quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

4 motivos para contratar uma empresa de mídias sociais


O mercado de mídias sociais ainda é muito jovem. Portanto, é extremamente natural que as empresas não incluam em seu orçamento anual uma verba destinada a esse nicho.

Em contato constante e próximo com diversas empresas, ouço com muita frequência dúvidas sobre contratar uma ou outra empresa de mídias sociais versus contratar um funcionário para administrar as contas das marcas nas redes.

Dessa forma, selecionei as questões mais comuns para que você faça sua escolha. Vamos a elas:

1. Posso contratar um funcionário por custo menor.

Considere que o "custo menor" é aparente: some ao salário todos os encargos trabalhistas  e considere as férias (quem trabalhará sua empresa nesse período?) e as possíveis faltas. Além disso, você precisará treinar esse funcionário (isso pode levar meses), sem mencionar o outro tipo de treinamento que você provavelmente não poderá oferecer nem a médio prazo: a formação (curso especializado, português perfeito, ética, maturidade).

2. Outra empresa ofereceu custo mais baixo.

Estamos no mercado e diversos tipos de propostas são oferecidas, mas atende-se para alguns detalhes que fazem toda a diferença:

  • quantos posts essa empresa oferece por dia para sua empresa? Ela estará online durante todo o dia para responder todas as dúvidas do seu cliente? Lembre-se que demorar para responder não é admissível no universo expresso das mídias sociais;
  • essa empresa produz conteúdo ou, constantemente, precisará de material da sua empresa para publicação no Facebook, por exemplo? Se você contratou uma empresa é porque não tem tempo para elaborar textos e divulgá-los a cada hora;
  • a emissão de relatórios mensais existe? Esse quesito é particularmente importante para você mensurar o resultado de todo o trabalho que está sendo feito;
  • contato ágil e eficiente: informações mudam e erros podem acontecer eventualmente. Verifique o quão a empresa que está contratando é ágil em corrigir falhas ou em alterar promoções, por exemplo. Ter acesso rápido a quem cuida da sua fan page é fundamental;
  • e o mais importante: peça para conhecer o resultado de outros clientes da empresa que está lhe oferecendo esse trabalho. Empresas com bons resultados não se importarão de apresentar seus cases.
3. Não tenho verba, no momento o custo é alto.

Trate como investimento e compare com outros veículos de comunicação e divulgação: quanto custa um anúncio em revista ou em qualquer site do segmento? E, melhor, quanto custará não investir nas mídias agora? Quero correr o risco de ficar "para trás"?

4. Preciso mesmo estar nas mídias sociais?

Sim! Diversas pesquisas apontam não mais a importância de estar nas redes, mas, fundamentalmente, a necessidade de interagir com seu público onde ele de fato está: na telinha do PC, nos tabletes e nos smartphones.

É claro que existem outras tantas perguntas a serem respondidas, e me coloco a sua disposição para respondê-las. Envie sua mensagem para acacia@yellowa.com.br. Terei o maior prazer em atendê-lo.

Um abraço!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Facebook diz muito sobre desempenho profissional

As áreas "Sobre você", "Citações favoritas", "Preferências políticas" e "Interesses" podem dizer muito sobre um candidato e seu futuro em uma determinada empresa. Segundo um estudo realizado pela Universidade Northern Illinois, nos Estados Unidos, características pessoais como extroversão, socialização, consciência, estabilidade emocional e franqueza podem ser identificadas com facilidade a partir de uma análise feita no perfil de um usuário no Facebook.



Pesquisadores americanos avaliaram o perfil de 56 estudantes universitários empregados (fotos, mural, comentários, educação e hobbies) e, em seguida, responderam a um teste com perguntas como "esta pessoa é dependente?" e "o quão emocionalmente estável é este voluntário?".

Seis meses depois de analisar os perfis, os cientistas entraram em contato com os supervisores desses estudantes e descobriram uma forte relação entre o desempenho no trabalho dos profissionais e a avaliação de suas páginas no Facebook.

De acordo com os pesquisadores, os estudantes que mais viajavam, possuíam mais amigos e mostraram na rede seus interesse foram melhor avaliados na primeira fase e, consequentemente, considerados melhores funcionários pelos seus supervisores.

Usar o Facebook no recrutamento ainda é pouco utilizado no Brasil. De acordo com Iracema Dias de Araújo Andrade, diretora da Viva Talentos, empresa especializada em seleção, a análise comportamental com base no site é pouco usada, embora a plataforma possa ajudar a identificar problemas pontuais de personalidade.

É claro que essas pesquisas não são descartadas, principalmente quando a vaga em questão exige determinados interesses. "Para algumas posições, onde é preciso encontrar uma pessoa alinhada a determinado perfil, é interessante usar o Facebook como um complemento. O problema é que muitos candidatos potenciais não oferecem acesso às suas páginas ou não incluem dados que demonstrem seus interesses pessoais na rede", diz a executiva.

As expectativas de Andrade para o futuro são positivas em relação ao uso da rede nos processos de seleção, embora sua participação no recrutamento de talentos ainda seja tímida no país. "É preciso ter muito cuidado na hora de se levar em conta um perfil. As pessoas são diferentes em ambos ambientes - offline e on-line - e o profissional precisa estar apto a identificar e a avaliar essas nuances", afirma. "A utilização da plataforma requer treinamento, mas acho que no futuro devem surgir especialistas capazes de fazer essa análise comportamental", completa a executiva.  

Fonte: Veja

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Redes sociais ajudam a criar vínculo entre marca e consumidor

As redes sociais podem funcionar como mecanismo para aproximar marcas e consumidores, é o que diz um estudo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, que analisou o papel que o Facebook exerce na relação entre empresas como Coca Cola, Microsoft e Google com seus clientes.

A pesquisa mostra que as redes sociais são atualmente ferramentas extremamente importantes para a manutenção do vínculo cliente-empresa. A internet, cada vez mais, faz parte do dia a dia das pessoas e, portanto, esse campo pode ser explorado de diversas formas, de maneira a ampliar o conhecimento do consumidor sobre a marca, os produtos e serviços oferecidos por ela.
A análise das páginas das empresas na rede social aconteceu entre janeiro e março de 2011. “Escolhi o Facebook porque era a rede social em maior expansão no período. Cresceu muito de 2010 pra cá”, explica a administradora Flávia Preuss Siqueira Batista, condutora da pesquisa. As marcas foram escolhidas segundo com três critérios: quantidade de seguidores, postagens e o valor delas no mercado.

Entre os critérios utilizados para fazer os estudos estavam: a regularidade das postagens, quantos comentários cada uma recebia e o número de pessoas que “curtiam” — opção que a plataforma disponibiliza para os usuários; eles podem “curtir” atualizações e comentários de que gostem e o número de “curtidas” fica registrado logo abaixo do escrito, com um sinal de positivo do lado.

O perfil criado por cada marca no Facebook também foi avaliado.“Foi interessante verificar que a Coca-Cola e a Microsoft adotam políticas para suas páginas. Elas não aceitam, por exemplo, que sejam feitos comentários ofensivos ou que se desenvolvam discussões que fujam de assuntos envolvendo a marca”, diz Flávia. A página do Google não deixa claro aquilo que permite ou não na interação do usuário com a empresa.

Fonte: Consumidor Moderno

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Facebook também serve para vender

Temos falado muito de f-commerce, o comércio através do Facebook. Esse é um mercado que ainda está no começo, mas conquista cada vez mais espaço - e pode ser ótimo para algumas marcas.
 
Um bom exemplo de como vender atráves da rede social é o Insta-imã. A ideia é simples: transformar as fotos postadas no Instagram em imãs. O diferencial é que todo o processo de venda é feito dentro da página da empresa no Facebook. O cliente escolhe a quantidade de imãs, se cadastra, coloca endereço de entrega, escolhe método de pagamento e paga. Tudo sem sair da rede e sem a necessidade de um site próprio.
 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Empresas de internet decretam o fim do currículo no Brasil

Seguindo a tendência mundial, companhias brasileiras passam a utilizar, cada vez mais, um único critério em seus processos seletivos: a presença na web


Pouco mais de um ano atrás, o estudante de sistemas de informação Estevão Mascarenhas, então com 19 anos, passou por uma situação curiosa. Ele começou a interagir nas redes sociais, sem saber, com seu futuro patrão. No fim de 2010, Horácio Poblete, presidente da startup Ledface, começou a seguir o jovem no Twitter por indicação de amigos – que, por sua vez, não tinham qualquer ligação direta com o universitário. Empregador e funcionário em potencial começaram a discutir empreendedorismo pela rede de microblogs, até que Horácio tivesse intimidade o suficiente para solicitar a Estevão que o adicionasse em seu Facebook. Depois de três meses de observação virtual intensa, o executivo finalmente se convenceu de que o estudante era um profissional que, além de qualificado tecnicamente, identificava-se com os valores da empresa. A proposta veio em seguida. Estevão largou a faculdade na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), em Minas Gerais, e mudou-se para Campinas, em São Paulo, de emprego novo, sem ter enviado ao menos um currículo.

Casos como esse são cada vez mais comuns no país. De acordo com uma pesquisa da empresa de recrutamento americana Robert Half, 63% das companhias brasileiras consultam perfis de candidatos nas redes de relacionamento. Mas até então esse procedimento era complementar. “No final, os recrutadores cruzavam os dados do currículo, as impressões da entrevista formal e as individualidades dos candidatos com base em suas informações de perfis na web”, explica Bernardo Entschev, CEO da recrutadora de executivos De Bernt Entschev. Hoje, no entanto, já existem empregadores que vão além e dispensam completamente o currículo. A ideia é analisar, não só a capacidade técnica, mas também valores, o nível cultural e a intimidade do candidato com a internet apenas por intermédio de suas pegadas na web.

EUA na dianteira – No Brasil, o processo é, por enquanto, restrito a empresas focadas no mundo digital, sobretudo para vagas de estrategistas de mídias sociais. Nos Estados Unidos, porém, até o mercado financeiro adotou a nova política. A rede social LinkedIn é a escolha mais óbvia justamente porque já contém uma espécie de currículo embutido.

Contudo, não é este histórico profissional o ponto forte dela, dizem os especialistas. O que os recrutadores buscam é saber com com quem o candidato está conectado, quantas recomendações ele tem de pessoas influentes e se participa ativamente de grupos e discussões relacionadas à vaga que pleiteia. “Além de LinkedIn, costumo pedir a URL de algum agregador de todos os perfis do candidato em redes sociais, como Twitter, Facebook e Tumblr, para que possa analisar a presença online dele”, diz Alexandre Inagaki, especialista que presta consultoria em mídias sociais para clientes como Bradesco e Coca-Cola. Inagaki explica que, a partir das URLs de referência, consegue analisar, além da rede de contatos, a bagagem cultural, a capacidade de produzir conteúdos originais de qualidade e a performance do candidato na hora de adaptá-los a diferentes linguagens.

Fonte: Veja

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

As senhoras da Apple

Muita gente acha que tecnologia é para os mais novos - e quem está nas redes sociais também. Pois pode não ser bem assim. Quer conquistar mais espaço nas redes sociais? Não se esqueça do grupo que a revista TPM mostra nessa matéria:



As lojas da Apple  de Nova York agora oferecem aulas particulares para usuários, chamadas One-to-One. Basta comprar um computador para ter o direito de adquirir um passe anual de US$ 99 e ir à Apple quantas vezes por ano você quiser. Lá, os “professores” ficam uma hora com você, te ensinando desde a nova versão do iMovie até onde fica o botão para ligar o iPad. Mas essa não é uma propaganda da Apple, mas sim a constatação de que o número de pessoas que chamamos de “idosas” tomando essas aulas é impressionante. É impressionante ver uma senhora de 94 anos aprendendo a manejar seu laptop.

Mente em forma

A vida é curtíssima. E enquanto muitas mulheres passam parte dela querendo saber como voltar para trás, com plásticas disso e daquilo, outras olham para a frente para saber como funciona o novo iPhone 4S – como esta senhora da foto, na Apple do bairro SoHo. Por 50 minutos, ela não desgrudou os olhos de seu novo aparelho, fez dezenas de perguntas ao jovem professor e mostrou que na sua idade ainda tem muito o que aprender. Se ela estivesse no espelho contando o número de rugas que tem em cada lado do olho, talvez não teria tempo de estar ali, entre tantos “pirralhos”, absorvendo o novo século.

Essas “senhoras da Apple”, são mulheres que sabem viver. Por serem assim, podemos apostoar que todas tiveram uma vida para lá de interessante. Em vez de sonharem com o rosto que tinham na década de 40, elas viram a página e vivem o hoje. E, hoje, seus rostos refletem experiência e sabedoria acumuladas desde a época do gramofone. E isso se chama arte de envelhecer. You go, girls.


Fonte: TPM

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Para editora do Google, social será sinônimo de web no futuro

A editora de inovações e tendências do Google+, Caroline McCarthy, subiu ao palco do Social Media Week, em São Paulo, para falar sobre como as redes sociais estão inseridas no contexto digital e real das pessoas. Ela comparou os espaços online com cidades, falou sobre a camada social que vai se integrar à web no futuro e revelou números sobre a rede social do gigante de buscas.

"No futuro, não vamos mais ficar falando sobre mídias sociais - e desculpem, sei que o evento é sobre isso", afirmou, com bom humor. Depois, explicou que o tema não vai mais estar em pauta porque tudo na web será social. "O social não vai ser diferente do digital", resumiu. Segundo ela, a camada social da internet vai permitir que "nossas vidas digitais pareçam-se muito mais com nossas vidas reais".

A nova-iorquina mencionou grandes cidades e como as pessoas interagem nelas. "Queremos transformar os espaços digitais em locais atrativos e conectados como os locais físicos", resumiu, "queremos conectar quaisquer 'esquinas' da web".

Questionada sobre o que o Google+ oferece de diferente em relação ao Facebook, Caroline foi categórica: "não nos comparamos com eles, eles são muito bem sucedidos, mas nosso objetivo é diferente", garantiu. "Queremos adicionar uma camada social à internet como um todo, não apenas criar um destino para os usuários", detalhou. "A diferença para o Facebook vai ficar mais evidente quando o Plus evoluir, quando levarmos a camada social às 'esquinas' da internet onde ela ainda não está", finalizou.

Caroline mencionou que hoje o Google+ tem 90 milhões de usuários, 60% dos quais entram na rede social todos os dias, sendo que 7,2 milhões fazem login ao menos uma vez por semana. "O botão '+1' é clicado cinco bilhões de vezes ao dia, e as páginas corporativas já somam um milhão", enumerou. Segundo ela, são 3,4 bilhões de fotos enviadas ao Plus todos os dias. Não há números específicos do Brasil, de acordo com a editora porque a rede social ainda não tem estatísticas por país ou região.

Ela destacou ainda alguns cases no uso da ferramenta de videochat Hangouts, e reforçou as possibilidades de comunicação que oferece. Questionada sobre o que o serviço representa para os usuários da rede social em dispositivos móveis, Caroline disse que o uso ainda é baixo, o que atribuiu ao fato de as pessoas ainda não terem experimentado o produto.

Na seção de perguntas e respostas que se seguiu à palestra, a editora foi questionada sobre por que o Orkut teria feito tanto sucesso no Brasil e não teria decolado em outros países. "Essa pergunta deveria ser feito a algum guru antropológico", brincou. Depois, explicou que não estava no Google há tanto tempo para saber detalhes, mas que uma das coisas que aprendera no Brasil - país que visita pela primeira vez - é que "as pessoas realmente abraçam as redes sociais muito rapidamente". "Acho que o Orkut se popularizou aqui antes de os americanos adotarem massivamente o uso de redes sociais", opinou.

Fonte: Terra

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Marketing e mídias sociais

O mundo hoje passa por um período no qual tudo é muito. Muitas pessoas, muita informação, muitas marcas, muita concorrência, muitas mídias. Tudo isso cria um aumento na complexidade e na responsabilidade de inúmeros profissionais, que precisam aprender quase diariamente a lidar com novos e desafiadores cenários de mercado.

Entre eles, os de marketing, que devem pensar em estratégias que surpreendam o novo consumidor, cada vez mais informado, instrumentado e influente. Essa situação ocorre porque, na chamada "Era Digital", qualquer pessoa é um potencial divulgador ou crítico.
Transparência e satisfação são preços que esse novo cliente cobra para vestir a camisa de uma marca. E se tudo é muito, qualquer campanha de marketing tem que ser muito bem pensada e planejada.
Um recente estudo de mercado do IBM Institute for Business Value conduzido com mais de 1.700 chief marketing officers (CMOs) de 64 países, incluindo o Brasil, revelou que a maioria destes profissionais admite um grande despreparo diante dos desafios impostos pelo mundo digital. Para se ter uma ideia, menos da metade deles (48%) conduz análises de consumidores nas redes sociais para ajudar a moldar as estratégias de comunicação - algo fundamental em um cenário onde ser relevante e fazer a diferença passou a ser vital para qualquer marca.
Além do aumento na quantidade de informações e a ascensão das redes sociais, também figura como desafio dos profissionais de marketing o crescimento exponencial dos canais de vendas (o comércio móvel, por exemplo, deverá crescer 39% nos próximos cinco anos) e a transformação nos dados demográficos (na Índia, a classe média deverá passar de 5% para 40% da população nas próximas duas décadas).
O lado positivo disso tudo é que, embora o profissional de marketing ainda se considere despreparado para gerenciar a mídia social e o aumento da colaboração com os clientes, a maioria deles identifica uma mudança crítica e permanente na forma com que interagem com seus clientes. E essa maioria pretende aumentar o uso de mídias sociais no relacionamento com os consumidores nos próximos três a cinco anos.
Pressões tecnológicas e financeiras também representam novos desafios nas agendas destes profissionais, que passam a se preocupar cada vez mais com índices matemáticos, como os utilizados para avaliação das ações de marketing, e Retorno sobre Investimento (ROI). Por conta disso, veremos crescer nos próximos anos o número de engenheiros, administradores e até mesmo matemáticos trabalhando com comunicação, propaganda e marketing.
As transformações socioculturais sempre foram grandes impulsionadoras na criação de tecnologias e no direcionamento de diversos setores da indústria. É interessante acompanhar de perto estes movimentos, que se repetem em ciclos em nossa sociedade. Esses desafios impostos aos profissionais de marketing são similares ao que aconteceu com o avanço do e-business e e-commerce há mais de uma década, avanço esse que moldou um novo modelo de varejo e relacionamento com os clientes.
Integração. Hoje, surge um novo profissional de marketing, que precisará cada vez mais ter visão integrada da empresa e pensar além da marca, pois será cada vez mais cobrado para trazer soluções a partir dos dados disponíveis. Não bastará mais ser apenas criativo e criador de ideias.
Senso crítico, poder de decisão e colaboração, capacidade analítica e habilidade de gerir pessoas serão aptidões cada vez mais valorizadas nesse profissional.
É um contexto que traz muitos desafios, mas representa também oportunidades para inspirar mentes, impulsionar carreiras e até mesmo criar vertentes para formas tradicionais do trabalho de comunicação.
Fonte: Estadão

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Turistas são deportados dos EUA depois de piada no Twitter


Os britânicos Leigh Van Brian e Emily Bunting relataram terem sido barrados no Aeroporto Internacional de Los Angeles e enviados de volta ao velho continente na semana passada. E tudo indica que o motivo por trás da expulsão foram mensagens enviadas peloTwitter nas quais os jovens declararam que queriam “destruir a América” e “desenterrar Marilyn Monroe”, durante viagem aos Estados Unidos.

O senso de humor por trás do tuíte depende de quem o lê e, segundo a dupla, as autoridades americanas levaram a brincadeira da pior maneira possível. De acordo com o The Daily Mail, os guardas questionaram os dois europeus por mais de 12 horas. “Perguntaram-nos por que tuítamos que iríamos destruir os EUA e eu disse que a intenção era apenas festar muito no país”, explicou Emily.

Ainda segundo a reportagem, os guardas vasculharam a bagagem de ambos à procura de uma pá.

“Eu quase morri de rir quando me perguntaram se eu seria a cúmplice de Leigh enquanto ele desenterrava o corpo de Marilyn”, brincou Emily. A jovem explicou que a piada sobre a atriz era, na realidade, uma frase que ficou famosa depois de aparecer no seriado americano Family Guy.

Os dois amigos contaram à reportagem que tentaram explicar e argumentar com as autoridades americanas que os tuítes não passaram de brincadeira e que não tinham a intenção de machucar ou prejudicar ninguém. “Expliquei que entenderam errado, mas o guarda não parava de dizer que eu havia estragado tudo com o tuíte”, lamentou Van Brian.

Fonte: Revista Info

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Fiat dá novo modelo Freemont 0 Km em promoção no Facebook

Ação é inspirada no conceito “open house” e pretende aumentar o relacionamento da marca com os consumidores na web, além de divulgar o lançamento da empresa



O ganhador do veículo e da festa será aquele com o maior número de confirmações em seu evento

A Fiat realiza uma promoção no Facebook para aumentar o relacionamento com os consumidores na internet e divulgar o veículo Freemont. Com a ação, a montadora dará o novo modelo da marca e uma festa de inauguração do automóvel, no valor de R$ 80 mil, para 30 convidados.


Inspirada no conceito “open house”, a promoção propõe organizar uma recepção informal com os consumidores para celebrar a aquisição do carro. Para participar, o internauta deve curtir a fan page da Fiat, criar um evento fictício de open house e convidar seus amigos.


O ganhador do veículo e da festa será aquele com o maior número de confirmações em seu evento.

Fonte: Exame

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

10 passos para acabar com a sua marca nas redes sociais

Não é novidade que as mídias sociais assumiram um papel fundamental na comunicação de marcas e consumidores. E também sempre saem matérias sobre "o que fazer nas redes sociais". A EXAME resolveu fazer o contrário e, com a colaboração de Marco Gomes, criador da boo-box, listou as maiores gafes que uma empresa pode cometer nas mídias. Confira:


1 - Spam
Mensagens automáticas e genéricas irritam os seguidores, que se sentem "falando" com uma máquina. O mesmo vale para o envio de e-mails não autorizados e scrips para conseguir seguidores. Se você quer a atenção e o respeito de seus consumidores, seja autêntico e transparente.

2 - Entrar em discussões polêmicas
Rebater ou discutir temas polêmicos em redes sociais pode prejudicar uma marca se ela ainda não possui um posicionamento claro e conhecido dos consumidores. Isso não significa que se deve ficar em cima do muro, mas que é preciso ter cuidado.

3 - Demorar para atualizar o perfil
Perfis desatualizados causam impressão de atraso e descuido. É preciso estar presente e ser ágil nos feedbacks.

4 - Fazer um post a cada cinco minutos
"Atualizar diariamente" não signfica inundar a timeline de seus seguidores com mensagens.

5 - Tropeçar na língua
Erros ortográficos são feios em qualquer lugar. Leia mais de uma vez com atenção e sempre revise um texto antes de publicá-lo. Melhor evitar "CAPS LOCK".

6 - Priorizar feedbacks negativos
"Os feedbacks negativos são tão importantes quanto os positivos. Um erro muito comum é ver o problema de uma pessoa como prioridade e tratá-la diferente por isso", explica o criador da boo-box.
"Você não precisa dos feedbacks negativos em público. O importante a fazer é demonstrar a essa pessoa o melhor caminho para ter seu problema resolvido", diz. "Além do mais, seu perfil não precisa se tornar um SAC. Toda vez que uma pessoa reclama e você resolve pela rede social, está condicionando seus clientes a fazerem reclamações públicas."

7 - Não ter conteúdo interessante
Os perfis em redes sociais devem ser reflexo da identidade de marca. Faça promoções, divulgue condições especiais de compra e pagamento, mas também aproveite para ter conteúdos relevantes sobre o universo que rodeia sua marca e está presente no cotidiano de seus clientes.

8 - Fazer críticas a concorrentes
"Esse é um ponto muito delicado. Aqui no Brasil temos uma restrição grande a citações de concorrentes. Isso pode ser quebrado nas redes sociais, mas deve ser feito com elegância", diz Marco Gomes.

9 - Responder de forma rude
Ser rude quando um cliente fala mal de seu produto só piora a situação. Tente entender qual é a razão do descontentamento e ajudar no que for necessário, mas jamais use ironia ou duplo sentido para tentar convencer seu cliente de que ele está errado.

10 - Ter uma linha de comunicação confusa
Gírias, palavrões e linguagem culta demais serão deslizes se não estiverem de acordo com a linha de comunicação da marca. Por isso não podem ser generalizados como grandes causadores de problemas. Conheça seu público e saiba como ele se comunica para impactá-lo sem constrangimentos.

Fonte: EXAME

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Uso das mídias sociais como apoio ao marketing traz desafios às empresas

As mídias sociais têm deixado de ser exclusivamente ferramentas de interação entre pessoas e passado, gradualmente, a ocupar espaço no ambiente corporativo. Cada vez mais empresas estão utilizando as redes sociais para se relacionar com os clientes, como recurso de marketing e ferramenta de colaboração.



Mas, apesar da facilidade que as mídias sociais oferecem em termos de interação e marketing, as empresas ainda enfrentam alguns desafios para obter o retorno esperado com o uso dessas ferramentas. Para Raphael Vasconcellos, vice-presidente executivo de criação da AgênciaClick Isobar, as marcas estão passando ainda por um processo de aprendizagem a fim de se estruturar e participar dos movimentos sociais. “Nesse processo, o consumidor aprende a se manifestar e a empresa a ouvir”, diz.

Vasconcellos, junto com outros especialistas, participou nesta quarta-feira, 8, de debate na Campus Party 2012, que acontece esta semana em São Paulo, sobre "As empresas e o mundo sem controle das mídias sociais".

Segundo Edmar Bulla, CEO da consultoria Croma Marketing Solutions, o sucesso de uma marca nas redes sociais está em oferecer uma plataforma de comunicação aberta, democrática e imparcial para unir pessoas com interesses comuns, a fim de fomentar discussões. O consultor também enfatiza que muitas empresas ainda possuem uma estrutura clássica de marketing e que, nesse sentido, deve haver um processo de aculturação. “É preciso evangelizar a cultura do uso das mídias sociais”, ressalta.

Para João Ciaco, diretor de publicidade e marketing da Fiat e presidente da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), um dos maiores desafios é criar uma voz para a marca. “Existe uma dificuldade em estabelecer uma linguagem de acordo com o perfil das pessoas”, aponta. A montadora de automóveis desenvolveu um projeto de sucesso na internet, o Fiat Mio, onde as pessoas puderam sugerir e compartilhar ideias com a companhia, para a construção de um novo carro conceito.

A escassez de profissionais qualificados para atuar com redes sociais também é uma realidade nas empresas, principalmente nas agências de publicidade. Por esse motivo, é importante que invistam no treinamento e capacitação profissional. "O uso das mídias sociais requer profissionais que tenham conhecimento técnico e em gestão mercadológica", afirma Ciaco. O executivo ainda ressalta a relevância em criar dentro da área de marketing de uma companhia, uma área destinada somente às redes sociais.

Fonte: TI Inside

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Mídia social pode impulsionar ganho do varejo

Muito se fala sobre o comércio nas mídias sociais. O boom das redes no Brasil tende a atrair cada vez mais a atenção dos varejistas. Com a ampliação de seus serviços para o ambiente on-line, supermercados, lojas de roupas, acessórios e redes varejistas em geral aproveitam o momento. Só no ano passado os brasileiros gastaram cerca de R$ 20 bilhões na compra pela Internet. Para este ano, a previsão do setor é crescer ao menos 50%

Estudo da KPMG Internacional aponta que o Brasil é o quarto país com presença intensa nessas mídias, tendo 69,1% das empresas participantes da pesquisa com perfis ativos nas redes sociais. Tiago Cordeiro, consultor de redes sociais, explica que, muito mais que estar presentes nessas redes, os varejistas podem aumentar a rentabilidade e devem estar atentos às necessidades dos internautas, mesmo que eles não sejam consumidores assíduos da marca. "O consumidor da loja física é diferente daquele que compra on-line. Para conquistar o cliente virtual é necessário ter mais que promoções expostas nessas redes, é ter conteúdo que qualidade que faça com que esse internauta vire um seguidor. Feito isto, o consumo será consequência", diz.

A informação é confirmada pelo diretor da empresa especializada em soluções em e-commerce PGeC, João Leão. "É necessário criar perfis que atraiam o interesse desses clientes considerados público alvo das instituições e que se encaixem no conceito da empresa", enfatiza. Leão acredita também que, mais que ofertas, os seguidores de redes varejistas procuram por informações complementares sobre os produtos, assim como a opinião de outros internautas antes de concretizar a compra.

"Acredito que o mercado de redes sociais e soluções para e-commerce se manterá aquecido por pelo menos mais cinco anos. Dentre todas as redes sociais atualmente em operação, o Facebook é aquela que tem aplicativos melhores para as empresas, além de contar com anúncios que auxiliam a prospecção de seguidores", explica Leão. 


Investimento
Para se ter um perfil ativo é necessário ter ao menos três colaboradores que lidem apenas com a comunicação: empresa/cliente. "A empresa que se inserir nesse ambiente deve ter uma equipe especializada", explica o consultor Cordeiro. Primeiro é necessário entender o que a empresa quer atingir ao abrir esse canal direto, depois fidelizar esse internauta. Além disso, segundo Cordeiro, a maior dificuldade das redes varejistas já inseridas nessas redes é de atender de forma efetiva as reclamações. "Muitos consumidores têm usado os perfis dessas grandes redes para reclamar de produtos com defeitos, demora na entrega. Isso faz com que o monitoramento 24 horas por dia e sete dias por semana sejam fundamentais", enfatiza o consultor que também afirmou que todos esses cuidados são fundamentais para que os varejistas tenham lucratividade e retorno do investimento.

Fonte: DCI

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Estudo revela dados interessantes sobre comportamento dos usuários no Facebook

Você sabia que as mulheres atualizam mais o Facebook  e que, no geral, os usuários da rede social comentam mais do que atualizam seus murais? Esses dados foram divulgados por um estudo da Pew Research Center com mais de 800 usuários da rede de relacionamentos. Desses, cerca de 270 permitiram que seus dados fossem acessados para que suas respostas pudessem ser combinadas com as de suas pesquisas.





Quando o assunto é adicionar novas pessoas, foi revelado que, durante um mês, 40% dos usuários fazem um pedido de amizade, mas apenas 63% recebem um. E em relação a ter muitos amigos, apenas 10% dos usuários têm mais de 780.
Agora, quando se trata de comentar e postar no mural, os entrevistados responderam que costumam comentar mais do que fazer updates. Para cada nove atualizações por mês, são feitos 21 comentários. As mulheres saem na frente. Enquanto elas postam em média 21 vezes por mês, os homens atualizam o mural apenas seis vezes. Já para as mensagens privadas, em média, uma pessoa envia nove por mês e recebe doze.

A prática de marcar amigos nas fotos também revela um dado que quase todo mundo que está na rede social já percebeu: somos muitos mais “marcados” em fotos do que “marcamos” os amigos. Nas respostas declaradas, 12% dos entrevistados disseram marcar pessoas em fotos todo mês, contra 35% que são marcados por outros.
E, pelo que parece, os pesquisadores não observaram sinais de fadiga no uso da rede. Pelo contrário. Quanto mais tempo de Facebook o usuário tem, maior sua frequência em comentários sobre o conteúdo dos amigos, atualizações de status, uso do botão “like” e tags de fotos. Da mesma forma, quanto mais amigos alguém tiver, com mais frequência um usuário contribui com todas as formas de conteúdo da rede social.
Para o autor principal do estudo, Keith Hampton, esses resultados mostram certas diversidades em razão dos usuários avançados. Os participantes do estudo mostraram que seus níveis de atividade são muito maiores do que o usuário típico, o que distorce as médias. Sem contar que aqueles que passam mais tempo no Facebook se focam em atividades específicas como, por exemplo, curtir postagens ou marcar pessoas.

Fonte: TechTudo

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O Facebook pode substituir os sites corporativos tradicionais?

Todos nós sabemos que o Facebook é enorme. Tem mais de 845 milhões de usuários ativos ao mês. Não à toa, a atividade social está penetrando muitas facetas dos negócios hoje, a ponto de fomentar a discussão sobre a possibilidade das páginas dinâmicas do Facebook já terem poder de impactar (ou até mesmo substituir) os tradicionais sites de negócios. É uma boa ideia deixar os sites pontocom tradicionais para trás?

Em grandes empresas, pode ser uma pergunta fácil de responder. A maioria dos sites são um bicho complexo onde a integração entre bancos de dados e sistemas de back-end é crucial. Aqui, a troca pura e simplesmente pelo Facebook não funcionaria.

Onde o Facebook pode potencialmente funcionar como uma presença stand-alone na internet é nas pequenas empresas. A Muscle K9, por exemplo, usa a popular app TabJuice para oferecer aos visitantes do Facebook a opção "Compre agora" de sua página na rede social.

Por que o Facebook é uma alternativa aos sites tradicionais?

Como a maioria dos serviços gratuitos online, o Facebook é atraente para proprietários de pequenas empresas porque é rápido, fácil e sem mensalidades. Codificações e habilidades HTML não são necessárias. É possível criar uma página decente no Facebook em minutos.

Em um e-mail enviado à CIO.com, um porta-voz do Facebook afirma de a rede viu todos os tipos de pequenas empresas usarem a rede, tais como restaurantes, cafés e lojas. Portanto, para algumas dessas pequenas empresas, usar o Facebook em vez de construir um site faz todo o sentido: é uma maneira fácil tornar o seu número de telefone e endereço disponíveis e chegar aos clientes.

Por que o Facebook não pode substituir a maioria dos sites corporativos?
Diane Buzzeo, CEO e fundador da Ability Commerce, provedora de software de comércio eletrônico, diz que acha que o Facebook e sites como o seu continuarão a se fundir, mas ela não acredita que a mídia social chegue um dia a substituir por completo os sites de comércio eletrônico e os motores de busca.

Agora, o e-commerce no Facebook (ou F-commerce, se você gosta de buzzwords) é uma oferta ainda limitada, que não fornece uma experiência de comércio eletrônico completa para o cliente. Na melhor das hipóteses, F-commerce pode apresentar novos produtos ou ser um novo canal de vendas atrelado à sua loja online, com ofertas limitadas, oferecidas por grandes marcas.

"Eu acho que as mídias sociais são incrivelmente valiosas e têm um enorme potencial para a obtenção de informações, mas você ainda precisa levar as pessoas para a loja online para fazer o pedido", disse ela. Na opinião de Buzzeo, a tendência, por enquanto, é uma integração cada vez maior do Facebook com o site. Se um cliente olha para um produto na sua página do Facebook e clica nele, o item deve ser adicionado ao seu carrinho no site de comércio eletrônico.

Não escolha um. Integre
Portanto, os especialistas não vêem como uma grande vantagem a substituição de um site do negócio por páginas no Facebook, ao menos nos próximos cinco anos. A grande mudança está na integração dos dois modelos.

Até o Facebook concorda. De acordo com a gigante de redes sociais, potencialmente, páginas dinâmicas do Facebook poderiam substituir sites estáticos para as pequenas empresas, mas o Facebook diz que a maioria das empresas usa a plataforma de redes sociais em conjunto com o seu próprio site, para maior liberdade e exposição da marca, serviços e produtos.

Usar o Facebook como parte de uma presença integrada é sim uma boa ideia.

Fonte: CIO

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Seguro de Saúde pelo Facebook

Ninguém pode negar que as redes socias mudaram a relação empresa x consumidor. Hoje, se sua companhia não está no Facebook, Twitter, etc, já está em desvantagem. E, quando se começa a discutir o f-commerce (venda de produtos através do Facebook), a Barela Seguros deu um exemplo de como conquistar novos clientes através de sua página na rede social.

Lá, é possível fazer uma simulação online do plano de saúde que o futuro cliente deseja - visualizando na hora preços e listas de médicos, hospitais, laboratórios disponíveis, carências e documentos necessários para a aquisição. Tudo sem sair da rede social! Uma ideia que tem tudo para dar certo, não?!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Entrando nas redes sociais

Todos já sabem que as redes sociais unem pessoas a pessoas e podem unir pessoas às empresas também. Basta uma gestão eficiente e comprometida. Mas como fazer isso da forma certa?

Saber conversar

Você é daqueles que sabe puxar conversa com qualquer pessoa em qualquer situação? Então você tem perfil para usar redes sociais. Na maioria das interações de empresas com possíveis clientes através das redes, um não conhece o outro - ou conhece bem pouco. Saber como quebrar o gelo e começar uma interação é um dos pontos-chave para ter sucesso nessa comunicação.

 

Separar o pessoal do profissional

Quem usa e pesquisa com certa frequência as redes sociais sabe que existem muitos “social media” que usam os perfis criados para a comunicação da empresa para falar sobre assuntos pessoais. Ao fazer isso, é criada uma certa confusão na cabeça das pessoas. O pensamento particular do usuário daquele perfil passa a ser o pensamento da empresa e muitas vezes eles não estão alinhados. Redes sociais das empresas são para falar sobre assuntos que representam o pensamento e posicionamento da organização e não a opinião pessoal do analista.

Ter regularidade

Outro ponto onde falha-se muito: uma empresa cria um perfil, por exemplo, no Twitter, e começa com uma grande empolgação, publicando praticamente tudo que acontece por lá. Os dias vão passando e as postagens vão diminuindo, até restarem apenas uma ou duas por quinzena. Sem regularidade, como a empresa quer ser lembrada pelo consumidor nas redes sociais?

Prezar pela qualidade

Não adianta criar perfis em redes sociais e ficar postando apenas frases do tipo “Bom dia, seguidores!“, “Estamos com promoções no setor XYZ“, “Neste domingo não abriremos” ou “Parabéns a nossa gerente Dª Fulana, assinado João Puxa saco”. Se você quer que os amigos das redes sociais tornem-se clientes, deve dar a eles o conteúdo que eles querem consumir. Você pode intercalar mensagens do tipo citado acima, mas não vá fazer delas seu único assunto.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Brasil passa a ser o 2º país com mais usuários no Twitter

O Instituto de pesquisa francês Semiocast publicou nesta segunda-feira (31) um estudo segundo o qual o Brasil passou a ser o segundo país em número de usuários no Twitter, ultrapassando o Japão. Levando em consideração contas criadas até o dia 1º de janeiro deste ano, o microblog tem 33,3 milhões de usuários brasileiros. Em novembro, a mesma empresa mostrou que o português já era a terceira língua mais twittada, com base em dados de outubro de 2011.

À frente no ranking de número de usuários, e muito à frente, os Estados Unidos: lá são 107,7 milhões de twitteiros. O top 5 se fecha com Japão (29,9 milhões), Reino Unido (23,8 milhões) e Indonésia (19,5 milhões).
 

Os americanos são 28,7% do total de usuários do Twitter. Só nos EUA, 5,6 milhões de contas foram criadas apenas no mês de dezembro de 2011. O estudo do Semiocast observa também que, apesar de ter mais usuários que o Japão, os dos Brasil são menos ativos que os da terra do sol nascente: 30% dos twitteiros japoneses postaram pelo menos um tweet entre setembro e novembro de 2011, contra 25% dos brasileiros. Os mais ativos no período foram os holandeses (33% twittaram). A média mundial é 27%.

Vale notar que vários dos países tidos como emergentes se destacam no ranking da Semiocast. Dos 20 primeiros, 11 fazem parte desse grupo. São eles Brasil, Indonésia, Índia, México, Filipinas, Turquia, Venezuela, Colômbia, Argentina, Chile e Rússia (repare que seis desses são latino-americanos). Os desenvolvidos se fazem presentes com EUA, Japão, Reino Unido, Espanha, Canadá, Coreia do Sul, França, Holanda e Alemanha.
 
Fonte: O Globo

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O boca a boca das redes sociais

Que a Internet aproxima as pessoas, todo mundo já sabe. Mas será que as estratégias de marketing aplicadas hoje pelas empresas para expor a marca nas redes sociais têm surtido efeito positivo? O publicitário brasileiro sabe como aproximar consumidores por afinidade? Para 81% de influenciadores da web questionados sobre o assunto, não. Em pesquisa realizada pela Sixpix Content, batizada de YouPix Tank e que está na primeira edição, foi divulgado um estudo sobre as marcas brasileiras e sua participação nas redes sociais com base na opinião de formadores de opinião da web: os influenciadores.

No estudo, o Facebook foi considerado pelos entrevistados como a melhor plataforma de relacionamento entre as marcas e o público. 41,7% das pessoas ouvidas acreditam que é a ferramenta mais adequada para divulgação de conteúdo da empresa, enquanto 36,1% preferem o Twitter. Sobre as estratégias de marketing no Facebook, especialistas afirmam: o que diferencia o sucesso entre uma marca e outra é a capacidade de chamar atenção sem parecer invasivo. Mas só isso não basta. É preciso investir na criatividade e no planejamento.

Exemplos de sucesso na rede de Mark Zuckerberg são as campanhas da Nextel, da Skol e da Coca-Cola. Com diferentes jogos e formas de entreter o internauta, cada uma com a sua estratégia, as marcas optam por garantir o compartilhamento das marcas pelo usuário entre os próprios amigos. Quem explica como o processo funciona é o diretor geral de criação da Flex Comunicação, André Nogueira: “As marcas fazem com que o fã utilize sua própria rede de contatos para passar aos amigos e fazer com que eles passem para outros amigos. Ao invés de ser invasiva, reforça a mensagem de forma a atrair curiosos, disseminando entre os amigos”.

O próprio conceito de rede social já pressupõe interação social, compartilhamento de ideias e recomendação de conteúdos. O que as marcas têm feito é se apropriar estrategicamente dessa definição de forma mais incisiva, dizem os publicitários. “Hoje em dia o poder de disseminação na rede social é mais potente do que o de um boca a boca”, compara André.

Fonte: O Povo