sexta-feira, 30 de março de 2012

Volkswagen se prepara para oferecer veículos conectados à internet no Brasil

Nos EUA e países da Europa e Ásia, carros conectados já não são novidades. Mas, infelizmente, não podemos dizer o mesmo sobre o Brasil. Nossa frota ainda não oferece a novidade, mas esse quadro deve mudar em breve. Segundo Luiz Carlos Hirayama, diretor de desenvolvimento de negócios da T-Systems, a Volkswagen vai apostar na tecnologia e, inclusive, já está testando a solução. 

quinta-feira, 29 de março de 2012

Preço de anúncios na página de logout do Facebook chega a US$ 700 mil por dia

O Facebook adicionou grandes anúncios na página de logout da rede social, e, para mostrar um produto para os 800 milhões de usuários cadastrados no serviço, uma empresa desembolsa até US$ 700 mil por dia, segundo o Advertising Age.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Como os candidatos devem se comportar nas redes sociais


O número crescente de jovens nas redes sociais despertou o interesse das empresas de recrutamento. Pesquisas revelam que 55% das headhunters monitoram o Facebook antes de contratar profissionais. Por isso, é importante saber como se comportar nas redes sociais.

terça-feira, 27 de março de 2012

Pesquisa mostra como redes sociais e sites especializados mudaram a forma de viajar


Estudo feito pela empresa de pesquisa de mercado, Lab 42, revela que as redes sociais e as páginas especializadas em viagens se tornaram fundamentais para os mochileiros. Quem gosta de viajar e está sempre buscando novos destinos para conhecer sabe: a Internet pode ser uma grande companheira para auxiliar no planejamento de passeios pelo mundo.

Por exemplo: você sabia que 29% das pessoas entrevistadas usam aplicativos para encontrar descontos em voos? O número aumenta para 30% quando se trata de hotéis. Além disso, 15% buscam soluções móveis específicas para as próximas viagens, como dicas de restaurantes e tradutores de idiomas. A grande maioria dos usuários também costuma ler reviews sobre hotéis (77%), atrações turísticas (62%) e locais para comer (48%) das cidades onde planejam ir.

Na viagem, as pessoas também não esquecem da Internet: 85% das pessoas utilizam seus smartphones em outros países.

As estatísticas impressionam mais ainda: 52% curtem páginas relacionadas às viagens e 59% publicam conteúdo no Facebook sobre as próximas férias.

Além disso, 72% dos usuários publicam fotos em alguma rede social enquanto estão curtindo uma viagem, 46% fazem check-in (Facebook ou Foursquare) e 70% fazem updates em seus status no Facebook.

Depois da viagem, os usuários gostam também de ajudar. Boa parte dos viajantes dá dicas para outras pessoas que pensam em fazer o mesmo roteiro: 46% dizem o que acharam dos hotéis, 40% dos pontos turísticos e dos restaurantes. Obviamente, a grande maioria também publica fotos (76%) e curte (55%) páginas referentes aos destinos visitados.

Fonte: TechTudo

segunda-feira, 26 de março de 2012

Brasil pode assumir segunda posição no Facebook

O Brasil caminha para se tornar o segundo país com maior número de usuários no Facebook, ficando atrás somente dos Estados Unidos.

Segundo dados do site SocialBakers, o Brasil ocupa, hoje, a quarta posição, com 42,1 milhões de usuários cadastrados. Estados Unidos (176 mi), Índia (45 mi) e Indonésia (43,3 mi) são os três primeiros.

Porém, o ritmo de crescimento nacional é maior do que o dos concorrentes. No último mês, 4,2 mi de brasileiros se inscreveram no Facebook, contra 460 mil indonésios e 1,5 milhão de indianos. Caso os ritmos sejam mantidos, seria preciso pouco mais de um mês para o Brasil superar a Índia e assumir o segundo lugar.

Segundo a comScore, o Facebook superou o Orkut como rede social mais popular no Brasil em dezembro do ano passado. Na ocasião, a rede social contava com 36 milhões de usuários – crescimento de 192% comparado ao mesmo período de 2010.

Fonte: Exame

sexta-feira, 23 de março de 2012

Tempo gasto por brasileiros no Facebook cresce 8 vezes


O Facebook teve um desempenho invejável no mercado brasileiro em 2011. O tempo médio que os usuários locais gastam dentro do serviço cresceu quase 680% no período, enquanto o número de visitantes únicos que navegaram pelas páginas do site subiu pouco mais de 190%. Os dados constam de estudo divulgado nesta quarta-feira pela empresa de métricas comScore, que fez um balanço da internet no país.

A rede social atingiu a marca de 36,1 milhões de visitantes únicos em dezembro do ano passado – o avanço o colocou à frente do Orkut, líder no segmento até então. Também em dezembro de 2011, o usuário do Facebook no país gastava aproximadamente 4,8 horas no site; em 2010, a média era de apenas 37 minutos.

Os dados levaram em conta o comportamento de usuários de 15 anos ou mais que acessaram os sites em casa ou no local de trabalho. Não há números disponíveis sobre número de cadastrados nos serviços, mas apenas o de pessoas que visitam as páginas.

O levantamento também revelou que o Brasil se tornou o sétimo maior mercado de internet no mundo em termos de usuários conectados. São 46,2 milhões pessoas, crescimento de 16% em relação ao ano anterior. A América Latina cresceu à velocidade idêntica à do Brasil. O líder mundial é a China, com 331,4 milhões, seguida pelos Estados Unidos (186,9 milhões) e Japão (73,4 milhões).

Fonte: Veja

quinta-feira, 22 de março de 2012

Campanha no Facebook dá Porsche para fãs


Falken Tire, uma empresa fabricante de pneus de alta performance, lançou uma campanha no Facebook onde o vencedor irá ganhar um Porsche 911 Carrera. O lançamento da ação coincide com a abertura da temporada da American Le Mans Series em Sebring Raceway, corrida na qual a Falken competiu com um Porsche GT3 RSR.

A ação gira em torno do popular jogo da Zynga, o Cityville, que atinge mais de 48 milhões de usuários mensais. Depois de “curtir” a página no Facebook, os usuários entram no jogo e podem competir em uma pista temática onde têm a oportunidade de ganhar um incrível carro esporte.

quarta-feira, 21 de março de 2012

13 profissões dos sonhos no Brasil


A Revista Exame publicou uma matéria sobre as 13 profissões "com rotinas de dar inveja".  O trabalho de "Analista de mídias sociais" foi uma delas. Veja o que diz a matéria:

Analista de mídias sociais

Engana-se quem pensa que a rotina de trabalho de um analista de mídias sociais se resume a passar o dia surfando pelo Facebook, Twitter e, mais recentemente, Pinterest. “A rotina não é só clicar no botão curtir o dia inteiro. Parte do trabalho também tem processos não tão interessantes”, diz Lygia de Luca, editora web da Editora Saraiva.

Entre eles, apresentar projetos para executivos que desconhecem o universo das redes sociais. O dia a dia depende de estratégia, um profundo conhecimento dos negócios da companhia em questão e domínio das principais ferramentas sociais.

A graça do trabalho, para ela, está nas infinitas possibilidades de interação e engajamento com as pessoas. “Por mais que você esteja atrelado a um conceito, diretriz de linguagem e comportamento, há muito terreno para criar”, afirma.

Agora, disciplina é palavra de ordem na rotina de um analista de mídias sociais. “As coisas mudam muito rápido e o tempo todo. Isso exige que você faça um novo planejamento e fazer tudo acontecer no tempo certo”, afirma. “Por isso, a pessoa tem que ser muito ativa”.

Fonte: Exame

terça-feira, 20 de março de 2012

América Latina é a região onde mais cresce o acesso à internet


A América Latina é a região com o maior índice de crescimento de uso de internet no mundo, afirmou nesta sexta-feira Rodrigo de la Parra, vice-presidente para a região da Internet Corporation for Assigned Names and Number (ICANN). "Sem dúvida, essa é a região que mais cresce no mundo”, disse o especialista de origem mexicana, sem divulgar números.

Ele afirmou que, atualmente, a penetração de cobertura da rede na América Latina é de 30% dos lares, contra quase 100% em países desenvolvidos. Mas devido à rápida ascensão, dentro de uma década, esse número pode dobrar. "Esta década marca o auge da nossa região em muitas áreas. Como exemplo, temos o crescimento econômico e a alta no uso da internet – mesmo com a crise mundial”, destacou. Em relação aos atrasos observados em alguns países, Parra disse que existe preocupação, mas lembra de que existe uma consciência internacional para superar as carências.

O especialista participou da 43ª reunião do ICANN, na Costa Rica, que terminou nesta sexta-feira depois de cinco dias de reuniões entre 1.700 assistentes de 150 países, além de delegados de governo e organizações privadas sobre temas alusivos ao uso, acesso, códigos e segurança na internet.

O ICANN é uma organização internacional sem fins lucrativos com o objetivo de coordenar, em nível global, os recursos críticos da rede, como são os nomes, números e endereços IP de sites. A organização celebra três reuniões ao ano. Em junho, a sede será Praga e em novembro, a cidade canadense de Toronto.
Fonte: Veja

segunda-feira, 19 de março de 2012

Kaiser terá conteúdo regionalizado no Facebook



Fan page da cerveja agora mostra mensagens de acordo com a cidade do usuário

A cerveja Kaiser está lançando uma fan page com conteúdo regionalizado, selecionado de acordo com a cidade indicada por cada fã em sua descrição no Facebook.

Utilizando a ferramenta da rede social para segmentar usuários por região, as pessoas receberão conteúdos referentes a temas conectados ao universo da marca e que fazem parte do seu dia a dia. "Queremos levar conteúdo de verdade para pessoas de verdade e não apenas bombardear o consumidor com ações promocionais e propaganda", explica Vanessa Brandão, gerente da marca Kaiser. "Acreditamos que essa é a melhor forma de nos aproximar, estimular o diálogo e nos tornar relevantes”.

Produzida pela Heineken desde 2010, quando sua antiga dona, a Femsa, foi adquirida pela holandesa, a Kaiser deu início a um série de ações de marketing para reposicionar a marca, agora com o endosso da nova fabricante.

Fonte: Exame

sexta-feira, 16 de março de 2012

Redes sociais são via rápida de reclamações


Já foi o tempo em que o Procon era o único canal de reclamações dos consumidores da Capital. Assim como em todo o País, os usuários das redes sociais deram novo sentido a antiga frase de ‘botar a boca no trombone’ e descobriram que postar reclamações no Twitter ou Facebook sobre um produto funciona mesmo.

O gerente de mídias sociais Eduardo Lyvio, por exemplo já conhece bem o procedimento. Em 2010 postou uma frase no microblog Twitter criticando um aparelho de MP4 que não funcionava. “Eu comprei um MP4 na época e o software veio com problema. Daí eu postei no twitter: “Philips, não gosto de você”, sem usar o @ nem nada. A empresa me respondeu uns dez minutos depois, perguntando o problema e tal e me direcionaram à página deles pra eu fazer o download. Eles estavam vendendo aparelho com software desatualizado” explica.

O caso de Eduardo ilustra bem a mudança no tratamento dado às reclamações. Especialistas reconhecem que é inegável o alcance das redes sociais, visto que uma reclamação postada nestes locais é prontamente aderida por um bom número de usuários que se sentem solidários ao consumidor lesado. O que transforma um caso solitário em uma manifestação coletiva, é o fato que nenhuma empresa quer ver seu nome manchado por repercussão negativa.

No entanto é preciso ter cuidado ao fazer a reclamação. O ideal é que ela seja feita de forma inteligente, sem xingamentos. É preciso dar oportunidade às empresas para se manifestarem a respeito. Sugerir é importante para o próprio empresário saber onde está errando e depois vale até elogiar a resolução do problema.
Fonte: Correio do Estado

quinta-feira, 15 de março de 2012

Cinco regras de etiqueta nas redes sociais

O site Administradores.com elaborou uma lista bem útil com cinco regras básicas de etiqueta nas redes sociais. São tópicos que sua empresa não pode ignorar quando está presente na internet. Ou seja, mais razões para ter uma equipe que alimente e monitore sempre seus perfis. Vamos a lista:

1. Vamos dialogar! O tempo do monólogo ficou no século passado. Não utilize a mídia social apenas para informar as promoções e conquistas da marca. É fundamental estabelecer um diálogo saudável com os seguidores. Eles optaram em seguir a marca, ou seja, estar por dentro das atitudes da empresa. O mínimo que eles esperam é atenção;

2. Você gosta de ficar na fila, esperando? Eu não! O internauta necessita de informação e de preferência à pronta entrega. Pense, enquanto você demora em atendê-lo, ele pode estar na mídia social do seu concorrente se relacionando ou até mesmo comprando;

3. Quando o filme chega ao clímax, aparece o comercial. Mensagens com caráter publicitário devem ser enviadas nos canais já consolidados para tal fim. A mídia social foi criada para gerar relacionamento. Pense muito a respeito disso e adeque às suas mensagens. Acredite! Muitas marcas e planners "digitais" tratam as mídias sociais e outras ferramentas do universo da internet como se fossem outro local para exibição de um comercial televisivo ou anúncio impresso.

4. Pare, olhe, escute. Ou melhor, leia com muita atenção. Monitorar a interação dos seguidores de uma marca é uma atividade fundamental. Além disso, é uma pesquisa gratuita recheada de informações sobre o interesse do público e as suas necessidades. Uma ferramenta valiosa para a melhoria em serviços, inovação e criação de novos produtos.

5. A grama está maravilhosa e radiante, porém é artificial. Praticar o astroturfing (derivado do termo astroturf que significa grama artificial) cria um buzz (movimento) artificial para gerar rumores em torno de uma marca surte efeitos negativos. Pode mobilizar centenas e milhares de pessoas por uma causa, até que descubram que tudo não passou de uma mentira passem a olhar para a empresa como tal. Todos os esforços e investimentos em marketing serão anulados com uma ação que, com certeza, manchará a imagem da marca.

Fonte: Administradores.com

quarta-feira, 14 de março de 2012

Oito milhões de marcas aderem ao perfil timeline do Facebook

Os esforços do Facebook com o objetivo de transformar sua rede social num local mais amigável para negócios e marcas célebres tiveram um início positivo, disse a empresa.



Oito milhões de marcas, de montadoras de carros a bandas de rock, fizeram a mudança para o novo formato de página do Facebook dez dias após a mudança ter sido apresentada em um evento de lançamento em Nova York no mês passado, disse a rede social.

Alguns executivos dizem que as novas ofertas de anúncios que fazem uso das novas capacidades do website os estão auxiliando a alcançar novos públicos por meio da rede social de 845 milhões de membros. "Se há uma mensagem específica que queremos transmitir, sabemos que isso garante que ela chegará a eles", disse o diretor de estratégia Steve Baer, da agência de marketing digital de Nova York Code and Theory, que recentemente organizou uma campanha paga para o refrigerante Dr. Pepper que fazia uso dos novos anúncios do Facebook.

As manobras da rede social para se aproximar das grandes marcas de consumo são parte importante de seus esforços para elevar sua receita enquanto a empresa se prepara para uma oferta pública inicial (IPO) que pode valorar a empresa, que já existe há oito anos, em até 100 bilhões de dólares.
Um dos desafios mais importantes do Facebook é convencer empresários a gastar dinheiro anunciando em seu serviço ao invés de usar a rede social como uma ferramenta de promoção gratuita, dizem analistas e observadores do mercado.

O Facebook está mirando seus novos serviços de anúncios em direção a marcas conhecidas como o Dr. Pepper, que conseguiu mais de 11 milhões de "fãs" em sua página, mas que não promoveu muitos anúncios na rede social, de acordo com Baer.

Fonte: Terra

terça-feira, 13 de março de 2012

Ford se une ao Facebook para criar carro social

A Ford e o Facebook se uniram com o objetivo de levar a rede social para dentro dos automóveis. Engenheiros da montadora foram convidados a participar de um desafio para criar novos aplicativos que pudessem ser utilizados enquanto o motorista dirige, conectando-o ao Facebook. A tarefa foi realizada em uma maratona de 24 horas, no evento “Hackaton”, na sede da empresa em Palo Alto, na Califórnia.

Um dos resultados do desafio foi o “Facebook Messenger”, adaptado para ser usado no carro. Outro aplicativo permite a transmissão via streaming das músicas dos seus contatos, além de um sistema que faz automaticamente o check-in quando o motorista desliga o carro, confirmando sua presença em algum evento marcado na rede social.

Os participantes propuseram ainda uma ferramenta de navegação que orienta o caminho por áudio. Todas as criações utilizaram o SYNC, sistema avançado de conectividade da Ford, que equipa os novos carros globais da marcas, como New Fiesta, Fusion e Edge, incluindo a opção de comandos de voz.

Veja o vídeo: 



Fonte: EXAME

segunda-feira, 12 de março de 2012

Bradesco permite acesso de conta pelo Facebook

O Bradesco divulgou um aplicativo para o Facebook. F.Banking Bradesco (como o app é chamado), permite o usuário checar dados da sua conta bancária direto da rede social, sem precisar “deslogar” ou abrir uma nova aba para realizar a operação. Dentre as informações apresentadas pelo aplicativo, estão: o saldo da conta corrente, limites de crédito e investimentos mais recentes.
O correntista do Bradesco que quiser ter o serviço deve acessar a página do banco, aceitar o aplicativo e preencher os dados solicitados. Feito isso, é preciso digitar a senha de quatro dígitos e o código de acesso gerado pela Chave de Segurança.

De acordo com os responsáveis pelo projeto, apesar de estar vinculado à rede social, o aplicativo conta com ferramentas de segurança distintas, que garantem a privacidade do usuário. ”F.Banking Bradesco” é operado a partir do próprio ambiente interno do internet banking.

Com a novidade, o banco se tornou o primeiro do Brasil a integrar seus serviços ao Facebook.

Fonte: Planetech

sexta-feira, 9 de março de 2012

Facebook terá listas de interesse por assuntos

Provavelmente de olho na recente tendência de exclusão de amigos, e com o crescente volume de posts desinteressantes, o Facebook anunciou o lançamento de um recurso para ajudar o usuário a navegar de maneira mais focada na rede: listas de interesse.



De acordo com comunicado da empresa, as listas, que começaram a entrar no ar a partir de ontem (8), "são uma ótima maneira de organizar seus amigos e focar-se no que interessa, mantendo-se em dia com os assuntos que você gosta".

Essas listas poderão ter assuntos gerais, como "esportes", "culinária", ou mais específicos, como um time, um restaurante. Para o Facebook, o recurso vai transformar a Linha do Tempo em um "jornal personalizado", com seções ou feeds com os assuntos desejados.

As listas serão criadas pelos usuários, e poderão misturar os posts de figuras públicas (ou empresas) e perfis pessoais. Alguém que goste de futebol, por exemplo, poderá criar uma lista com todas as páginas dos times brasileiros, compartilhá-las com amigos e até permitir que seja assinada por outros.

Portanto, as listas de assuntos vão conviver com as de amigos – seus companheiros do futebol, por exemplo, poderão fazer parte de uma lista do assunto.

Nas próximas semanas, a opção de "Adicionar Interesses" irá aparecer no perfil dos usuários, na área esquerda.

Fonte: IDG Now

quinta-feira, 8 de março de 2012

Investimento em publicidade nas mídias sociais está prestes a explodir

O AdAge divulgou os resultados de uma pesquisa feita com cerca de 1,200 pessoas - entre funcionários de agências e anunciantes dos EUA - que ajudam a decidir onde os dólares da publicidade serão gastos no meio digital. Os resultados mostraram que 59% dos entrevistados aumentarão o investimento nas mídias sociais nos próximos 12 meses, contra apenas 4% que pretendem investir menos nessas plataformas.

A expectativa é que, no próximo ano, a publicidade nas mídias sociais corresponda a 27% de todo o orçamento dedicado ao digital - nos 12 meses que se passaram, esse índice foi de 22%. Randy Cohen, presidente da Advertiser Perceptions, acredita, no entanto, que as empresas sentem que devem investir nas plataformas sociais, mas não sabem exatamente por quê.

Leia a matéria completa aqui (em inglês)

Fonte: Blue Bus

quarta-feira, 7 de março de 2012

Nas redes sociais o interesse é pelo conteúdo

Quando os consumidores "Curtem" as marcas nas redes sociais, não é apenas em busca de descontos. Este é o resultado de um estudo anual realizado em oito países (Índia, Canadá, China, França, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) pela Fleishman-Hillard e Harris Interactive.

Ao contrário do que muitos pensam, 79% dos consumidores seguem uma marca nas redes sociais para aprender mais a respeito da empresa, produto ou serviço, esta foi a resposta líder na China, Alemanha e Índia.

Interesse em promoções e cupons de descontos ficou com 76% e foi a melhor escolha no Canadá, Japão e Estados Unidos.

A obtenção de informação exclusiva foi a terceira escolha geral com 73%, esta foi a principal razão citada por franceses, indianos e britânicos.

Outras razões globais para "Curtir" empresas:

Partilhar a minha opinião (67%);
Enviar uma idéia (59%);
Exibir minha afiliação a marca para outras pessoas em minha rede (58 por cento);
Sentir como parte de uma comunidade (57%);
Dar um feedback negativo da marca (53%).

Pouco menos de metade de todos os consumidores (42%) relatam que eles atualmente seguem, gostam ou "Curtem" empresas em um site de rede social.

Em média, os consumidores seguem uma média de 09 empresas ou marcas. Consumidores britânicos são os que seguem o número mais elevado, 14, enquanto os consumidores chineses seguem o menor número, 07.


Fonte: Incorporativa

terça-feira, 6 de março de 2012

Executivos brasileiros ainda acham arriscado investir em redes sociais

O Brasil é reconhecido como um dos países mais sociáveis do mundo e reflete isto sendo uma grande potência nas mídias sociais. As marcas nacionais, no entanto, não se igualam à média global na questão de como utilizar as plataformas da melhor maneira para atingir o consumidor online. Um estudo da Forbes mostrou que os executivos brasileiros ainda veem mais riscos do que ganhos nas mídias sociais.

Para 41% dos entrevistados do Brasil, os riscos de apostar nas plataformas são maiores que os ganhos, contra 23% que acham o mesmo globalmente. "Ainda existe um receio das mídias sociais no Brasil. Aqui se criou um mito de que as redes só servem para fazer entretenimento e humor, o que restringe o público", diz Everton Schultz, Diretor de Mídias Sociais da Weber Shandwick, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Engajamento é fator menos importante
Outro ponto que demonstra que as redes sociais ainda não têm todo seu potencial aproveitado é a importância que as empresas dão para elas em relação à reputação da marca. Para 64% dos executivos brasileiros a qualidade do atendimento ao cliente é o mais importante, seguida por qualidade da marca (60%) e dos talentos (51%). O engajamento online fica em último lugar, com 47%.

Nove passos da sociabilidade
Com base nos resultados, o estudo criou nove passos para guiar as marcas na busca pela sociabilidade e no melhor uso das plataformas. O primeiro é a questão da mensagem, que deve ser tão importante quanto a presença em um canal.

Para atingir a relevância é preciso especificar ainda mais. Em primeiro lugar, deve-se identificar uma audiência qualificada, diretamente associada ao negócio da empresa, para criar a interação.

Coloque sua marca em movimento
A segunda dica é espalhar a presença da marca pelas redes sociais, utilizando o maior número possível de canais, mas sempre com um plano definido por trás.

Integre ou morra
Para evoluir na gestão de reputação da marca, as empresas devem principalmente integrar o trabalho com as mídias sociais a todas as áreas, e não restringi-las a apenas um departamento da empresa. O próximo desafio, e a terceira dica, é que as empresas levem as mídias sociais à organização como um todo. O quarto ponto proposto pelo estudo reforça a importância de estruturar internamente a companhia para trabalhar com as mídias sociais. É preciso integrar, mas também é importante designar um núcleo que trabalhe diretamente com os canais e coloque o social no centro. 

Ouça mais, fale menos
O quinto ponto é que as marcas aprendam com o conteúdo e levem este aprendizado a uma ação para melhorar seus produtos ou serviços. É importante publicar, mas monitorar é mais ainda. "É preciso dar a importância correta às mídias sociais e correr alguns riscos", diz Schultz.

O sexto passo é a mensuração da estratégia. Dos executivos brasileiros, 100% responderam que medem a efetividade das mídias sociais, contra 98% a nível global. "Se uma empresa realiza alguma ação, ela tem números. O fato de todos os executivos terem afirmado que medem a efetividade da estratégia nas mídias sociais não é necessariamente um sucesso. O que se faz com estes números, qual a relevância do número de likes?", provoca Schultz.

Pense global
O sétimo ponto que o estudo sugere é que é mais importante pensar globalmente, em relação a ações nas mídias, do que localmente. Este fator ainda não adquiriu importância para os brasileiros, que o consideram o menos significativo.

O tema do oitavo passo é o mesmo: conte com o apoio de fora. Neste caso, tanto as empresas nacionais quanto as internacionais têm pouca ajuda de fora na gestão das mídias sociais. Apenas 27% dos brasileiros e 25% dos globais usam um fornecedor externo para medir a efetividade.

Por último, a dica para as marcas é que estejam alertas para mudanças nas redes sociais como um todo. Em relação ao Facebook, as questões de privacidade são as principais preocupações para 39% no Brasil e 31% no mundo. Outro ponto é saber gerenciar uma crise e responder a críticas negativas.
Fonte: Portal Administradores

segunda-feira, 5 de março de 2012

A importância do timing nas mídias sociais

Imagine a cena: começar a escrever um post hoje comentando como assunto da semana o meme sobre a Luiza no Canadá ou a campanha mal sucedida do McDonald´s no Twitter.


Esses dois episódios, embora recentes, já viraram clássicos. Não são mais o assunto do momento – já foram parar nas prateleiras do exemplos históricos a serem citados em palestras e papers. Abordá-los de forma equivocada seria perder o timing. E é incrível o número de empresas que não só perde a oportunidade de aproveitar temas que se tornam virais, mas fazem ainda pior: lançam com atraso campanhas baseadas em assuntos já esgotados, embora tenham tão pouco tempo de vida.

Mídias sociais têm o incrível poder de valorizar ou destruir a sua ideia da noite para o dia. Equívocos não são perdoados. Ninguém vai ser “bonzinho” e ficar com “pena” da sua marca. Se você deu a cara para bater nos canais sociais, prepare-se, sim, para também apanhar.

O maior engano é que a maioria das empresas só pensa no lado positivo de suas ideias. Esquece de se colocar na posição do consumidor, de se vestir de advogado do diabo e antecipar o que pode dar errado. É um excesso de otimismo ou de confiança na sua própria competência e habilidade para fazer algo.

Em mídias sociais, o conteúdo é muito importante, lógico. Mas o timing também é fundamental. Ideias brilhantes só são bem sucedidas se apresentadas na hora certa e para o público certo. A ação tem que ser rápida, matadora, oportunista (no bom sentido). O consumo de informação na internet é estonteante. É preciso estar atento aos movimentos para não perder o momento certo de lançar uma ação nas mídias sociais.

Escrito por Mariela Castro para a revista EXAME

sexta-feira, 2 de março de 2012

Facebook se abre mais para anunciantes

Prestes a abrir capital, o Facebook anunciou ontem ferramentas de publicidade que devem deixar a empresa mais lucrativa. A partir de abril, o usuário poderá encontrar, ao sair da rede social, o anúncio de algum produto, informou a empresa em sua conferência de marketing.



O recurso, chamado de “anúncio premium”, é tido como eficiente no mercado. Não há, em geral, nada que gere distração na página. Assim funciona no Gmail — ao sair do e-mail, a página seguinte exibe um anúncio grande na parte de baixo do site.


No caso do Facebook, os anúncios deverão ocupar praticamente a página inteira. A empresa contou que 37 milhões de pessoas fazem o “log out” (saem de suas contas no site) a cada dia.

Outra ferramenta anunciada pela rede social são as “histórias patrocinadas” no feed de notícias do Facebook móvel, que já estão no ar. Trata-se de posts pagos por empresas ou indivíduos que querem destacar determinado conteúdo na rede social. O sistema assemelha-se ao do Twitter.

O Facebook ainda apresentou formalmente a ferramenta “ofertas”, disponível na rede desde dezembro de 2011, segundo o TechCrunch. O recurso dá a empresas a possibilidade de compartilhar e vender cupons de descontos aos usuários.

Os anúncios na barra lateral, também disponíveis há poucos meses, foram apresentados como parte do pacote de opções de publicidade online na rede. Em 2011, os ganhos do Facebook com publicidade responderam por 85% da receita total de US$ 3,71 bilhões. “A companhia faz dinheiro de acordo com o número de vezes que um usuário vê um anúncio ou clica em um anúncio”, explica o Wall Street Journal.

Fonte: Estadão

quinta-feira, 1 de março de 2012

Foursquare quer explorar recomendações

Meta é analisar de maneira cada vez mais inteligente os dados recolhidos sobre os usuários para oferecer sugestões que lhe pareçam relevantes



A estratégia futura do Foursquare passa pela oferta de recomendações personalizadas e automáticas para seus usuários, levando em conta sua localização, seu histórico de uso, seus amigos e todas as demais informações capturadas e analisadas pela plataforma do app.

A meta é analisar de maneira cada vez mais inteligente os dados recolhidos sobre os usuários para fornecer sugestões que lhe pareçam relevantes. "O Foursquare não é apenas um jogo de fazer check-ins e receber badges", afirmou o CEO e fundador da empresa, Dennis Crowley, em painel no Mobile World Congress nesta quarta-feira, 29.

A ideia é que o usuário nem precise necessariamente pesquisar por conteúdo no Foursquare: o app automaticamente lhe mostrará dicas que tenham a ver com seu perfil. "Toda a vez que alguém faz um check in, aprendemos algo sobre essa pessoa. Se ela gosta de pizza, se toma café de manhã etc. Queremos devolver de alguma esses dados às pessoas na forma de recomendações. É uma reciclagem de informações", explicou Crowley.
 
 
O executivo apresentou alguns números recentes da plataforma: mais de 15 milhões de pessoas já fizeram checkins através do Foursquare, 1,5 bilhão de vezes. E 750 mil comerciantes e marcas utilizam o app.

Fonte: EXAME