em outubro de 2010, nascia o Diaspora, concebido como uma alternativa ao Facebook: ele garante ao usuário controle sobre tudo o que ele compartilha. Em junho deste ano, apareceu o Google+. É difícil imaginar que a semelhança entre as duas plataformas seja mera coincidência.
 
Desenvolvido em HTML5, linguagem cada vez mais comum na web, o Socl se destaca pela funcionalidade Video Party. O recurso é uma espécie de chat em vídeo similar ao Hangout, do Google+ – em que é possível conversar em até dez pessoas -, mas que permite ao usuário assistir a vídeos do YouTube com seus amigos durante o bate-papo. Detalhe: o YouTube é de propriedade do Google.




A chegada do serviço é, é claro, uma ótima notícia para o usuário. Mas não apaga a constatação de que a gigante do software chega atrasada às redes sociais.
 
Fonte: VEJA

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A vida online é real?

Texto de Mariela Castro

Se você está tentando construir uma persona online, de modo a firmar sua trajetória profissional e mostrar sua expertise e competência, sua presença online assume uma prioridade ímpar, pois é ela que vai refletir quem você é e como você deseja que as pessoas te percebam.

Se, por outro lado, você encara as mídias sociais apenas como canais de caráter pessoal, para manter contato com amigos, a preocupação com o volume e a frequência do que você posta  não é tão relevante.

Mas não confunda personal branding com invenção ou fingimento. Não, você não vai criar um personagem para você mesmo, como se estivesse no Second Life. Alguns autores, entre eles Thomas de Zengotita e Neal Gabler, acreditam que a interação via mídias sociais criou um novo tipo de sociedade, em que a realidade “real” e a realidade “virtual” se confundem, em que é possível “construir” uma realidade e atuar nela como se estivéssemos em uma peça de teatro ou show de TV. Ou seja, que ninguém mais simplesmente É – a autenticidade foi substituída pelo que “achamos que devemos aparentar”.

A avaliação é instigante na medida em que sequer percebemos se estamos enveredando por uma quase “falsificação” da realidade. As novas formas de comunicação transformaram a vida em um grande show de entretenimento. Quem não quer mostrar seu lado mais glamuroso, inteligente, interessante? Seria isso uma forma de iludir nossos interlocutores?

Eu defendo uma posição mais simples: coerência e consistência. O que você mostra online deve ser reconhecido quando as pessoas te conhecem e te ouvem ao vivo. Especialmente do ponto de vista profissional, não há como representar um papel quando o assunto é face a face.

Um bom exemplo de coerência online-offline é o que faz o escritor e palestrante Eugenio Mussak em sua página no Facebook (sim, ele tem uma página, não um perfil, o que já delimita o tipo de interação a que está disposto). Seus posts, embora de conteúdo informal e às vezes fazendo referência a situações pessoais, sempre têm uma razão de ser, pois encerram alguma mensagem, alguma “moral da história”. Ou seja, ele continua sendo o Eugenio Mussak palestrante, falando para um público vasto e diverso, e não somente para quem ele conhece pessoalmente e tem relações de amizade.

Nossa tendência a complicar desaparece rapidamente quando entendemos os pontos básicos para estabelecer nossa presença online, que é alimento imprescindível para nossa credibilidade.

Fonte: EXAME

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Redes sociais nas empresas

Por Dra. Patricia Peck Pinheiro *


Que tipo de informação as companhias brasileiras postam no Twitter? São dois tipos de abordagens no microblog: há empresas que possuem presença direta, como um canal oficial, postando as mesmas informações que poderiam ser encontradas no site corporativo.

Outro caminho é agir através de um interlocutor – por exemplo, o diretor de RI, de Comunicação, de SAC -, que publica comentários e opiniões sobre a companhia. Neste caso o tom é mais de ordem pessoal, de alguém que se coloca à disposição para interagir com os demais, tirar dúvidas e indicar o acesso do site da empresa para complemento das informações.

Abordagem
A informação deve ser consistente, quer seja com uma abordagem corporativa ou com uma personalíssima. Afinal, é uma informação por escrito que compromete sempre a empresa. Deve-se evitar “achismos”, informações desencontradas e não oficiais. Dicas e recomendações mais direcionadas a determinados públicos é um bom complemento, pois em um ambiente de rede social pode-se assumir um tom mais relacionado com determinado público-alvo.

Toda mídia tem seus riscos. No caso desses ambientes, o principal risco está relacionado à exposição em si, à própria interatividade. Se a empresa lidar com o consumidor final, em um mercado no qual é comum haver contencioso judicial, ela deve estar preparada para encontrar reações negativas diante de sua presença em redes sociais, bem como para saber lidar com os ambientes mais ofensivos, que extrapolam os limites da liberdade de expressão e do direito de reclamação do consumidor (ingressamos aqui no abuso de direito previsto no artigo 187 do Código Civil).

Riscos à reputação
Deve-se preparar bem os cenários e os discursos, pois, havendo uma situação de incidente de imagem e risco de reputação, é necessário agir rapidamente. Não há tempo para fazer reuniões de alta direção. Caso contrário, o problema se espalha rápido, inclusive os boatos eletrônicos. Isso torna necessário ter um plano de ação que preveja não só o que a empresa quer comunicar, mas o que não quer falar e o que ela terá de informar se alguém se referir  a ela de modo negativo.

A companhia deve selecionar bem quem irá cuidar deste ambiente e monitorá-lo permanentemente. O indicado precisa ser alguém com legitimidade para falar em nome da corporação como seu porta-voz, até porque será sempre bem difícil afastar a responsabilidade da organização sobre o conteúdo (algo como foi o fulano, não foi a empresa), a não ser na hipótese de perfil falso. Não importa o cargo. Deve ser alguém preparado.

Diretrizes
Estando ou não a empresa nas redes sociais, ela deve se preparar para as manifestações digitais, que ocorrem independentemente de sua vontade. Logo, monitorar a internet é essencial, é dever de casa de RI, de marketing, RH, SAC, da área de segurança da informação, cada um com seu objetivo de monitoração.

* A Dra. Patricia Peck Pinheiro é advogada especialista em Direito Digital, autora do livro “Direito Digital” 3ª. Edição e coautora do áudio livro “Direito Digital no dia a dia Tudo o que você deve ouvir sobre Direito Digital”, ambos publicados pela Editora Saraiva. 

Fonte: Idgnow

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Propagandas podem irritar usuários de redes sociais

Uma pesquisa realizada por uma consultoria de marcas afirma que o investimento pesado feito por algumas empresas para aparecer nas redes sociais pode ter um resultado inverso ao desejado. Segundo dados da consultoria TNS, 57% dos consumidores analisados em mercados considerados desenvolvidos não querem se relacionar com marcas de empresas através das redes sociais. Nos Estados Unidos, esse percentual chega a 60%.

"Estratégias mal-orientadas estão gerando pilhas de lixo digital, desde páginas do Facebook sem amigos a blogs que ninguém lê", afirma o relatório da TNS. A pesquisa sugere que grande parte das pessoas - 61% - comenta marcas de empresas nas suas contas de redes sociais apenas porque estão participando de algum tipo de promoção ou sorteio.


Emergentes

Segundo o levantamento, uma em cada quatro pessoas está disposta a comprar produtos por meio das redes sociais. Nos mercados emergentes, de acordo com a pesquisa, os usuários estão ainda mais abertos à publicidade nas redes sociais.

O estudo afirma que em mercados que estão em alto crescimento - categoria na qual a TNS enquadra o Brasil - 59% dos consumidores disseram que as redes sociais podem ser o ambiente adequado para se aprender mais sobre marcas.

Os mercados emergentes ainda apresentam desafios de infraestrutura, no entanto. Quase metade das pessoas consultadas nesses países disse que usaria mais a internet caso o acesso fosse mais barato.

Fonte: Uol

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sem controle, como as marcas devem orbitar no mundo digital?


Em um mundo totalmente diferente do cenário de 10 anos atrás, as empresas abandonam alguns pontos do marketing tradicional na busca de reinventar, renovar e inovar. O principal caminho para o sucesso é saber que não é possível controlar a imagem da empresa como antes, mas abrir mão disso sem entregar totalmente o conteúdo da marca aos consumidores, cada vez mais exigentes, divulgando espaços próprios para eles se comunicarem.

"Não existe marketing digital hoje em dia. É tudo marketing, apenas”, diz Allister Frost, diretor de estratégia em marketing digital para a Microsoft, durante evento da MAA (associação de agências de marketing, na sigla em inglês), realizado dos dias 19 a 21 de outubro. “Temos que simplificar. A internet é somente pessoas conversando online”, diz Frost.

A linha de pensamento de criar estratégias para aumentar as vendas foi ultrapassada no meio digital. “Na internet, vendemos as marcas e não produtos ou serviços”, afirma Marcio Garcez, diretor de consumo e propaganda da Google Brasil.

Consumidores exigentes
Já existe uma compreensão de que o consumidor é exigente na internet. Mas nem toda empresa sabe lidar com eles ainda. “Não podemos mais gritar, temos que conversar”, diz Frost. “Ignorar o cliente não é uma opção, mas devemos também começar uma comunicação estratégica e para isso é preciso entender a linguagem da mídia, escutando antes de falar”.

O objetivo é achar um limite entre abrir mão do controle, mas também saber guiar a atuação da marca pela estratégia da empresa, e sempre monitorar.

Marcas podem orientar internautas na criação do conteúdo
Não é possível prever as repercussões no âmbito digital. Há, no entanto, maneiras de lidar com o meio. “Se as pessoas estão contando histórias sobre a marca, então porque não contar a sua?”, diz Yeomans. A empresa deve fazer uso da sua própria história e focar em seus pontos principais para contá-los em suas publicações, lembrando sempre de segmentar seu público-alvo.

Na tentativa de gerenciar o que é falado sobre a marca na internet, a Dell criou um site, o Idea Storm, em que as pessoas podem postar o que quiserem sobre a marca e seus produtos. Assim, a empresa pode acompanhar mais facilmente o que é falado, até para responder os comentários.

Uma boa tática é recompensar os consumidores. Não somente por meio de concursos, mas também com ações inteligentes, como os Social Objects, que ainda adicionam valor à marca. “Um exemplo de Social Object é, se um site de turismo está lançando uma promoção de viagem para Galápagos, fazer um vídeo com 10 dicas do que levar para o país, brincando um pouco com a ideia”, diz Frost. O objetivo não deve ser aumentar as vendas, mas tornar a marca conhecida.

“Use o consumidor a seu favor, surpreendendo-o, provocando-o e entretendo-o”, sugere Garcez. Ele citou o caso do vídeo do Swagger Waggon, da Toyota (foto), com um rap feito por uma mãe e um pai, para tornar divertida a mensagem de que o carro é para a família. Seguiram diversas paródias feitas por internautas, mas nem todos mostravam um automóvel da Toyota. “Não tem problema que o produto é outro, o conceito é o mais importante”, diz Garcez.

Fonte: EXAME

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Rede social é principal motivo de uso da web por brasileiros

Uma pesquisa da Fecomércio-RJ/Ipsos revela que o percentual de brasileiros conectados à rede mundial de computadores passou de 27%, em 2007, para 48%, em 2011. Segundo o estudo, os brasileiros estão mais conectados a cada ano, sendo que o acesso à internet quase dobrou nos últimos quatro anos: se em 2007, 27% da população tinham acesso à rede, este ano este percentual chegou a 48%.


Os principais motivos que levam as pessoas a usar a internet são o contato com os amigos (50%) e trabalho (27%). Os tipos de sites mais acessados são redes sociais (61%), de pesquisas (48%), e-mails (34%), de notícias (34%), de diversão (17%) e de serviços (17%). Em relação ao local de acesso, 62% dos internautas informaram que usam a internet em casa, 15% em lan houses, 15% no trabalho e 6% em casas de parentes e/ou amigos.

A frequência do uso também aumentou. Entre os brasileiros conectados, 47% afirmam que se conectam diariamente à rede mundial de computadores, ao passo que 33% acessam mais de uma vez por semana e 12% uma vez por semana.

Quanto ao tempo de conexão, 55% dos internautas passam de 30 minutos a duas horas ligados na web; 23% permanecem conectados entre duas e quatro horas; e 14% ficam menos de meia hora.

A principal razão para a difusão da internet no País está no crescimento na venda de computadores, em função do aumento do poder aquisitivo da população nos últimos anos, incentivado pelo crescimento do emprego formal e do acesso ao crédito.

Também contribuíram para esse processo o avanço da tecnologia, o comportamento do dólar nos últimos anos, que favoreceu a importação de produtos e peças, o apelo que a internet ganhou entre a população, inclusive sob influência das redes sociais, e a isenção de PIS e Cofins sobre a venda de computadores e seus componentes, em vigor até 2014.

O número de brasileiros que fazem compras online também aumentou, passando de 13%, em 2007, para 20% neste ano. Os itens mais adquiridos pela internet são eletrodomésticos (com 36% de adesão entre os compradores), CDs e DVDs (20%), livros (16%) e ingressos para cinemas ou similares (7%).
 Para 38% dos entrevistados, a comodidade é a maior vantagem de realizar compras pela internet, seguida por preços (33%) e facilidade para pesquisar (11%). Apesar do aumento de compras pela internet, 80% dos internautas ainda não adquirem bens pela web, porque não acham seguro (69%) ou porque têm receio em relação à qualidade do produto (26%).

Questionados sobre a principal dificuldade em acessar a internet, 43% dos que não acessam a rede alegaram falta de conhecimento de uso do computador (ante 49%, em 2007); 38% informaram que não tinham o eletroeletrônico (em 2007 eram 56%); e 30% não tinham interesse em se conectar (contra 17%, em 2007).

A pesquisa foi realizada com mil entrevistados, de 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas do País.

Fonte: Terra

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Rede social do Google quer atrair empresas

“Nós queremos ter certeza que você pode construir relacionamentos com todas as coisas que você se importa.” Foi assim que o Google anunciou o Google+ Pages, ferramenta que permite criar páginas corporativas na rede social da empresa.

Agora é possível seguir as postagens de marcas, promover discussões e até fazer um hangout (o chat em vídeo) com determinada empresa. O relacionamento pode ser um simples clique no botão +1 na página da marca, mas o usuário também pode adicionando-a aos seus círculos e seguir as atualizações.

O recurso ainda não foi liberado para todos, mas já há empresas que criaram suas páginas para o lançamento: New York Times, Gol, Angry Birds e até os Muppets.

Em julho, no primeiro mês de Google+, a empresa removeu páginas como a do Mashable e a da Vila Sésamo — a alegação foi de que empresas não poderiam criar perfis como pessoas. A empresa prometeu lançar ferramentas específicas para o público corporativo. A novidade só foi lançada agora.
Segundo o Google, em breve qualquer pessoa poderá criar uma página semelhante em http://plus.google.com/pages/create.

O Google+ também foi integrado às buscas. A empresa lançou o recurso Direct Connect, que facilita o acesso à página da empresa no Google+. Bastará digitar o nome do que você quer, antecipado por um símbolo “+” — por exemplo, +LinkEstadão — para ser levado à página correspondente no Plus.

Veja o vídeo de apresentação:


Fonte: Blog Estadão

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Quem deve cuidar das mídias sociais nas empresas?

“Mudou o jogo na comunicação entre empresas, clientes e governo”, afirmou o diretor-geral da comScore Brasil, Alex Banks, durante o Digital AGE 2.0 2011. As empresas já descobriram que as mídias sociais permitem maior interatividade e comunicação direta com o consumidor. Ao mesmo tempo é um instrumento importante no relacionamento com fornecedores e públlico.


Segundo estudo recentemente divulgado pela empresa de pesquisa GfK, 43% dos brasileiros costumam usar mídias sociais como Orkut, Facebook, Twitter e YouTube. Revelou ainda que 27% dos usuários de redes sociais costumam usá-las para pesquisar uma marca e 17% para recomendá-la. O resultado mostra que, independentemente das políticas das empresas em relação ao meio digital, suas marcas já estão na rede, sendo avaliadas, criticadas ou elogiadas pelo consumidor que tem conta no Facebook ou no Twitter.

A maioria das corporações brasileiras que adota estratégias para o fenômeno das mídias sociais, segue um movimento já em curso no mundo, em que, “cada vez mais as empresas, com a assessoria das agências de marketing, estão trabalhando nas redes sociais para se relacionar com o consumidor”, segundo Alexandre Campos, consultor da consultoria IDC.

Para grande parte das companhias, o que prevalece é a gestão das redes sociais ficar a cargo das áreas de Marketing e Comunicação. E o papel do CIO? Para o diretor de Sistemas de Informação para América Latina da Rhodia, Fernando Birman, a TI oferece condições para que as áreas interessadas desenvolvam projetos relacionados às mídias sociais.

“Isso vale para rede social e qualquer outra iniciativa das unidades de negócios. Na Rhodia, é o negócio que ‘puxa’ os projetos. Eu entro como facilitador e incentivador da inovação”, diz Birman. Outro papel importante do CIO, segundo o executivo, é o de prospectar tendências.

Além disso, segundo a opinião de Birman, o setor de TI tem também a vantagem de orientar as outras que estão na linha de frente de relacionamento com as mídias sociais. “Uma empresa como a Rhodia, por exemplo, tem um conjunto de regras. Há políticas de comunicação, comportamento e informática. E mídia social uniu várias disciplinas. Na nossa área, a orientação em relação às boas práticas de informática ajuda”, diz.

Fonte: IDG Now

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dispositivos móveis serão principal via de acesso às redes sociais na AL

Estudo revela que, até 2015, cerca de 116 milhões de pessoas na América Latina estarão acessando as redes sociais via dispositivos móveis, considerando o atual padrão de crescimento do mercado de acesso às redes sociais por estes meios.

De acordo com relatório do Pyramid Research, a tendência é que os dispositivos móveis  vão se tornar a principal plataforma de acesso aos sites de redes sociais na América Latina.

Penetração
Na América Latina observa-se uma forte adesão às redes sociais. Para se ter uma ideia, 96% dos usuários da internet  acessam algum tipo de rede social na região. A perspectiva é de que esse volume cresça para 98% em 2015, ou seja, serão 229,1 milhões de usuário acessando estes sites.

“Com a forte adoção das redes sociais e com uma cultura que valoriza muito a capacidade de estar conectado aos outros, a América Latina apresenta um terreno fértil para oportunidades e crescimento das redes sociais móveis”, avalia o analista sênior da Pyramid Research, Vinicius Caetano.

O analista ainda ressalta que grande parte das condições-chaves que permitem o melhor aproveitamento dos dispositivos móveis no acesso às redes sociais já estão sendo oferecidas pelas operadoras.

O recente desenvolvimento da rede 3G, os novos planos de dados oferecidos pelas operadoras e o aumento da popularidade dos smartphones são alguns exemplos importantes. Caetano acredita que a evolução desses elementos rapidamente colocará a América Latina entre os maiores mercados de dispositivos móveis no acesso às redes sociais.

Fonte: Info Money

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

No mundo, Facebook é considerado útil por 58% dos pesquisados

Uma pesquisa da consultoria Right Management divulgada nesta terça-feira (1) mostra que o LinkedIn é considerado o mais útil por recrutadores dos Estados Unidos e Canadá para encontrar candidatos. Na média global, no entanto, a rede perde para o Facebook.

Nos EUA e Canadá, 93% dos recrutadores pesquisados consideram o LinkedIn útil na busca por novos empregados e 34% acham que o Facebook é a melhor ferramenta. Apenas 18% disseram utilizar o Twitter para contratar. Na média global, o LinkedIn é considerado útil por metade dos pesquisados, mas ainda perde para o Facebook, que fica com 58% da preferência.

Na Europa e na Ásia os números se invertem. O Facebook é considerado uma fonte útil para encontrar candidatos por 62% dos europeus e 75% dos asiáticos. Já a preferência pelo LinkedIn é de 42% e 32%, respectivamente. Na Ásia, o Twitter também ganha do LinkedIn, com 48%.

A pesquisa ainda apontou que nove entre dez grandes empresas da América do Norte consideram pelo menos um desses sites útil para recrutar, e muitas fazem uso de mais de uma ferramenta. O levantamento foi feito com mais de dois mil recrutadores em 17 países da América do Norte, Europa e Ásia.

Fonte: G1

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Contra TV, YouTube lança 100 canais

O YouTube anunciou o lançamento de cem canais de programação original, com conteúdo fornecido por parceiros como o Wall Street Journal, Madonna, Jay-Z e Ashton Kutcher. Os novos canais vêm para disputar público e receita publicitária com a TV tradicional. É a maior investida em conteúdo de alta qualidade já feita pela YouTube. Marca uma significativa mudança de foco do site: de conteúdo gerado por usuários para programação original e exclusiva.


O Google, dono do YT, gastará inicialmente cerca de US$ 100 milhões (R$ 170 milhões, aproximadamente) pelo novo conteúdo (como adiantamento de receita publicitária de cada canal). Serão 25 horas de programação inédita por dia.

A maior parte dos canais irá ao ar no ano que vem. Outras personalidades que terão canais próprios incluem a ex-estrela do basquete Shaquille O’Neal, o skatista Tony Hawk e o ator Rainn Wilson (da versão americana da série The Office). Entre as organizações de mídia que fornecerão conteúdo estão as produtoras Lionsgate (Mad Men) e FremantleMedia (X-Factor), a agência de notícias Thompson Reuters, o conglomerado Hearst e os sites Slate e The Onion.

Robert Kyncl, diretor global de parcerias de conteúdo do YT, disse num post no blog oficial da empresa: “A TV a cabo expandiu nossas opções de programas para assistir de um punhado de canais para centenas… Hoje, a web está nos trazendo entretenimento de um leque ainda maior de produtores talentosos, e muitos dos canais fundamentais da próxima geração estão nascendo, e sendo vistos, no YouTube.”

Fonte: Estadão